‘Supercomputador’ que falhou nas eleições foi comprado sem licitação

Contrato no valor de R$ 26,2 milhões foi publicado no "Diário Oficial da União"
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Presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, e vice-presidente Luiz Edson Fachin | Foto: Antonio Augusto/ascom/TSE
Presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, e vice-presidente Luiz Edson Fachin | Foto: Antonio Augusto/ascom/TSE

Contrato no valor de R$ 26,2 milhões foi publicado no ‘Diário Oficial’ da União

Barroso
Presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, e vice-presidente Luiz Edson Fachin
Foto: Antonio Augusto/Ascom/TSE
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Responsável pelo maior vexame eleitoral do país desde o fim do voto em cédulas, o “supercomputador” usado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no domingo 15 foi comprado sem processo de licitação. O contrato, no valor de R$ 26,2 milhões, foi publicado no Diário Oficial da União em 25 de março deste ano. A beneficiada é a empresa Oracle do Brasil.

De acordo com a BBC News Brasil, usando a ferramenta Siga Brasil, do Senado Federal, R$ 19,5 milhões já foram empenhados — jargão orçamentário para compromisso de gastos.

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