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Vacinação: Ministério Público investiga casos de ‘fura fila’

Onze Estados, mais o Distrito Federal, têm denúncias de pessoas recebendo o imunizante antes dos grupos prioritários
MPF abriu canal de denúncias
MPF abriu canal de denúncias | Foto: Tiago Queiroz/Estadão Conteúdo

Na quinta-feira 21, o Ministério Público Federal (MPF) abriu uma série de investigações para apurar supostas fraudes no processo de vacinação contra a covid-19. Há registros de servidores públicos e seus familiares “furando a fila” no Distrito Federal e em 11 Estados: Amazonas, Bahia, Ceará, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, São Paulo e Sergipe. Em Manaus, por exemplo, Gabrielle Kirk Maddy Lins e Isabelle Kirk Maddy Lins serão ouvidas pelo MPF porque teriam recebido o imunizante antes dos grupos prioritários — o caso ganhou projeção nas mídias sociais.

Filhas dos mantenedores da Universidade e Hospital Nilton Lins, elas negam irregularidades. Conforme noticiou Oeste, ainda na capital do Amazonas, há denúncias de membros de famílias influentes recebendo nomeações na Secretaria municipal de Saúde com a finalidade de “furar a fila” e garantir a imunização. Seis milhões de doses da vacina experimental CoronaVac foram enviadas aos Estados no início desta semana. Profissionais de saúde, idosos em asilos, deficientes em instituições de longa permanência e indígenas serão os primeiros vacinados. Para denunciar fraudes, clique no link da Sala de Atendimento.

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1 comentário

  1. No sórdido e asqueroso mundo político, e dos funcionários públicos, a norma é essa. Primeiro eu, meus descendentes e ascendentes, meu cachorrinho e meu gatinho. Depois meus amigos, meus colegas de repartição e meus vizinhos. Ao final, os eternos pagadores da escorchante carga tributária. Valha-me Deus!

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