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Vacina da Johnson & Johnson produz resposta imune

Também o imunizante experimental é seguro, garante estudo publicado em revista científica
Os cientistas responsáveis pelo levantamento analisaram os resultados em 805 voluntários das fases de testes
Os cientistas responsáveis pelo levantamento analisaram os resultados em 805 voluntários das fases de testes | Foto: Johnson & Johnson/Flickr

A vacina experimental contra a covid-19 desenvolvida pela Johnson & Johnson obteve indicadores satisfatórios de segurança e produção de resposta imunológica. É o que mostram os resultados das fases um e dois de um estudo publicado na revista científica The New England Journal of Medicine. A conclusão foi obtida depois da aplicação única do protótipo de imunizante em voluntários, com duas dosagens diferentes. Essa característica é tida como o diferencial da vacina, já que representa uma imunização acelerada da população, conforme a empresa dona do produto.

“Uma dose única induziu forte resposta humoral na maioria dos receptores, com a presença de anticorpos neutralizantes em mais de 90% dos participantes, independentemente da faixa etária ou da dose da vacina”, argumentaram no documento os pesquisadores da Janssen, braço farmacêutico da Johnson. Ainda de acordo com a pesquisa, os anticorpos aumentaram e se estabilizaram ao longo de uma análise de 71 dias. “O que indica a durabilidade da resposta imune”, acrescentaram os especialistas, no documento divulgado semana passada.

Os cientistas da companhia analisaram os resultados da aplicação da vacina em 805 participantes, entre adultos e idosos. Eventos adversos, como fadiga, dor de cabeça e no local da aplicação foram notados, porém, as pessoas tiveram rápida recuperação. Outra decorrência relevante foi a resposta imunológica gerada pelo imunizante. A pesquisa mostra que 90% dos participantes desenvolveram anticorpos neutralizantes 30 dias depois da aplicação. O número subiu para 100% quando os dados foram analisados 57 dias após o recebimento da dose.

Leia também: “Os dilemas da vacina”, reportagem publicada na edição 42 da Revista Oeste

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1 comentário

  1. Se a Revista Science e´das mais prestigiadas como parece , o Comunicado do dia 12 de jan. deveria ser tomado em consideração e ajudar a entender .
    ¨¨Imunological characteristic govern the transition of Covid-19 to endemicity¨¨.
    Comentam a respeito, o famoso Nanopatologo Montanari e o famoso pesquisador da Universidade do Maryland Dr. Doshi, que as vacinas anti Covid , aprovadas recentemente como emergencia e colocadas no mercado não podem ser definidas propriamente como vacinas ja que constituem uma Terapia Genica.
    O mRna contido no farmaco, explicam, ñ consegue chegar ao nucleo-celula para dar instruções ao DNA.

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