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Política

Marinha tem troca de diretor em área estratégica para a defesa nacional

Almirante que administrava o setor desde o governo Bolsonaro deu lugar a outro militar no órgão de desenvolvimento nuclear

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O comandante da Marinha, Marcos Sampaio Olsen (centro), durante a posse do almirante Alexandre Rabello de Faria em órgão de defesa nacional, em São Paulo - 05/04/2024 | Foto: Divulgação/Marinha

O comandante da Marinha, Marcos Sampaio Olsen, participou da cerimônia de posse do almirante de esquadra Alexandre Rabello de Faria, nesta sexta-feira, 5, no cargo de diretor-geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Força (DGDNTM). A cerimônia ocorreu na cidade de São Paulo.

Faria substituiu Petronio Augusto Siqueira de Aguiar, que esteve à frente do cargo desde 15 de dezembro de 2021, sob Jair Bolsonaro.

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O comandante Marcos Sampaio Olsen, em um evento da Força | Foto: Flickr

De acordo com a Força, o DGDNTM planeja, orienta, coordena e controla as atividades nucleares, científicas, tecnológicas e de inovação.

Conforme a Marinha, esse departamento atua como órgão central executivo do Sistema de Ciência, Tecnologia e Inovação da Marinha, a fim de contribuir para: o preparo das Marinhas do Amanhã e do Futuro; a aplicação do Poder Naval, em atividades relacionadas à ciência, tecnologia e inovação; o Programa de Desenvolvimento de Submarinos, e o Programa Nuclear da Marinha.

Novo diretor de departamento na Marinha

Durante a cerimônia, Faria se manifestou. “Os desafios científicos, tecnológicos e industriais continuarão”, prometeu. “Cabendo à Marinha, por intermédio da DGDNTM, a tarefa de robustecer o ecossistema científico e de apoio à pesquisa e consolidar as cadeias industriais e de suprimentos correlatas.”

Leia também: “A sentença já foi dada”, artigo de J.R. Guzzo publicado na Edição 210 da Revista Oeste

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3 comentários
  1. Paulo Renato Versiani Velloso
    Paulo Renato Versiani Velloso

    DEFESA NACIONAL… ESTAMOS É MUITO MAL COM ESSES “PAIS DE SANTO” AÍ A NOS DEFENDER. SÓ SE FOR DE MACUMBARIA.

  2. OTNIP M. IAVI
    OTNIP M. IAVI

    Carta de um Brigadeiro.
    Nunca mais se diga que nossas Forças Armadas nunca perderam uma guerra!
    Hoje perdemos a maior delas!
    Perdemos nossa Coragem!
    Perdemos nossa Honra!
    Perdemos nossa Lealdade!
    Não cumprimos com o nosso Dever!
    Perdemos a nossa Pátria!
    Eu estou com vergonha de ser militar!
    Vergonha de ver que tudo aquilo pelo qual jurei, trabalhei e lutei, foi traído por militares fracos, desleais e covardes, que fugiram do combate, preferindo apoiar quem sempre nos agrediu, sempre nos desrespeitou, sempre nos humilhou e sempre se vangloriou disso, e que ainda brada por aí que não nos quer em sua escolta, por não confiar nos militares das Forças Armadas, e que estas devem ser “colocadas em seu devido lugar”.
    Militares que traíram seu próprio povo, que clamou pela nossa ajuda e que não foi atendido, por estarem os militares da ativa preocupados somente com o seu umbigo, e não com o povo a quem juraram proteger!
    Fomos reduzidos a pó. Viramos farelo.
    Seremos atacados cruelmente e, se reagirmos somente depois disso, estaremos fazendo apenas em causa própria, o que só irá piorar ainda mais as coisas.
    Joguem todas as nossas canções no lixo!
    A partir de hoje, só representam mentiras!
    Como disse Churchill:
    “Entre a guerra e a vergonha, escolhemos a vergonha.”
    E agora teremos a vergonha e a guerra que se seguirá inevitavelmente.
    A guerra seguirá com o povo, com os indígenas, com os caminhoneiros, com o Agronegócio. Todos verão os militares como traidores.
    Segmentos militares certamente os apoiarão. Eu inclusive.
    Generais não serão mais representantes de suas tropas.
    Perderão o respeito dos honestos.
    As tropas se insubordinarão, e com toda razão.
    Os generais pagarão caro por essa deslealdade.
    Esconderam sua covardia, dizendo não ter havido fraude nas urnas.
    Oras! O Exército é que não conseguiu identificar a fraude!
    Mas outros, civis, conseguiram!
    A vaidade prevaleceu no Exército e no seu Centro de Guerra Cibernética. Não foram, mais uma vez, humildes o suficiente para reconhecer suas falhas. Prevaleceu o marketing e a defesa de sua imagem. Perderam, Manés!
    E o que dizer da parcialidade escancarada do TSE e do STF, que além de privilegiarem um candidato, acabam por prender inconstitucionalmente políticos, jornalistas, indígenas, humoristas e mesmo pessoas comuns, simplesmente por apoiar temas de direita, sem sequer lhes informar o crime cometido ou oportunidade de defesa? Isso não conta? Isso não aconteceu?
    E a intromissão em assuntos do Executivo e do Legislativo?
    Isso também não aconteceu?
    Onde está a defesa dos poderes constitucionais?
    Onde estão aqueles que bradaram que não bateriam continência a um ladrão?
    Será que os generais são incapazes de enxergar que, validando esta eleição, mesmo com o descumprimento de ordem de entrega dos códigos-fonte, valida-se também esse mesmo método, não só para todas as próximas eleições, para o que quer que seja, perpetuando a bandidagem no poder, assim como corrompendo futuros plebiscitos e decisões populares para aprovar/reprovar qualquer grande projeto de interesse da criminalidade?
    NÃO HAVERÁ MAIS ELEIÇÕES HONESTAS!
    A bandidagem governará impune, e as Forças Armadas, assim como já ocorre com a Polícia Federal, serão vistas como cães de guarda que asseguram o governo ditatorial.
    O povo nunca perdoou os traidores nem os burros.
    Não vai ser agora que irão.
    Ah, sim, generais:
    Entrarão para a História!
    Pela mesma porta que entrou Calabar.
    QUE VERGONHA!
    Assina:
    Brigadeiro Eduardo Serra Negra Camerini

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