Relatório da CPMI classificou jornal centenário como plataforma de ‘fake news’

Técnicos da investigação apontaram a Gazeta do Povo como site de notícias falsas. Veículo é o maior portal de informação do Paraná
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Deputada Lídice da Mata e senador Ângelo Coronel | Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
Deputada Lídice da Mata e senador Ângelo Coronel | Foto: Geraldo Magela/Agência Senado | CPMI - Fake News- Congresso

Técnicos da investigação apontaram a Gazeta do Povo como site de notícias falsas. Veículo é o maior portal de informações do Paraná

CPMI - Fake News- Congresso
Deputada Lídice da Mata e senador Ângelo Coronel | Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
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O relatório elaborado pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News sobre distribuição de verbas publicitárias do governo federal considerou, na lista de sites propagadores de notícias falsas, o jornal Gazeta do Povo, o maior veículo on-line do Paraná e publicação com mais de 100 anos de história.

Esse relatório foi solicitado por membros da CPMI das Fake News como conjunto probatório relacionado ao financiamento público de plataformas de conteúdo especializadas em “notícias falsas”. Entretanto, os consultores legislativos também consideraram como sites com conteúdo falso um portal evangélico,  Gospel Prime, e até uma plataforma de divulgação de resultados do jogo do bicho chamada Resultados Agora.

Gazeta do Povo foi considerada plataforma de fake news

Segundo o relatório da CPMI, o jornal Gazeta do Povo foi beneficiado com 5,4 mil anúncios do governo federal, e o site Gospel Prime, com 44,7 mil anúncios. Consta no relatório da CPMI das Fake News a veiculação de 2 milhões de anúncios com verba da Secretaria de Comunicação da Presidência da República em sites considerados de notícias falsas ou inapropriados. Além das plataformas de fake news, também foram identificados anúncios do governo federal em portais sobre investimentos ilegais e aplicativos com conteúdo adulto.

ARTICULAÇÃO: “Após polêmica, relator desidrata PL das fake news”

Além desses veículos, os consultores legislativos consideraram como plataformas de notícias falsas outros sites noticiosos como o Diário do Centro do Mundo, a Revista Fórum e o Conexão Política. Os dois primeiros são especializados em produzir conteúdo para a esquerda e conhecidos por defender o PT na internet; o terceiro é um portal conservador que apoia pautas como o liberalismo e é contra o aborto. Conforme os consultores da CPMI, houve veiculação de anúncios com verba pública em 843 canais supostamente inadequados.

Confira na íntegra o extrato de repasses de verbas publicitárias encaminhado à CPMI das Fake News

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