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Política

Senado aprova projeto de lei para reciprocidade econômica

Se o Congresso acatar o texto, medidas contra barreiras comerciais externas poderão ser adotadas

Senado
Haddad afirma que uma possível taxação ‘injustificada’ dos EUA causaria ‘certa estranheza’ | Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

O Senado Federal aprovou nesta terça-feira, 1º de abril, por unanimidade, o Projeto de Lei (PL) da Reciprocidade. O texto define critérios para que o Brasil adote sanções econômicas em resposta a barreiras comerciais impostas por outros países.

A decisão ocorre depois que os Estados Unidos aplicaram o “tarifaço” e diante das possíveis restrições do mercado europeu à soja e à proteína bovina brasileira.

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A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado votou o PL em caráter “terminativo”. Com isso, o texto segue para aprovação na Câmara dos Deputados. Inicialmente, a proposta tratava de equiparar exigências internacionais de controle ambiental.

Se o Congresso aprovar o texto, a Câmara de Comércio Exterior pode adotar medidas contra barreiras comerciais externas. O órgão vai ter autonomia para suspender concessões econômicas e investimentos. A iniciativa alega proteger a competitividade dos produtos nacionais no mercado internacional.

Fernando Haddad se manifesta sobre possível taxação dos EUA

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirma que uma possível taxação “injustificada” dos EUA causaria “certa estranheza”. Em viagem oficial à França, o petista argumenta que o país tem uma “posição muito confortável em relação ao Brasil”.

“Causaria-nos até uma certa estranheza se o Brasil sofresse algum tipo de retaliação injustificada, uma vez que nós estamos na mesa de negociação desde sempre com aquele país, justamente para que a nossa cooperação seja cada vez mais forte”, disse Haddad.

+ Leia também: “Itamaraty ataca tarifas impostas por Trump: ‘Injustificáveis'”

Ele ressalta que o Brasil estabeleceu uma sólida “parceria com o Estado americano” e, por isso, deve “manter essa postura de abertura de negociações e de desejo de uma prosperidade mútua nas relações bilaterais”.

5 comentários
  1. Ricardo Luiz Rocha Cubas
    Ricardo Luiz Rocha Cubas

    Quanta palhaçada, quanta hipocrisia, quanto populismo. O Brasil já impõe ao resto do mundo tarifas que ultrapassam 100% em impostos e custos de importação, aí vem a pergunta: COMO O BRASIL VAI RETALIAR ALGUMA COISA SE JÁ TARIFA OS PRODUTOS IMPORTADOS EM MAIS QUAL E O DOBRO DO PREÇO DOS PRODUTOS PRODUZIDOS LÁ FORA??? Cambada de burros!

  2. Marcos Antônio de Carvalho
    Marcos Antônio de Carvalho

    O Brasil e suas instituições mais importantes – Congresso, Supremo, Governo. Tudo é uma grande piada. O Brasil vai fazer o quê, contra a União Europeia, contra os Estados Unidos? Vai proibir as exportações? Vai aumentar a taxação dos produtos importados? Vai proibir a entrada de pessoas no território brasileiro??? Proibir ou
    taxar investimentos estrangeiros? Um País que tem um anlfabeto presidente, um corrupto como alcolumbre como presidente do Senado, que tem um boneco encerado como presidente da Câmara e um tribunal composto por toffoli, zanin (puros analfabetos jurídicos) que tem a desonestidade em pessoa – gilmar, um louco desvairado relatando processos – moraes, um saltitante como ministro presidente e uma fulana que morre de medo de enfrentar as ilegalidades praticadas – ceertamente não pode dar certo. Vai à bancarrota.

  3. FORA LULA
    FORA LULA

    considerando a já exorbitante carga tributária nas importações, vamos fechar nossas fronteiras ainda mais.. apenas os socialistas que amam o capitalismo e recebem dinheiro fácil poderão acompanhar a evolução do mundo.. para os meros mortais pagadores de impostos seremos tão avançados quanto cuba…

  4. Christian
    Christian

    Esta decisão não faz tremer nem a unha do dedo mindinho americano…

  5. MTM_CZA
    MTM_CZA

    Trump está batendo a cabeça da parede com tanta preocupação pela aprovação da tal lei de reciprocidade econômica. No mais, não temos que nos preocupar porque nosso ‘jenio’ economico, o Taxad, irá castigar os americanos. Fiquem em paz e tranquilos.

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