Pazuello garante que não há atraso na importação de IFA para vacinas

Ele garantiu que não existe nenhum problema político que esteja dificultando a importação de insumos da China
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Pazuello
Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello em evento em Brasília | Foto: Afonso Marangoni/Revista Oeste

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou nesta quinta-feira, 21, que não há atraso na importação de insumos para a fabricação de vacinas contra a covid-19.

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Ele também garantiu que não existe nenhum problema político que esteja dificultando a chegada do IFA (Ingrediente Farmacêutico Ativo).

Leia mais: “Vacina da Johnson & Johnson produz resposta imune”

“O embaixador chinês colocou para mim que não há nenhuma discussão política ou diplomática no assunto e sim burocrática. Ele vai encontrar onde está este entrave e vai ajudar a destravar”, afirmou o ministro.

Pazuello destacou que, pelos contratos, a próxima previsão de entrega do IFA para o Instituto Butantan é 10 de fevereiro e, para a Fiocruz, até 31 de janeiro. “Ainda não está atrasado, estamos nos antecipando ao problema”, destacou.

O Butantan, ligado ao governo do Estado de São Paulo, é parceiro da chinesa Sinovac na produção da CoronaVac. A Fiocruz tem contrato com a AstraZeneca, que produz a vacina da Universidade de Oxford.

“Com relação a vinda das vacinas da Índia, as notícias são muito boas, mas não há a data exata da decolagem. Ela será dada nos próximos dias, muito próximos”, garantiu Pazuello.

O Brasil aguarda a chegada de 2 milhões de doses da vacina AstraZeneca que foram fabricadas na Índia.

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1 comentário

  1. Parte da imprensa veicula a ideia de que China e Índia estariam criando impecilhos diplomáticos para o fornecimento de vacinas e insumos relacionados. Análises moderadas discordam desta visão. Por ser fiel guardião dos meus idiomas paternos, alemão e francês, tenho feito pesquisas em jornais europeus que atualmente dão ênfase à falta de capacidade de produção mundial para vacinas e insumos. Portanto essa escassez é mundial e só será resolvida gradativamente com os melhores negociadores na frente. Os próprios fabricantes não se eventuraram em investir na ampliação da capacidade de produção antes de saber da real eficácia do seu produto o que em diversos casos continua desconhecido. Buscam parceiros para a produção de suas vacinas mas em muitos casos isto requer investimentos em tecnologia, equipamentos e instalações cuja operação vai requer Now How. Isto não se conseguirá da noite para o dia. Mas Butantã e Fiocruz podem estar na fila dos candidatos. Só a imprensa, com sua costumeira irresponsabilidade e burrice, achará formas para criticar. Para os políticos, nossas autoridades estaduais e municipais, que nunca fizeram muita coisa pela saúde e educação, será uma oportunidade de fazer críticas baratas enquanto nada fazem de criativo para amenizar os nossos problemas. Portanto a vacina está longe de representar uma solução real e não deveria ser vendida como tal. Outros cuidados não podem deixar de ser tomados e divulgados. Sobretudo devemos confiar nossa saúde à capacidade criativa dos nossos médicos e não censurá-los na busca de soluções. Afinal eles estudaram para isto enquanto os palpiteiros são apenas um grupo de picaretas.

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