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• O ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira, criticou a tarifa adicional de 25% imposta pelos Estados Unidos a produtos brasileiros;
• De acordo com ele, não não há justificativa para tal medida;
• Ao conversar com a reportagem da Revista Oeste, durante evento em São Paulo, Sidônio defendeu o trabalho do governo Lula em negociações com os EUA;
• Entretanto, não comentou a ausência de representantes do governo brasileiro nas audiências do Escritório do Representante Comercial dos EUA; e
• O ministro também negou a afirmação de que o governo Lula tenha sido responsável por impor sigilos.
O ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Sidônio Palmeira, criticou a aplicação da tarifa adicional de 25% imposta pelo governo dos Estados Unidos sobre produtos exportados pelo Brasil. De acordo com ele, não há justificativa plausível para a medida, que entrou em vigor na madrugada desta quarta-feira, 22.
“Não tem nenhuma base para isso”, disse Sidônio, em relação ao tarifaço norte-americano. A declaração foi data a Oeste durante evento no Grupo Bandeirantes de Comunicação, em São Paulo.
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Ainda sobre a relação comercial entre Brasil e EUA, o chefe da Secom saiu em defesa do trabalho do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com o ministro, foram feitas mais de 30 reuniões. Ele, entretanto, não comentou o fato de o Palácio do Planalto não enviar representante à série de audiências realizada no começo do mês pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR).
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Diferentemente do governo Lula, o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), participou das audiências do USTR. Ele pediu a suspensão das tarifas.

Sidônio ainda citou que as negociações com o governo norte-americano visando a derrubada do tarifaço prosseguem. Contudo, afirmou que Lula não negociará a “soberania” nem eventuais mudanças no Pix, sistema de pagamento implantado no Brasil em 2020, sob a gestão de Roberto Campos Neto no comando do Banco Central. Campos Neto havia sido indicado ao cargo pelo então presidenta Jair Bolsonaro.
Sidônio defende gestos de Lula e rechaça imposição de sigilos
Indagado a respeito da postura de Lula, que se apresenta como pré-candidato à reeleição, Sidônio Palmeira elogiou o jeito do petista. De acordo com o ministro, o presidente da República “mais acerta do que erra” em termos de comunicação. Sobre o fato de o petista ter mostrado o dedo do meio durante discurso realizado neste mês em evento oficial no Palácio do Planalto, o chefe da Secom classificou o gesto como “muito, muito pequeno”.
O titular da Secretaria de Comunicação Social negou, por fim, o fato de o governo federal impor sigilos em diversas situações. “Não tem nenhuma [informação sob sigilo]“, afirmou. “Temos total interesse na transparência.”
Somente neste ano, o governo Lula foi responsável por impor sigilo em ao menos três ocasiões:
- parecer do veto ao Projeto de Lei da Dosimetria (janeiro);
- cartas enviadas a Lula (março); e
- processos de autorização para operações de apostas esportivas, as bets, no país (junho, sigilo por cem anos).
Leia também: “O governo do sigilo”, reportagem de Rachel Díaz publicada na Edição 297 da Revista Oeste
SIDÔNIO JOSEPH GOEBBELS….
UMA MENTIRA REPETIDA MUITAS VEZES PASSA A PARECER UMA VERDADE…
TÁTICA MUITO ANTIGA DA ESQUERDA !