Confira o resumo que a OESTE.IA, a IA da Revista Oeste, fez pra você
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Nunes Marques, defendeu a integridade das urnas eletrônicas em evento no dia 16 de junho, destacando que a democracia não deve tolerar manipulações. O simpósio contou com a presença de 25 embaixadores.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Nunes Marques, defendeu a integridade e a credibilidade das urnas eletrônicas usadas no Brasil. O posicionamento ocorreu durante o evento Debating Brazil, que reuniu diversos embaixadores estrangeiros. O simpósio ocorreu no dia 16 de junho.
+ Leia mais notícias de Política em Oeste
Receba nossas atualizações
“Diante da urna, a diferença de riqueza, origem, etnia, prestígio, posição social ou conhecimento acumulado se reduz a nada”, afirmou o presidente do TSE. “Um homem, um voto. Uma mulher, um voto. O Brasil desenvolveu uma das mais sofisticadas estruturas de integridade eleitoral existentes no mundo.”

O evento organizado pela Agência Novo Selo Comunicação e pelo The Brazillian Report contou com a presença de 25 embaixadores e representantes de missões diplomáticas.
Marques ainda afirmou que a democracia não pode tolerar a manipulação da vontade do eleitor. No mesmo discurso, defendeu a liberdade do voto.
“O voto é livre quando a convicção é formada sem fraude, intimidação ou simulação artificial da realidade”, disse o presidente da mais alta Corte eleitoral brasileira.
Flávio Bolsonaro apontou fragilidades na fabricante das urnas
Cerca de um mês depois das declarações de Nunes Marques, o senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), voltou a debater o assunto das urnas no mesmo tipo de encontro. Diferentemente do presidente do TSE, o parlamentar questionou a procedência da fabricante das máquinas.
Na ocasião, Flávio mencionou um relatório do serviço de inteligência dos Estados Unidos que acusou as urnas da venezuelana Smartmatic de fraudarem as eleições na Venezuela. O pleito confirmou a “vitória” do então ditador Nicolás Maduro nas eleições de 2025.
“Não vou entrar em mais detalhes, mas só para deixar registrado que muitas dessas máquinas que são utilizadas nas eleições brasileiras são da mesma empresa”, afirmou o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.
O presidenciável ainda pediu que os diplomatas enviassem um grande efetivo estrangeiro para acompanhar as eleições brasileiras. O pleito está marcado para ocorrer em outubro de 2026.
Depois da repercussão, Flávio negou ter questionado a integridade das urnas. Em nota, o pré-candidato reiterou ter “integral confiança” no sistema eleitoral brasileiro.
O texto assinado pela equipe de campanha de Flávio explicou que o senador se limitou a falar apenas de assuntos “amplamente divulgados pela empresa”. São eles:
- a reunião de seu pai com embaixadores, que culminou na inelegibilidade do maior expoente da direita política; e
- o relatório divulgado pela Agência de Central de Inteligência (CIA) norte-americana sobre as fraudes eleitorais na Venezuela.
Leia também: “Agro encomenda pesquisa para testar força de Tereza Cristina ao Planalto”
Todo equipamento é confiável, seja um carro, um avião, seja uma urna eletrônica. O problema é quem é o operador/motorista do carro, operador/piloto do avião ou operador das urnas eletrônicas – nem sempre esse que comanda a máquina não é confiável e a máquina vai obedecer o comando que lhe for dado.
Nesse aspecto, nenhum país com ALTA TECNOLOGIA CONFIA NUM SISTEMA ELEITORAL DE URNAS ELETRÔNICAS, principalmente, sem que haja o voto impresso para uma checagem se a máquina realmente está de acordo com o que está sendo realmente votado. A impressão do voto, o eleitor vai confere se a máquina operou corretamente e coloca o voto na urna. Assim, quem duvidar da máquina, vai e faz a checagem e assim, elimina qualquer dúvida. No entanto, quando não querem a transparência – isso deixa dúvida se realmente quem opera a máquina é confiável, pois, se eles não querem um sistema TRANSPARENTE – isso nos leva a ter dúvidas. E ninguém é obrigado a acreditar em nada. Só nas PIORES DITADURAS, não podem questionar nada, pois, os DITADORES, não aceitam opositores ou mesmo, pessoas que não confiam na sua administração.