O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu que Ricardo Salles, deputado federal e ex-ministro do Meio Ambiente, no governo Jair Bolsonaro, será julgado em ação penal que apura suspeita de contrabando de madeira retirada da Amazônia. A decisão seguiu o parecer da Procuradoria-Geral da República.
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O caso teve início em maio de 2021, quando o Supremo autorizou a abertura de inquérito no âmbito da Operação Akuanduba. Depois da saída de Salles do ministério, em julho daquele ano, Moraes remeteu o processo à Justiça Federal do Pará.
Na primeira instância, a 4ª Vara Federal de Belém aceitou a denúncia e tornou Salles réu por corrupção passiva, crimes contra a flora e organização criminosa.
Com o novo entendimento do STF sobre o foro privilegiado, Moraes determinou em março que o processo retornasse ao Supremo. O fundamento é que as condutas atribuídas ao deputado teriam ocorrido quando ele ainda exercia o cargo de ministro.
Procurador-Geral deu parecer contra Ricardo Salles
Na semana passada, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, reforçou que a ação penal deve tramitar no STF e sustentou a validade dos atos processuais já praticados na Justiça Federal do Pará, incluindo a decisão de agosto de 2023 que tornou Salles réu.
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Ao acompanhar o parecer da PGR, Moraes determinou a abertura da ação penal no Supremo, que passará a julgar Ricardo Salles e outros envolvidos.
Salles, na época da denúncia, em 2023, já negava qualquer tipo de participação. Ele ressaltou estar certo que a “seriedade e a imparcialidade do Judiciário demonstrarão a falácia ali contida”. “Procuradores apresentaram denúncia das madeiras contra mim e os coronéis da PM que trabalhavam comigo [alguma surpresa!?!], contrariando, inclusive, conclusões do próprio delegado do caso. Veremos.”





































Objetivo: Tirar todos os mais fortes candidatos da Direita das disputas eleitorais, principalmente das majoritarias, para ter somente esquerdalhas ou de centro que se corrompem..
A quadrilha atuando novamente ..que novidade..
Só a MAGNITSKY resolve isso !
Como não existe o crime de bolsonarismo (ainda), então eles usam a criatividade. Enquanto isso, para se livrar de qualquer acusação, basta apresentar a carteirinha do PT.
Elles não param. “Mostrem o homem que mostro o crime.”