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Política

'Rejeitem qualquer possibilidade de anistia light', diz Eduardo

Para o deputado, projetos que propõem apenas a redução das penas dos envolvidos no 8/1 não resolvem o problema da perseguição política

'Falta coragem' ao STF para bater de frente com o governo dos EUA, diz Eduardo
Eduardo Bolsonaro ressaltou a necessidade de a direita se manter unida em torno de um projeto de anistia ampla, geral e irrestrita | Foto: Reprodução/X/Eduardo Bolsonaro

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) destacou a anistia “ampla, geral e irrestrita” como única condição para a pacificação no Brasil. De acordo com o parlamentar, uma anistia parcial “não resolverá o problema”.

O deputado criticou propostas de “anistia light” que circulam no Congresso Nacional. Para Eduardo, a anistia trata de fatos e “nada diferente de anistia ampla, geral e irrestrita deverá ser analisada ou surtirá qualquer efeito de pacificação”.

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Eduardo ressaltou que o marco inicial da anistia deve coincidir com o polêmico inquérito das fake news, aberto em 2019 pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

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Na visão do deputado, mesmo que fosse aprovada uma anistia parcial, com redução de pena para condenados pelos atos do dia 8 de janeiro de 2023, a perseguição aos conservadores continuaria em curso no país.

Eduardo defende o fim de todos os inquéritos abertos por Moraes desde 2019.

“Ele (Moraes) abriu vários inquéritos, por exemplo, a ‘Abin paralela’, contra o Ramagem e o Carlos Bolsonaro, ou mesmo o caso da juíza Ludmila Lins Grilo, que não tem conexão nenhuma com o 8 de janeiro, mas ela teve de sair do país e teve seus proventos congelados por conta do Alexandre de Moraes,” afirmou o deputado em vídeo publicado nas redes sociais, nesta quinta-feira, 11.

Mesmo que o ministro não sofra impeachment, Eduardo prevê seu enfraquecimento diante de uma anista ampla, já que o magistrado poderia encontrar dificuldades para abrir novos inquéritos por conta dos escândalos recentes envolvendo o uso da estrutura do STF e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para perseguir lideranças da direita e apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Eduardo pede união da direita

O deputado ressaltou a necessidade de a direita se manter unida em torno de um projeto de anistia ampla.

“Ou é isso ou é cada um por si”, disse. “E é o cada um por si que os nossos inimigos desejam. Porque divididos, somos mais fracos. E é natural que antes de alcançarmos o objetivo correto, o diabo faça tentações no meio do caminho para não perder poder.”

“Rejeitem qualquer possibilidade de ‘anistia light’ ou de redução de pena”, destacou. “Queremos acabar com as perseguições lideradas por Alexandre de Moraes.”

Leia também: “Teatro supremo”, reportagem de Cristyan Costa e Silvio Navarro, publicada na Edição 286 da Revista Oeste

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