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Política

Motta, para Lindbergh: ‘É um direito de Vossa Excelência ir ao Supremo, como faz quase que diariamente’

Em sessão na Câmara, o petista criticou a nova votação da PEC das Prerrogativas

Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta
Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) | Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

Durante a nova votação da emenda aglutinativa do relator da PEC das Prerrogativas, deputado Claudio Cajado (PP-BA), um desentendimento chamou atenção: o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), com o líder do PT na Casa, Lindbergh Farias (RJ).

Na sessão da tarde desta quarta-feira, 17, houve uma nova votação sobre a emenda aglutinativa que estabelecia a adoção do voto secreto nos pedidos de autorização para que deputados pudessem responder a processos na Justiça. Lindbergh criticou a medida e ameaçou acionar o Supremo Tribunal Federal (STF).

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“Vamos também, em casos como esse, judicializar, porque está sendo ferido o artigo 60, parágrafo 5ª da Constituição, que diz o seguinte: a matéria constante de proposta de emenda rejeitada ou a vida por prejudicada não pode ser objeto de nova proposta na mesma sessão legislativa”, citou o petista. “Só nos cabe aqui, depois de recorrer à CCJ, recorrer ao Supremo Tribunal Federal.”

Na sequência, Motta simplesmente disparou para o petista: “Acolhemos a questão de ordem de vossa excelência”. “É um direito de Vossa Excelência ir ao Supremo, como faz quase que diariamente”, acrescentou o presidente. 

Lindbergh vai para cima de Eduardo Bolsonaro

Depois de Eduardo Bolsonaro (PL-SP) ter sido nomeado novo líder da minoria na Câmara, deputados de esquerda passam a traçar estratégias que visam a prejudicar o mandato do parlamentar conservador. 

Na terça-feira 16, logo em seguida da coletiva de imprensa sobre Eduardo Bolsonaro, o líder do PT na Câmara, deputado Lindbergh Farias (RJ), disse que analisa a possibilidade de um mandado de segurança contra a medida. 

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Já na manhã desta quarta-feira, 17, os parlamentares esquerdistas Lindbergh e Fernanda Melchionna (Psol-RS) vão apresentar um abaixo-assinado com cerca de 400 mil apoiadores da cassação imediata do mandato do deputado Eduardo Bolsonaro. 

Segundo os esquerdistas, as assinaturas foram recolhidas em campanhas pela internet, para impedir que o conservador continue com seu mandato dos Estados Unidos. 

5 comentários
  1. Iramar Benigno Albert Júnior
    Iramar Benigno Albert Júnior

    Mais um vez a Mariazinha vai para a professorinha reclamar que Juquinha puxou os cabelinhos dela? Vai para o Jardim de Infância, seu babaca.

  2. Silvio Ademir Schactai Ribeiro
    Silvio Ademir Schactai Ribeiro

    400.000 assinantes? Vai ser como a adesão de aposentados às associações.

  3. Luiz Pedro Zani
    Luiz Pedro Zani

    O lindinho só serve p fazer comício a ninguém na periferia do RJ.Nem bandido assiste.Puxa saco do STF.

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