Nesta quarta-feira, 11, o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), se declarou suspeito para julgar a manutenção ou não da prisão do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro.
“Declaro a minha suspeição por motivo de foro íntimo nos autos do Mandado de
Segurança nº 40.791/DF, a mim distribuído”, disse. “Tendo em vista que há correlação entre as matérias objeto daquele feito e as dos autos da Pet nº 15.556/DF, declaro a minha suspeição na forma do art. 145, § 1º, do Código de Processo Civil, por motivo de foro íntimo, a partir desta fase investigativa.”
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Na sequência, Toffoli comunicou a decisão ao presidente da 2ª Turma, Gilmar Mendes. O colegiado vai definir a situação do banqueiro.
Há alguns dias, o novo relator do caso do banco no STF, André Mendonça, determinou o retorno de Vorcaro ao regime fechado.
Isso porque, de acordo com a Polícia Federal, Vorcaro ainda detém poder nas esferas pública e privada.
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Toffoli se declara suspeito em ação para abrir CPI

No processo, alega-se que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), deixou de cumprir a obrigação regimental de abrir a comissão parlamentar de inquérito, mesmo depois de a proposta ter reunido o número mínimo de assinaturas.
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Esse não é suspeito, é culpado.
Deveria estar junto com o Vorcaro.
Ainda vai chegar lá… Vai pra cadeia.
Um ministro do STF digno do cargo deveria ter se declarado suspeito quando se auto nomeou relator de um processo que nem deveria estar no STF. Só se coloca impedido após as graves revelações divulgadas após a apreensão do celular de Vorcaro.
Concordo!