O Supremo Tribunal Federal (STF) afirmou, nesta sexta-feira, 23, que as medidas de segurança adotadas pela Corte têm como objetivo garantir a autonomia e a imparcialidade dos ministros, conforme a legislação vigente.
Segundo o tribunal, os ministros são alvos frequentes de ameaças, feitas por e-mails, redes sociais, tentativas de invasão das dependências do STF e outras ações criminosas.
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A Corte cita episódios como os atos de 8 de janeiro de 2023, o registro de explosão em 13 de novembro de 2024 e investigações da Polícia Federal que apuram “planos concretos contra autoridades”.
De acordo com a nota, cabe à Secretaria de Polícia Judicial do STF avaliar riscos, identificar ameaças e definir os meios necessários para assegurar a proteção dos ministros em todos os locais.
O tribunal afirma que a atuação do setor segue os preceitos legais e busca garantir o exercício pleno e independente das funções constitucionais dos magistrados.
Pronunciamento do STF: escoltas de Toffoli ao Tayayá custaram R$ 548 mil aos cofres públicos

O pronunciamento do STF ocorre depois de um levantamento revelar que as viagens do ministro Dias Toffoli ao Resort Tayayá custaram R$ 548,9 mil aos cofres públicos com o pagamento de diárias a seguranças desde, ao menos, dezembro de 2022.
Dados obtidos pelo Metrópoles mostram que Toffoli passou 168 dias no Tayayá, em Ribeirão Claro (PR) — o equivalente a um de cada sete dias no local.
Os dados foram inferidos a partir das diárias de segurança custeadas pelo Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, que costuma enviar equipes para escoltar o ministro durante as estadas, mesmo com o resort localizado no Paraná. As despesas descrevem o serviço de “apoio em segurança e transporte para autoridade do STF”.
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Em geral, quatro ou cinco agentes são destacados por viagem. Quando a permanência ultrapassa cinco dias, as equipes são substituídas. No fim de 2025, Toffoli chegou a fechar o resort para uma festa privada, com grupo de samba e a presença do ex-jogador Ronaldo Fenômeno, segundo relatos.
Funcionários afirmam que o local é conhecido na cidade como “resort do Toffoli”. Embora o empreendimento tenha sido vendido em abril de 2025 ao advogado Paulo Humberto Barbosa, o ministro esteve no Tayayá sete vezes depois da venda, somando 58 dias de estadia.
Por essa lógica, qualquer crítica pode ser considerada risco!
Magistrados não são deuses infalíveis…
Caberia pensarem como Júlio César, de Shakespeare, sobre a própria esposa.
Eles mesmos se colocaram nessa situação absolutamente deplorável, por seus próprios erros.