Pazuello envia ao STF resposta sobre data de vacinação

Governo afirma que as doses devem chegar nos Estados e Distrito Federal em até cinco dias após a permissão da Anvisa
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Governo afirma que as doses devem chegar aos Estados e Distrito Federal em até cinco dias após a permissão da Anvisa

Pazuello
Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello | Foto: Tony Winston/MS
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Em manifestação entregue ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira, 15, o governo federal não estima uma data para o começo da vacinação no país e volta a condicionar o cronograma ao aval para registro ou aval emergencial que deve ser dado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O Ministério da Saúde afirma que as doses devem chegar aos Estados e Distrito Federal em até cinco dias após a permissão da Anvisa e a entrega do produto no complexo de armazenamento do Ministério da Saúde. A estimativa é de vacinação dos quatro grupos prioritários em quatro meses.

Leia mais: “Outra estupidez”

A manifestação foi uma resposta à decisão do ministro do STF Ricardo Lewandowski, que cobrou do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, o cronograma de imunização contra a covid-19.

O documento entregue ao Supremo afirma que cabe aos Estados e ao DF a distribuição dos imunizantes aos municípios. Na sexta, a gestão Jair Bolsonaro enviou o plano à Corte sem prever datas nem quais imunizantes serão usados em cada grupo.

Plano

No plano, a pasta apresenta como “garantidos” 300 milhões de doses de vacinas — 180 milhões viriam do acordo com a Oxford e a AstraZeneca, 42 milhões pelo projeto Covax, iniciativa da Organização Mundial da Saúde (OMS), e 70 milhões seriam da Pfizer, ainda em negociação.

Haverá “crédito extraordinário para aquisição de toda e qualquer vacina que adquira registro de forma emergencial ou regular que apresente eficácia e segurança”.

O plano não tem datas, mas contempla na primeira fase idosos de 75 anos e mais, profissionais de saúde, idosos de 60 ou mais em residência de longa permanência e indígenas. Nas demais etapas, estão pessoas de 60 a 74 anos, indivíduos com comorbidades, professores, trabalhadores de segurança e salvamento e de prisões. Não há previsão sobre o resto da população.

Segundo a pasta, o plano será apresentado na quinta-feira e poderá “sofrer modificações” durante a implementação.

Com informações do Estadão Conteúdo

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2 comments

  1. Primeiro tem que explicar a esse estúpido desse ministro Lewandowhisky se ele sabe o que é um cronograma. Cronos é relativo a tempo, então cronograma é uma ferramenta que especifica certas atividades ao longo de uma linha do tempo, para isso, tem que se fixar um tempo inicial, quando se iniciam as atividades, essa explicação tosca é dirigida ao Lewandowhisky que não passa de um tosco. O dia que aparecer essa porcaria de vacina o tempo inicial será fixado, sua besta quadrada!

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