O valor médio anual do patrocínio cultural pago por empresas via Lei Rouanet cresceu 33% no governo do presidente Lula em relação à gestão de Jair Bolsonaro. A média passou de R$ 2,3 bilhões para R$ 3 bilhões, com valores corrigidos pela inflação.
Os dados são do Salic, sistema do Ministério da Cultura. Pela Lei Rouanet, empresas financiam projetos culturais aprovados pelo governo e descontam os valores do Imposto de Renda, caracterizando renúncia fiscal.
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Nos três primeiros anos do terceiro mandato de Lula, a renúncia fiscal com a Rouanet soma R$ 9,2 bilhões — o mesmo valor registrado em todos os quatro anos do governo Bolsonaro.
Mantido o ritmo atual, a captação no governo Lula será a maior de um mandato desde o Plano Real. Em 2025, o governo autorizou R$ 20,9 bilhões para captação, mas apenas R$ 3,4 bilhões foram efetivamente liberados.
Petrobras lidera renúncia fiscal pela Rouanet

A Petrobras destinou R$ 307,3 milhões a projetos culturais via Rouanet em 2025. O valor representa alta de 1.500% em relação a 2022, último ano do governo Bolsonaro, quando os aportes somaram R$ 19,2 milhões.
A estatal lidera o ranking de financiadores da lei. A Vale aparece em segundo lugar, seguida pelo Nubank. O levantamento considera CNPJs únicos, num universo de 19.781 empresas que fizeram aportes no período.
O crescimento da renúncia fiscal via Rouanet ocorre em meio à expansão das despesas federais. O deficit acumulado em 2025 até novembro é de R$ 83,3 bilhões, enquanto a dívida pública chegou a 79% do PIB.
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O cenário pressiona o Banco Central a manter juros elevados para conter a inflação, o que limita o crescimento econômico.
Em nota, a Petrobras afirmou que ampliou estrategicamente os investimentos em patrocínios a partir de 2023, depois de um período de redução ligado à venda de ativos. Segundo a empresa, os recursos direcionados pela Lei Rouanet não representam aumento de despesa, mas redirecionamento de tributos, e seguem critérios técnicos, transparência e governança.






































A direita reclama que não consegue patrocínio porque suas peças teatrais e seus filmes são tão ruins que a nem a iniciativa privada quer patrocinar. E aí, sobra para os INCULTOS ficarem reclamando das pessoas que conseguem, notadamente de esquerda, progressivas e muito mais capazes do que a direita. Que chororó horrível da extrema direita.
*progressistas.
A Lei Rouanet movimentou R$ 25,7 bilhões na economia brasileira em 2024 e foi responsável pela geração e manutenção de 228 mil postos de trabalho, segundo a Pesquisa de Impacto Econômico da Lei Rouanet elaborada pela FGV. O estudo mostra que, para cada R$ 1 investido via renúncia fiscal, R$ 7,59 retornaram à economia e à sociedade, além de R$ 1,39 em arrecadação tributária. Como pode ainda ter acéfalo que crítica essa lei? Sério, só sendo muito burro para criticar essa lei.
Excepcional. Brasil precisa reconhecer sua arte ainda mais. Uma indústria monumental que gera milhões de empregos, arrecadação de impostos e impulsiona a economia. Parabéns. Ainda é pouco.
Tanto dinheiro para produção de conteúdos totalmente desprovidos de EDUCAÇÃO E CULTURA, tais como filminhos como o “ ainda estou aqui “ , “ agente secreto “ etc. etc. etc. , protagonizados por artista medíocres, canastrões e produtores ANALFABETOS!…
Assim disse o que conhecedor cultural Olavo Ribeiro. 🤣🤣🤣🤣 Falou o cara que nunca.leu um livro ou assistiu uma peça de teatro na vida. Para ele, arte é filme de cowboy estadunidense e filmes como Marvel e Avatar. A sua opinião sobre cultura vale menos que nota de três Reais..