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Política

Produtora nega haver dinheiro do Master em filme sobre Bolsonaro

Empresa de entretenimento dos EUA afirma que documentário foi financiado apenas com recursos privados

Cartaz do filme “Dark House”, com o ator Jim Caviezel, da produtora norte-americana Goup Entertainment | Foto: Divulgação/Goup
Cartaz do filme “Dark House”, com o ator Jim Caviezel, da produtora norte-americana Goup Entertainment | Foto: Divulgação/Goup

A Goup Entertainment , produtora cinematográfica sediada em Los Angeles, divulgou nesta quarta-feira, 13, uma nota oficial. O documento nega qualquer participação financeira do banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, no financiamento do filme Dark Horse, produção inspirada na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A manifestação foi reproduzida no perfil do jornalista Paulo Figueiredo na rede social X, em meio à repercussão de mensagens e áudios que envolvem o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Vorcaro sobre possíveis tratativas relacionadas ao longa-metragem.

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Produtora destaca regras nos EUA

Na nota, a produtora afirma que a legislação norte-americana, aplicada a operações privadas de captação no setor audiovisual, impede a divulgação da identidade de investidores protegidos por acordos de confidencialidade, conhecidos como Non-Disclosure Agreements (NDAs). Segundo a empresa, trata-se de uma exigência contratual e regulatória comum em projetos estruturados sob modelo privado de investimento.

Apesar disso, a Goup declarou “categoricamente” que nenhum recurso ligado a Daniel Vorcaro, ao Banco Master ou a empresas sob controle do banqueiro integra o financiamento do filme. A empresa afirmou ainda que o projeto foi estruturado exclusivamente por meio de mecanismos privados de mercado, sem utilização de dinheiro público.

Leia também: “A fraude dos justiceiros”, artigo de Guilherme Fiuza publicado na Edição 321 da Revista Oeste

A produtora acrescentou que conversas, apresentações de projetos ou negociações com empresários não significam necessariamente investimento efetivado ou participação societária. A nota sustenta que tentativas de vincular o documentário a suspeitas que envolvem o Banco Master seriam “especulações infundadas” sem comprovação documental, financeira ou contratual.

O caso ganhou repercussão depois da divulgação de conversas que envolvem Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro sobre a busca de recursos para o documentário. O senador confirmou ter procurado empresários em busca de apoio privado para o projeto, mas negou qualquer irregularidade, favorecimento ou uso de recursos públicos.

A Goup Entertainment vem sendo apresentada como responsável pela produção e pelo desenvolvimento internacional do filme Dark Horse, tratado por aliados de Bolsonaro como uma obra destinada a retratar a ascensão política do ex-presidente. O projeto tem sido descrito como uma produção cinematográfica de perfil internacional, voltada ao mercado de streaming e distribuição global.

A repercussão do caso aumentou depois de adversários políticos passarem a cobrar investigações sobre a relação entre integrantes do PL e o Banco Master. Aliados de Flávio Bolsonaro, por outro lado, afirmam que há tentativa de transformar negociações privadas de financiamento audiovisual em escândalo político em meio à disputa presidencial deste ano. 

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2 comentários
  1. Lourival Nascimento
    Lourival Nascimento

    ESPECIALMENTE PARA MENTIR, A VELHA IMPRENSA PRECISA SE ORGANIZAR, SENÃO, O COMPADRIO E SUBMISSÃO AOS PIXULECOS FICAM EXPOSTOS.
    O The Intercept, aquele folhetim que arregou e se colocou de joelhos perante o REGIME depois das publicações sobre VAZA JATO E VAZA TOGA, apareceu com uma manchete que Flávio Bolsonaro teria recebido de Daniel Vorcaro 134 MILHÕES DE REAIS para realização do filme sobre Bolsonaro, com o título de Dark Horse. Foi o suficiente para o dólar subir, como se fosse algo feito pelo LULA, a Bolsa cair, o Polymarket diminuir as apostas na VITÓRIA do Flávio nas Eleições de Outubro. Lembremos que é o mesmo Polymarket que o LULA mandou seus lacaios ignorarem, pelo fato de a Casa de Apostas mostrar o Flávio à frente na corrida à Presidência. Parece, só parece, que mesmo a velha imprensa, tão habituada a receber matérias do Sidônio, desconfiou do panfleto. No entanto, no Metrópoles, o Noblat e o Reinaldo Azevedo não perderam tempo em regurgitar as sabujices de sempre. RICARDO NOBLAT. “Flávio Bolsonaro, você perdeu. Peça para sair. Mais uma do roteirista do filme Brasil” “Para que serviu, ou serviria, o dinheiro dado por Daniel Vorcaro a Flávio Bolsonaro para financiar o filme em homenagem ao seu pai?” REINALDO AZEVEDO. “Master e “Bolsonaro, o filme”: um cruzado no queixo leva Flávio à lona. Candidato do PL pediu dinheiro a Vorcaro quando banco já estava encalacrado; MESMO QUE NÃO HAJA CRIME, A QUESTÃO É DE NATUREZA POLÍTICA” Vamos ao IntercePT, se me entendem a grafia. “Áudio: Flávio Bolsonaro negociou com Daniel Vorcaro R$ 134 MILHÕES DE REAIS para bancar filme sobre Jair” Quando alguém faz caca nas redações da ultra extrema imprensa, o estagiário vai para o olho da rua, assim como o mordomo era o CULPADO nos livros da Mary Roberts Rinehart. O problema da ultra extrema imprensa a mando e soldo, é que estudar sobre o que vai escrever não é a praxe, pois o que importa mesmo é mentir. Aí, vem novamente o Metrópoles, dessa vez para botar água no Chopp do NOBLAT e REINALDO. “Vorcaro pagou R$ 61 milhões para filme de Bolsonaro; Flávio cobrou dinheiro. Os diálogos entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro foram divulgados pelo Intercept Brasil” Isadora Teixeira, estude, criatura, para não pagar tantos micos. Aí chega a Malu Gaspar. “Master pagou 2,3 MILHÕES a empresa usada para financiar o filme sobre Bolsonaro” O valor pago pelo Master está no Balanço do Banco, NOBLAT, REINALDO AZEVEDO e INTERCEPT. A ultra extrema imprensa que acoita NOBLAT, REINALDO AZEVEDO e o estagiário do INTERCEPT não falam que havia um Contrato de patrocínio, COISA PRIVADA, sem Rouanet, numa época que Daniel Vorcaro era incensado pela Faria Lima e sua elite financeira. A extrema imprensa, mesmo a Globo, publicou que VORCARO também patrocinou filmes sobre LULA em 2024 e TEMER em 2026. A produtora do filme sobre BOLSONARO, afirmou em comunicado no X, que Daniel Vorcaro não entrou com um CENTAVO seu ou de empresas ligadas a ele para a produção do filme. Na dúvida, a PF do Andrei e do LULA pode mandar um dos seus jagunços que atuam nos Estados Unidos apurarem direto na GO UP ENTERTAINMENT a veracidade dos fatos. REINALDO, NOBLAT e INTERCEPT, “No terceiro mandato do presidente Lula (2023-2025), os valores autorizados para captação atingiram recordes consecutivos, para filmes, musicais e shows, superando os R$ 6,5 bilhões entre janeiro de 2023 e julho de 2025.” “A produtora do filme DAR HORSE permanece à disposição das autoridades competentes e da IMPRENSA para esclarecimentos cabíveis.” REINALDO, NOBLAT e INTERCEP, no final do dia, o Flávio subiu, o LULA caiu. Quanto a filmes patrocinados, NOBLAT, REINALDO e INTERCEPT, o filme sobre o “LULA, o filho do Brasil” foi patrocinado por empresas que DELATARAM o mesmo LULA, a ODEBRECHT, CAMARGO CORREIA, OAS e JBS e o levaram às CONDENAÇÕES POR CORRUPÇÃO E LAVAGEM DE DINHEIRO. A VELHA IMPRENSA ESTATIZADA pelo LULA faz Rui Barbosa, Assis Chateaubriand, Sérgio Porto, Luiz Gama, José do Patrocínio, Câmara Cascudo e Machado de Assis se revirarem em suas tumbas.

  2. Ana Maria Gavazzi
    Ana Maria Gavazzi

    A Reporter da Revista Oeste da a noticia como se tivesse feito contato depois do escandalo.
    Nao estou gostando de algumas posições pouco verificadas.

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