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Política

Senado aprova fundo de estabilização e auxílio-gasolina

Casa também analisa um projeto que determina uma alíquota unificada e em valor fixo para o ICMS sobre combustíveis

Plenário do Senado
Plenário do Senado | Foto: Pedro França/Agência Senado

Por 61 votos a 8, o Senado aprovou nesta quinta-feira, 10, o projeto que cria um fundo de estabilização dos preços dos combustíveis. Agora, a proposta seguirá para a análise da Câmara dos Deputados.

A conta tem por o objetivo reduzir o impacto da volatilidade dos preços dos combustíveis derivados do petróleo, do gás de cozinha e do gás natural, para o consumidor final.

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Polo texto aprovado pelo Senado, o fundo, chamado de Conta de Estabilização de Preços de Combustíveis, funcionará como uma espécie de “colchão”, a ser usado para amenizar o impacto das altas e será alimentado por fontes de receitas federais, como recursos pagos pela Petrobras à União.

A proposta, relatada pelo senador Jean Paul Prates (PT-RN), também cria o auxílio-gasolina, destinando um “vale” nos valores de R$ 100 e R$ 300 por mês para taxistas, mototaxistas e motoristas de aplicativos. O custo total está limitado a R$ 3 bilhões.

Chamado de Auxílio Combustível Brasileiro, será pago, prioritariamente, aos beneficiários do programa Auxílio Brasil (ex-Bolsa Família). No entanto, existe a previsão de que o pagamento do benefício estará sujeito à disponibilidade de recursos.

Prates afirmou que o auxílio ficará sujeito à lei eleitoral, que proíbe a criação de benefícios em ano eleitoral. “Por enquanto, não pode ser usado. Por isso, a gente está vendo que não é eleitoreiro, ninguém está ajudando o governo ou atrapalhando o governo.”

O líder do governo no Congresso, Eduardo Gomes (MDB-TO), afirmou que o Poder Executivo ainda analisa tecnicamente se vai poder pagar o auxílio-gasolina neste ano.

ICMS

Ainda hoje, o Senado pode votar um projeto que determina uma alíquota unificada e em valor fixo para o ICMS sobre combustíveis em todo o país.

O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços é um tributo estadual e atualmente varia de Estado para Estado. Pelo texto, o ICMS passaria a ser um valor unitário cobrado sobre o litro de combustível, em vez de um percentual sobre o valor final da compra.

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9 comentários
  1. Hermes
    Hermes

    * Refiro-me ao presidente do senado, porque o meu presidente faz o que pode e muito mais, apesar dessas gangs boicotadoras, invejosas e oportunistas.

  2. Hermes
    Hermes

    E os picaretas só fazem m mesmo. 61 a 8, relator do PT, que não tem moral nem idoneidade para sequer tratar de assuntos financeiros, porque já roubaram demais. Com um presidente prostituto e frouxo, a trupe continua o espetáculo circense. Quando teremos segurança quanto a condução de nossos reais interesses?.?

  3. Fausto Góes Fontes Neto
    Fausto Góes Fontes Neto

    Mais um privilégio que será financiado com o dinheiro de quem não tem o mesmo privilégio. Sempre que precisamos de uma solução, surge um político fazendo política do bom mocismo com o dinheiro dos outros.

  4. Eduardo Bezerra Vieira
    Eduardo Bezerra Vieira

    Façam algo de útil pelo país. Aprovem logo isso!

  5. Marcelo Gurgel
    Marcelo Gurgel

    Não funciona, quem não tem carro vai pagar a gasolina de quem tem.

    1. Jorge Luis
      Jorge Luis

      Marcelo, discordo. Quem não usa o SUS contribui para que? E poderíamos listar mais coisas que pagamos e não usamos

      1. Mirtes
        Mirtes

        Pois é, discordo tbem! Tá que só uns comentários que surgiram dizendo: quem não tomou vacina, não tem prioridade no atendimento, meu Deus! Se tivesse que ser assim, quem não tomou era pra ter prioridade porque não tinha usado o tanto de dinheiro público que se dispensou para essas vacinas ineficazes, fora o roubo absurdo. Paciência é uma virtude! Muito mais no Brasil!

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