Tolentino terá que ir à CPI da Covid, reafirma Cármen Lúcia

Empresário foi internado no Hospital Sírio-Libanês, mas já recebeu alta
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Advogado e empresário Marcos Tolentino | Foto: Reprodução/RBTV
Advogado e empresário Marcos Tolentino | Foto: Reprodução/RBTV

A ministra do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia negou nesta sexta-feira, 3, um novo pedido para que o advogado e empresário Marcos Tolentino não seja obrigado a comparecer à CPI da Covid.

Para justificar que a convocação fosse convertida em um comparecimento facultativo, a defesa de Tolentino alegou que ele está com problemas de saúde. A ministra, no entanto, considerou que não há base jurídica válida no pedido.

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O empresário é apontado por integrantes da CPI como sócio oculto da FIB Bank, que emitiu uma carta-fiança para Precisa Medicamentos no caso da vacina indiana Covaxin.

O Ministério da Saúde chegou a fechar o contrato para o fornecimento das doses, mas, após denúncias de irregularidades, cancelou o acordo sem que nenhum dinheiro tenha sido pago.

Tolentino já faltou ao depoimento

Marcos Tolentino foi convocado para prestar depoimento na última quarta-feira 1º, mas não compareceu após alegar um problema de saúde e ser internado no Hospital Sírio-Libanês em São Paulo. Agora, a expectativa é que ele seja ouvido em 14 de setembro.

Tolentino recebeu alta no dia seguinte. Ainda assim, a defesa dele entrou com pedido para que a ministra Cármen Lúcia reconsiderasse a decisão de determinar que o empresário deve comparecer à CPI, mesmo tendo o direito de permanecer em silêncio sobre fatos que possam incriminá-lo.

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