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TSE define datas de eleições municipais ‘extras’

Pleito será realizado onde eleito em 2020 for barrado pela Justiça.
Sim, em algumas cidades haverá eleição em 2021
Sim, em algumas cidades haverá eleição em 2021 | Foto: Agência Brasil

As eleições 2020 ainda não chegaram ao fim. Em mais de 90 municípios espalhados pelo Brasil, o candidato a prefeito mais bem votado está impedido, ao menos momentaneamente de assumir o cargo devido a análise pendente na Justiça, conforme registrou Oeste em dezembro. No caso de decisão definitivamente desfavorável ao político, uma nova disputa pela prefeitura será realizada. Ao considerar essa possibilidade, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu as datas para eleições extras, chamadas oficialmente de suplementares.

Leia mais: “O que acontece com uma cidade sem prefeito?”

Em portaria publicada nesta semana, o TSE definiu 10 datas para a realização das eleições municipais extras. Elas vão de março a dezembro. Isso porque há casos em que a situação do candidato a prefeito mais bem votado ainda não foi julgado pelo próprio tribunal. Somente após julgamento de recursos no TSE, os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) poderão organizar o pleito suplementar. Apesar da indefinição para esses políticos e para o eleitorado, que ainda não sabe se precisará ter reencontro com a urna eletrônica em 2021, há uma certeza: as eleições suplementares ocorrerão somente aos domingos.

Abaixo, as datas definidas pelo TSE:

  • 7 de março;
  • 11 de abril;
  • 2 de maio;
  • 13 de junho;
  • 4 de julho;
  • 1º de agosto;
  • 12 de setembro;
  • 3 de outubro;
  • 7 de novembro;
  • 5 de dezembro.

“A realização dos pleitos nessas datas preestabelecidas surge por questões logísticas e pela necessidade de que os sistemas dos TREs e do TSE estejam operantes e alinhados para captação, apuração, transmissão e totalização dos votos em cada localidade”, observa o TSE.

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2 comentários

  1. Que tal adaptar algumas urnas eletrônicas, e simular um teste com o TESTEMUNHO IMPRESSO?
    Vai Barroso, aqui não tem nenhum neném!!!

  2. Assim a discussão fica real: avaliação de custo e necessidade, e quem sabe melhora da CREDIBILIDADE, digamos assim, NECESSISADE de um penduricalho chamado TSE?.

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