PGR isenta Bolsonaro de supostos crimes contra a saúde pública

PT e Psol foram ao Supremo Tribunal Federal argumentando que o presidente incentiva aglomerações e não usa máscaras
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Esquerda acionou a Justiça contra o chefe do Executivo
Esquerda acionou a Justiça contra o chefe do Executivo | Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo

A subprocuradora da República, Lindôra Araújo, enviou dois pareceres ao Supremo Tribunal Federal isentando o presidente Jair Bolsonaro de supostos crimes contra a saúde pública. PT e Psol foram à Justiça para punir o chefe do Executivo por suposto incentivo a aglomerações e a falta do uso de máscaras. Os documentos de Lindôra chegaram ao STF na terça-feira 17.

“Essa conduta não se reveste da gravidade própria de um crime, por não ser possível afirmar que, por si só, deixe realmente de impedir introdução ou propagação da covid-19”, argumentou Lindôra, ao mencionar que há incertezas sobre o uso de máscaras. “Não é possível realizar testes rigorosos, que comprovem a medida exata da eficácia da máscara.”

Em e-mails vazados no início da pandemia de coronavírus, Anthony Fauci, virologista e atual conselheiro médico da Casa Branca, afirma que a utilização do equipamento era pouco no enfrentamento da covid-19. “A máscara típica que você compra na farmácia não é realmente eficaz para impedir a entrada de vírus, que é pequeno o suficiente para passar através do material.”

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Leia também: “Ciência, ciência e silêncio”, artigo de Ana Paula Henkel publicado na Edição 72 da Revista Oeste

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7 comentários

  1. Indo na linha da Sra. Procuradora, gostaria de ver a sociedade fazer uma frente séria e contestar de forma bastante insistente essa ditadura da mascara imposta de maneira pra lá de autoritária.
    Se há dúvidas com relação à eficácia, não sei como estamos aceitando essa brutalidade , afinal não há um lugar onde essa coisa não seja exigida. E pior, já se admite a possibilidade de que veio pra ficar? A pessoa se sente protegida, ok, use. Caso contrário, não use. Esse papinho de “eu te protejo, você me protege” já deu. É ser muito radical em uma medida naturalmente contestavel.

  2. Bah, o mal exemplo de Bolsonaro chegou até o Afeganistão, onde as pessoas se aglomeraram sem máscaras!
    Pode ser uma piada de mau gosto, mas é impossível não se indignar com a imprensa nacional. A que ponto chegamos!
    Parabéns à PGR.
    Senado: coloquem em votação nominal os pedidos de impeachment dos “iluminados” do STF.
    Câmara: estabeleçam critérios para a escolha de Ministros do STF, bem como o período de estrago (quer dizer, atuação), de no máximo 8 anos. Regras e punições imediatas no caso de extrapolação de poder: saída imediata do poder ou passagem de ida para a Coréia do Norte.

    1. Quanto ao Senado, pode esquecer, aquilo ali, salvo exceções iguais ao Senador Marcos Rogério, José Medeiros mais alguns poucos que não me lembro agora, não se salva nada, só picaretas devendo à justiça.

  3. A PGR agindo como deve ser
    Os esquerdalhas estão ficando sem fôlego pois só há aglomeração onde um Presidente de verdade ( Bolsonaro ) , que se importa com seu povo, passa

  4. Uma cambada de vagabundos ladrões, que ficou 14 anos saqueando o país, teima em atingir um presidente que não rouba e não deixa roubar. Bora trabalhar, vagabundos!

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