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Política

Transparência Internacional alerta para riscos de corrupção no PAC de Lula

ONG destaca ausência de dados críticos sobre projetos e impactos socioambientais

O presidente Lula durante evento de assinatura do Novo PAC | Foto: Divulgação/Ricardo Stuckert
O presidente Lula durante evento de assinatura do Novo PAC | Foto: Divulgação/Ricardo Stuckert

A ONG Transparência Internacional-Brasil questionou a divulgação limitada de informações sobre o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal. Segundo o documento, a carência de dados detalhados pode gerar “aumento dos riscos de fraude, corrupção e má gestão, além da criação de obstáculos para o controle social, incluindo os impactos sociais e ambientais”. A Casa Civil, responsável pelo PAC, não respondeu à reportagem.

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Os pesquisadores classificam como insuficientes as melhorias implementadas desde 2024, que elevaram a nota de transparência do programa de 8,15 para 12,12 pontos em 100. “Mesmo após dois anos da terceira edição do PAC, as lacunas permanecem”, aponta Maria Dominguez, coordenadora do Programa de Integridade e Governança Pública da ONG, lembrando que gestões anteriores também registraram baixa transparência, danos ambientais e corrupção.

Impacto ambiental do PAC

O estudo ressalta que o Novo PAC destina 35% de seus recursos a eixos ligados à agenda ambiental, com 908 projetos. Entre eles, figuram iniciativas como o Luz Para Todos, a Usina Termelétrica a Gás de Portocem (PA) e o desenvolvimento de petróleo e gás no Campo de Raia (RJ). Obras com potencial de impacto ambiental relevante incluem as Usinas Termoelétricas de Manaus (AM) e Jurema (MT).

O documento destaca a falta de integração do portal do Novo PAC com outros sistemas. Também cita a ausência de informações sobre licenciamento ambiental, estudos de viabilidade e relatórios de impacto. Projetos de grande relevância, como a Usina Nuclear de Angra 1 (R$ 1,8 bilhão) e a Usina Termoelétrica de Manaus I (R$ 351 milhões), não possuem dados públicos sobre mitigação de impactos ambientais ou compensações planejadas.

Das 23.059 obras registradas até dezembro de 2024, apenas 8.297 têm detalhamento disponível, correspondendo a 35,98%. O investimento detalhado chega a R$ 79,5 bilhões, cerca de 5,67% do total previsto de R$ 1,3 trilhão até 2026. Seis dos nove eixos do programa zeraram na avaliação de transparência.

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6 comentários
  1. Antonio Da Silva
    Antonio Da Silva

    “O ex-procurador, ex-chefe da “lava jato” e deputado federal cassado Deltan Dallagnol já cogitava em outubro de 2015 o repasse à ONG Transparência Internacional de valores oriundos de acordos firmados pela autodenominada força-tarefa no âmbito de uma ação que envolvia a Petrobras. Deltan citou um assets sharing (repasse de ativos, em tradução livre) quando falou da multa que seria desdobramento do processo contra a estatal petroleira.” Essa ONG que tentou passar a mão no dinheiro roubado da Petrobrás tem moral para que, mesmo???

  2. Antonio Da Silva
    Antonio Da Silva

    Transparência Internacional é aquele ong fake para qual o Moro queria passar verbas da petrobrás?? Ah ta..

  3. RODRIGO DE SOUZA COSTA
    RODRIGO DE SOUZA COSTA

    Impossível. Esse governo é o mais honesto da história.

  4. José Antônio Batalha Zocccoler
    José Antônio Batalha Zocccoler

    Kkkkpara não perder o costume mais uma fraude e corrupção…a marca desse governo

  5. David S
    David S

    Acham que há riscos de corrupção, tão de brincadeira!
    Não há riscos, é certeza, simples…

  6. Moisés Fróes
    Moisés Fróes

    Transferência internacional ainda ACHAM que há corrupção no desgoverno do Luladrão? Os corruPTistas, a esquerdalha TODA, só sabem: ROUBAR, MENTIR, ROUBAR, MENTIR…………
    A EXISTÊNCIA DESSA RAÇA MALDITA JÁ É UMA MENTIRA.

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