O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou que a Polícia Penal do Paraná apresente informações sobre a tornozeleira eletrônica do ex-assessor internacional de Jair Bolsonaro, Filipe Martins. A decisão inclui a entrega de um relatório com registros de possíveis violações, falhas ou descumprimento de medidas cautelares.
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Martins está sob monitoramento eletrônico desde agosto de 2024. Antes disso, ele ficou mais de oito meses preso no Complexo Médico Penal, em São José dos Pinhais (PR). Entre as acusações contra o ex-assessor está uma viagem internacional no avião presidencial, que ele nunca fez.
Em julho, durante depoimento no STF, Martins relatou uma série de irregularidades de sua prisão. Entre elas, a permanência em uma solitária.
Filipe Martins é réu do “núcleo 2” da suposta trama golpista
Martins foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) pelos cinco crimes atribuídos também a Bolsonaro. Ele integra o núcleo 2 da suposta trama golpista. O grupo tem seis integrantes, entre eles o ex-diretor da PRF Silvinei Vasques, acusado de comandar operações para viabilizar o alegado golpe de Estado.
A PGR diz que os réus usaram a máquina pública para restringir o acesso de eleitores aos locais de votação no segundo turno das eleições de 2022. As ações, segundo a acusação, teriam se concentrado no Nordeste.
Acredito piamente que a Lei Magnitsky ainda necessita de ajustes e tempo para sua execução