Prefeito de SP recua, e ‘passaporte da vacina’ não será obrigatório em bares e restaurantes

Ricardo Nunes havia garantido que o comprovante de imunização deveria ser apresentado nesses estabelecimentos
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Ricardo Nunes é prefeito de São Paulo
Ricardo Nunes é prefeito de São Paulo | Foto: Renato S. Cerqueira/Futura Press/Estadão Conteúdo

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), anunciou na manhã desta segunda-feira, 23, que a cidade exigirá a apresentação de um “passaporte da vacina” para a entrada em bares, restaurantes, congressos, feiras de negócios e jogos de futebol. O estabelecimento que estiver com um frequentador não imunizado contra a covid-19 será multado.

Horas mais tarde, no entanto, o secretário municipal da Saúde, Edson Aparecido, disse ao Estado de S. Paulo que a verificação não será obrigatória para bares, restaurantes e shoppings. Segundo Aparecido, a prioridade é a cobrança do “passaporte da vacina” na entrada de congressos, jogos de futebol e outros eventos.

‘Passaporte da vacina’

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A comprovação poderá ser feita com a carteirinha de vacinação ou por meio de um aplicativo que está em fase de testes e será lançado até a próxima sexta-feira, 27, com leitura por QR Code. O app estará hospedado na plataforma e-Saúde, e a identificação poderá ser feita por dispositivos eletrônicos como tablet, celular e similares.

Leia também: “Israel e a vida pós-coronavírus”, reportagem de Gabriel de Arruda Castro publicada na Edição 74 da Revista Oeste

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