O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria, nesta sexta-feira, 4, para excluir as receitas próprias dos tribunais e órgãos do Judiciário da União do novo arcabouço fiscal. A discussão sobre o tema no plenário virtual deve prosseguir até a próxima semana.
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A Lei Complementar 200/2023 estabelece limites de despesas para os Três Poderes da União. Contudo, exclui universidades públicas federais, algumas instituições de ensino e empresas públicas. A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) pediu ao STF para que as receitas próprias do Judiciário recebessem o mesmo tratamento dado aos recursos das universidades.
Votação dos ministros no STF
O ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, votou a favor da retirada dessas receitas do limite de gastos. Até agora, os ministros Dias Toffoli, Edson Fachin, Gilmar Mendes, Luís Roberto Barroso e Cristiano Zanin concordaram com o parecer do relator. O julgamento havia sido interrompido no fim de fevereiro em razão de um pedido de vistas de Mendes.
A decisão do relator prevê que as receitas do Judiciário que geram um superávit retornem ao caixa único do Tesouro. A maioria dos tribunais possui fundos especiais cujos recursos são transportados para o ano seguinte em casos de receitas que excedem o limite orçamentário.
Impactos da decisão
Em 2023, o STF havia determinado que despesas pagas com recursos de fundos especiais do Judiciário ficassem fora do teto de gastos. Tais verbas não podem ser usadas para despesas obrigatórias.
Ao relatar a solicitação da AMB, Moraes afirmou que o Judiciário da União ainda não possui um fundo próprio desse tipo. O relator destacou que aplicar uma interpretação restritiva prejudicaria a manutenção de receitas próprias destinadas ao funcionamento do Judiciário em situações de superávit.
De acordo com o magistrado, a exclusão das receitas dos limites impostos pelo arcabouço fiscal “prestigia a autonomia do Judiciário da União”.








































Os sem votos não tem vergonha na cara
A redução do Estado Brasileiro é a única solução ! Quanto maior o Estado mais poder para esses crápulas do judiciário !!
É simples, matem os recursos próprios e diminui a verba da união
É simples, matem os recursos próprios e diminui a verba da união
Sugadores de sangue dos pagadores de impostos! É só olhar os itens cobrados pelos cartórios na expedição de documentos que são direcionados ao Judiciário. Aves de rapina!
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E uma ditadura de milionários…
Defensores dos pobres no Brasil. Pra eles tudo, para o povo, nem ovo!
O Judiciário, sempre ele, está sempre protegido contra decisões que impliquem em contenção de seus gastos