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Política

Polícia de SP devolve arma e distintivos ao Delegado Da Cunha

Policial teve itens recolhidos em 2021 devido a uma série de polêmicas nas redes sociais

Delegado Da Cunha fez um vídeo de agradecimento aos atuais gestores da segurança pública de SP. Foto: Reprodução/Instagram

A Polícia Civil de São Paulo devolveu a arma e os distintivos do deputado federal Carlos Alberto da Cunha (PP-SP), conhecido como Delegado da Cunha. A situação foi comemorada pelo parlamentar, por meio das redes sociais, na quarta-feira 26.

No Instagram, em que tem 2 milhões de seguidores, Da Cunha agradece ao delegado-geral de São Paulo, Artuan Dian, ao secretário de Segurança Pública do Estado, Guilherme Derrite, e ao governador Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos).

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Sem mencionar nomes, Da Cunha afirma que foi vítima de uma perseguição.

“Fui vítima de uma perseguição, extremamente covarde, do anterior governador e do anterior delegado-geral. A Justiça tarda, mas não falha”, disse o delegado — que foi eleito deputado federal no ano passado.

Entenda o caso que envolveu o delegado Da Cunha

Em julho de 2021, Da Cunha teve arma e distintivos recolhidos por determinação do então delegado-geral de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes. O hoje deputado passou a ser investigado por uma série de polêmicas nas redes sociais. O governador naquele momento era João Doria (então no PSDB, mas hoje sem partido).

Foram essas investigações que levaram a corregedoria da Polícia Civil paulista a concluir que, entre outras irregularidades cometidas por ele na internet, estavam flagrantes forjados. Os próprios colegas de Da Cunha, em depoimento, atestaram as simulações feitas pelo policial com o objetivo de promover as redes sociais.

Na época, Da Cunha reclamou da decisão e afirmou que corria risco de morte por estar desarmado. Ainda no vídeo, o parlamentar diz que Tarcísio analisou os processos dele e decidiu a seu favor.

Em outro processo, o conselho de ética da Polícia Civil aprovou a demissão de Da Cunha por causa de declarações ofensivas, inclusive contra superiores da corporação. A palavra final sobre a demissão ou não, contudo, cabe ao governador. Já o recolhimento dos itens policiais é de competência do delegado-geral de polícia.

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1 comentário
  1. Marcelo DANTON Silva
    Marcelo DANTON Silva

    URNAS FRAUDADAS dá nisso….agora o calcinha apertada…se esconde…foge..e NÃO PAGA os prejuízos para as pessoas vítimas desses ca na lhas bandidagem…. Temos que exigir o ressarcimento e indenização para TODOS os 1.600 detidos ILEGALMENTE pelos NAZZIFASCISTAS do stf/tse fraudadores de eleições..e agora estão boicotando a CPMI….BANDIDAGEM do PCC CV.

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