Procuradores querem obrigar o presidente a seguir a lista tríplice

Trio que perdeu o posto para Augusto Aras defende aprovação de proposta de emenda à Constituição
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Documento é criticado por favorecer o corporativismo
Documento é criticado por favorecer o corporativismo | Foto: José Cruz/Agência Brasil

A decisão do presidente Jair Bolsonaro de manter Augusto Aras no comando da Procuradoria-Geral da República (PGR) provocou reação de integrantes da PGR. Os subprocuradores-gerais Luiza Frischeisen, Mario Bonsaglia e Nicolao Dino defenderam a aprovação de uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que torne obrigatório o respeito à lista tríplice, com nomes de indicados por membros da PGR para chefiá-la.

Os três nomes que pedem a aprovação da PEC constam na papelada encaminhada ao Palácio do Planalto e perderam a indicação para Aras. Hoje, o presidente da República não é obrigado a seguir a recomendação. Entre outros pontos, as críticas ao documento se resumem ao corporativismo dos altos funcionários públicos da PGR, que se unem em um grupo seleto para haver revezamento dessa equipe na chefia da PGR.

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