O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, conduz investigações com divisão interna de tarefas para restringir o fluxo de informações. Autoridades com foro também utilizam o modelo.
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A estratégia distribui responsabilidades entre equipes distintas. Cada grupo coleta dados, ouve depoimentos, executa medidas e participa de operações sem acesso integral ao conjunto da apuração.

Mendonça defende que o formato protege as investigações e reduz o risco de vazamentos. O ministro também sustenta que o método contribui para preservar a atuação da Polícia Federal (PF).
Organização interna e restrição de acesso
O modelo prevê coordenação central, mas limita o compartilhamento de informações entre investigadores. A medida impede que todos os envolvidos tenham conhecimento amplo dos inquéritos.
O ministro afirma a interlocutores que estruturou o formato com base em experiências anteriores no Executivo. Ele comandou o Ministério da Justiça e a Advocacia-Geral da União durante o governo do ex-presidente, Jair Bolsonaro.
Nesse período, Mendonça organizou equipes para lidar com dados sigilosos. Ele também estruturou um laboratório voltado à análise dessas informações. Em ambos os casos, manteve distância do conteúdo sensível.
A divisão das apurações também restringe o acesso de advogados. Defesas de investigados não conseguem consultar dados relacionados a outros alvos.
Mendonça ainda vedou o acesso da cúpula da Polícia Federal e de superiores hierárquicos aos inquéritos ligados ao caso Banco Master. Segundo o relator, a medida reduz o risco de interferências.
André Mendonça é desde agosto do ano passado, relator do caso das suspeitas de fraudes no INSS. Com a saída de Dias Toffoli da relatoria do caso do Master, ele foi sorteado para ser o novo condutor.
Assim que assumiu os inquéritos do banco, o ministro marcou posição sobre como iria lidar com o assunto, dando maior independência aos investigadores do caso e restringindo acesso de outras pessoas.






































Precisamos admitir que na atual composição do Supremo, restam apenas dois nomes confiáveis, por enquanto, Mendonça e Fux. O resto está desacreditado, exceto entre os beneficiados pela impunidade.
Esse aí pelo visto não é corrupto, só é fraco, não aguenta o tranco.