A Polícia Federal (PF) deve ampliar a equipe de peritos responsáveis por analisar as provas apreendidas na Operação Compliance Zero, com o objetivo de acelerar a extração de dados dos celulares ligados ao caso Banco Master.
A medida sucede a decisão do novo relator da ação no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro André Mendonça. Ele determinou nesta quinta-feira, 19, a devolução do material à corporação e autorizou a realização das extrações, análises e indexações de cerca de cem dispositivos eletrônicos apreendidos.
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Com a decisão, os equipamentos devem ser redistribuídos a outros peritos do Instituto Nacional de Criminalística, em Brasília, o que amplia a capacidade de processamento das informações. As informações são da emissora CNN.
Mendonça reverte decisão de Toffoli sobre perícia no caso Master
No primeiro despacho à frente do caso Master, Mendonça revisou uma das decisões mais criticadas de Dias Toffoli, seu antecessor na relatoria, e reforçou a atuação da PF. Toffoli havia determinado inicialmente que as provas da segunda fase da operação ficassem sob guarda em seu gabinete.

Posteriormente, enviou o material à Procuradoria-Geral da República para custódia e designou nominalmente quatro peritos para a análise.
Ao menos dois desses peritos devem permanecer na equipe: Luís Filipe da Cruz Nassif e Tiago Barroso de Melo, respectivamente chefe e substituto do Setor de Perícias de Informática do INC, em Brasília. Com a ampliação do grupo, ambos devem assumir funções de coordenação e delegar parte dos trabalhos.
Os outros dois profissionais indicados por Toffoli podem ser substituídos: Enelson Candeia da Cruz Filho, da área contábil e financeira do INC, e Lorenzo Victor Schrepel Delmutti, lotado na Superintendência da PF em São Paulo.
Na decisão desta quinta-feira, Mendonça também autorizou que, depois da conclusão das extrações e de demais procedimentos periciais, os bens permaneçam sob custódia integral da Polícia Federal, como é praxe nessa etapa das investigações.

O ministro ressaltou a necessidade de eficiência operacional e de preservação da cadeia de custódia diante do volume de material apreendido. Também permitiu diligências ordinárias, como depoimentos de investigados e testemunhas na sede da PF, desde que respeitada a compartimentação das informações.
Mendonça determinou ainda que apenas autoridades e agentes diretamente envolvidos no caso tenham acesso aos dados, impondo dever de sigilo inclusive em relação a superiores hierárquicos. Apesar disso, reduziu o grau de sigilo dos autos do nível IV — fixado por Toffoli — para o nível III.
Toffoli deixou a relatoria do caso Master em 12 de fevereiro, depois de a perícia da PF identificar menções a ele no celular do empresário Daniel Vorcaro. O relatório foi entregue pelo diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues, ao presidente do STF, Edson Fachin. Em meio à pressão, o ministro deixou a supervisão da ação.





































TUDO TEATRO!!
Não deposite sua FÉ nesse cara Terrivelmente EVANGELICO!
Ele e Nunes são sim terrivelmente coniventes, parceiros ou COVARDES dentro dessa facção criminosa stf….
Deixem de serem bobos….por que não exigem plenário para tantos atos inconstitucionais!?!
POR QUÊ!?!
Aliais isso seria uma missão das FA pois até o senado está coagido conivente com notórios ROUBOS usurpadores de função e prerrogativas sempre no arrepio da CF88….
Quando as instituições param de funcionar….ativação das FA é imperativo e obrigatória sob pena de participar desse golpes de estado VERDADEIRO.
CONTINUO apostando na briga. Queira Deus, que mude o rumo, desta investigação e eu deixe de comentar QUE NADA MUDA, NADA ACONTECE…..