O presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Vital do Rêgo, e o presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, se reuniram às 14h desta segunda-feira, 12, na sede da autoridade monetária, para discutir o procedimento de liquidação do Banco Master. Em coletiva de imprensa às 15h35, depois do encontro, Vital do Rêgo definiu o encontro como amigável e colaborativo.
“Hoje saio da reunião profundamente feliz”, disse aos jornalistas. Perguntado se o TCU tem poder para reverter a aniquilação do Master, o presidente da Corte de Contas foi enfático: “Isso não está em jogo”.
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Vital do Rêgo comentou o despacho do ministro Jhonatan de Jesus, relator do caso envolvendo Banco Central e Master e que determinou inspeção na autoridade monetária. O presidente do tribunal considera que “a medida é extremada, mas eu não a vejo como competência do TCU para desfazê-la”.

A reunião, de acordo com o presidente do TCU, teve “objetivos claros” de dizimar dúvidas quanto à competência da Corte para atuar no caso Master. O BC teria destacado a importância de o tribunal fazer uma inspeção na autarquia, de modo a conceder segurança jurídica ao processo de liquidação.
“O Banco Central quer a segurança jurídica que o TCU pode dar, porque esse processo não é um processo meramente administrativo. É um processo administrativo e criminal”, disse Vital do Rêgo. A inspeção, explicou, é um ato tanto administrativo quanto regulatório.
Agora, segundo o ministro, o TCU vai fazer um calendário para a inspeção. “O compromisso da Corte é terminar esse processo o mais rapidamente possível”, afirmou, ressaltando a relação “histórica” de colaboração entre o tribunal e o BC.

TCU terá acesso a documentos do BC sobre liquidação do Master
A reunião estabeleceu que o TCU terá acesso aos documentos do BC que foram base para o processo liquidatório. Segundo Vital do Rêgo, o tribunal ainda não teve contato com essas informações.
“Só quem podia liquidar era o Banco Central, nós nunca discutimos isso. Cabe ao TCU fazer análise dos documentos, que estão à disposição do TCU já a partir de hoje”, disse o presidente da Corte de Contas. “Agora, nós temos um calendário, e esse calendário vai ser ajustado entre as unidades técnicas.”
Vital do Rêgo reiterou que não houve “absolutamente nenhuma rusga” com o BC, “muito pelo contrário”. Um jornalista perguntou se houve sequer algum ponto de divergência entre as duas instituições. “Zero, zero”, respondeu o ministro.
Deviam tirar esse ministro idiota , o tal do nordestino/norte sem preparo que quis salvar os envolvidos, a mulher do psicopata a família do