Nesta quinta-feira, 18, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), publicou a decisão que enviou à Procuradoria-Geral da República (PGR) e à defesa de Jair Bolsonaro o laudo da Polícia Federal (PF) que analisou a tornozeleira eletrônica do ex-presidente. O documento apontou “sinais de tentativa de violação”.
Conforme os peritos, a tornozeleira apresentou “danos significativos na junção da capa plástica polimérica”.
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A análise técnica indicou que os danos são compatíveis com o uso de “uma fonte de calor concentrado com ferro em sua composição”.
Testes realizados com ferro de solda, de acordo com o laudo, exibiram aspectos semelhantes aos observados no material examinado.
A PF informou ainda que não foi possível, até o momento, identificar qual tipo de sensor teria emitido eventual alerta de violação.
Para isso, o equipamento será encaminhado ao Serviço de Perícias em Audiovisual e Eletrônicos, do Instituto Nacional de Criminalística, para exames adicionais.
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Tornozeleira de Bolsonaro

O laudo de conclusão da perícia da PF apontou que os danos ao material “apresentam características de execução grosseira, o que sugere que a ferramenta foi utilizada sem precisão técnica”.
“O aspecto físico e as análises realizadas na área danificada sugerem que na tornozeleira eletrônica foi empregada uma fonte de calor concentrado com ferro em sua composição”, disse o documento. “Testes realizados com ferro de solda na superfície do material questionado exibiram aspectos compatíveis com os danos verificados.”
Leia também: “O STF tem lado”, reportagem publicada na Edição 298 da Revista Oeste






































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