O governo de São Paulo liberou nesta semana o primeiro trecho do Rodoanel Norte Mário Covas, ligando as rodovias Presidente Dutra e Fernão Dias entre os km 129 e 153. A expectativa é que, com a conclusão total do anel viário em 2026, cerca de 18 mil caminhões deixem de circular diariamente pela capital, reduzindo entre 6% e 8% as emissões de gases de efeito estufa, relata a Agência SP.
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O Rodoanel Norte terá 44 quilômetros, atravessando São Paulo, Guarulhos e Arujá, e vai integrar os trechos Oeste, Sul e Leste, permitindo o redirecionamento do tráfego de longa distância e de cargas que hoje passam por áreas urbanas. O investimento total é de R$ 3,4 bilhões, sendo R$ 1,35 bilhão do Estado e R$ 2 bilhões da concessionária responsável.
O projeto, garante o governo, inclui monitoramento ambiental próximo à Serra da Cantareira, passagens subterrâneas para fauna, reflorestamento e recuperação de áreas degradadas.
Polêmica sobre o Rodoanel
A obra também fortalecerá a logística estadual, com o objetivo de facilitar o acesso ao Porto de Santos e integrar o transporte entre Sudeste e Nordeste pelas rodovias Dutra e Fernão Dias.
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Em relação à polêmica de que a obra estava adiantada quando Tarcísio assumiu o cargo, o governo destaca que o trecho foi finalizado depois desta ter ficado seis anos paralisada.
Os trabalhos, relata a gestão, foram retomados em abril de 2024, seis meses antes do cronograma e já apresentam 59% de execução. O primeiro segmento liberado soma 24 quilômetros com três faixas por sentido, quatro túneis totalizando dois quilômetros, viadutos e acessos estratégicos.





































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