Ministro da Saúde critica combinação de vacinas anticovid

'Querem inovar com algo que não está cientificamente comprovado', disse Marcelo Queiroga
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Municípios brasileiros estão adotando protocolos paralelos
Municípios brasileiros estão adotando protocolos paralelos | Foto: Tony Winston/MS

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, manifestou preocupação com cidades que estão misturando doses de imunizantes contra a covid-19 de fabricantes diferentes. “Infelizmente, alguns municípios querem criar seus próprios critérios em detrimento da grande nação brasileira”, declarou, na quinta-feira 12, durante visita ao hospital Santa Casa de Misericórdia de Sobral, no Ceará.

“Por exemplo, intercambialidade de doses, dar a primeira dose de uma vacina e a segunda dose de outra. Isso não foi pactuado com o PNI. E ficam os municípios querendo inovar com algo que cientificamente não está comprovado”, disse. Ontem, a prefeitura de Niterói (RJ) autorizou a aplicação de um reforço da vacina da Pfizer em pessoas que receberam a primeira dose da AstraZeneca e desenvolveram algum efeito colateral grave.

Leia também: “Os impasses da vacinação no Brasil”, reportagem publicada na Edição 72 da Revista Oeste

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3 comentários

  1. Estamos vendo a feira das vacinas. Absurdo completo! Autoridades que adotam esse veneno devem ser responsabilizadas, hoje e no futuro, sobre as colateralidades que veremos surgir.

  2. Defendo a liberdade do médico em combinar diferentes vacinas, se for de comum acordo e conhecendo possíveis efeitos colaterais, pelo paciente.
    De um lado, temos a DorianaVac, cujo mecanismo de ação é já conhecido (similar às vacinas “tradicionais”), que portanto possui pouca tendência a efeitos colaterais graves (ponto para a CoronaVac). Porém, sua eficácia ainda não foi comprovada, pode não passar de um placebo adquirido com recursos públicos (caso de CPI e prisão inafiançável). Neste caso, a chance de combinar esse placebo com qualquer outra vacina com eficácia comprovada é de que se obtenha a mesma eficácia e efeitos colaterais da aplicação única do segundo tipo de vacina.
    Por que pagamos para o país que (se não criou) espalhou o vírus pelo mundo todo, sem nenhuma multa ou compensação?
    Assim como vemos no Brasil que o crime compensa, nas relações internacionais esconder (ou até mesmo criar) problemas para vender soluções também compensa.

    1. Pois é Ernesto, e a famosa CPI do Randolfe quebrou o sigilo do contrato feito pelo governo federal com a Covaxin, ora cancelado, mas ainda nem conhece o contrato Dória/Butantã/Sinovac para investigar e comparar preços e eficácia com a AstraZeneca/Fiocruz, encomenda tecnológica pactuada em meados 2020 ao menor custo das vacinas aplicadas no país e de eficácia comparada a Pfizer.

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