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Política

Vasectomia, laqueadura e vacinação contra covid-19 vão a julgamento no STF

Depois de uma semana de recesso em razão do Dia do Servidor Público, ministros voltam a trabalhar em sessões na quarta e na quinta-feira

Maioria do plenário do STF acompanhou o voto do relator: segundo magistrados, residentes fora do Brasil já são prejudicados por não terem direito à dedução do IR | Foto: Antonio Augusto/Divulgação/STF
Ministros do STF retornam ao trabalho depois de uma semana de recesso em razão de feriado: ações envolvem questões políticas | Foto: Antonio Augusto/Divulgação/STF

Depois de uma semana de recesso em razão do Dia do Servidor Público (1º de novembro), o Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, volta a trabalhar. Na pauta, há pelo menos quatro ações.

A agenda do tribunal deve debater e julgar processos incluindo principalmente regras para vasectomia e laqueadura; imposição da vacinação contra a covid-19; discussão sobre o regime jurídico de servidores públicos; e organização dos serviços judiciários penais de São Paulo.

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STF analisa pedido da esquerda

Os temas estão na pauta das três sessões previstas. Duas serão primeiro na quarta-feira, 6 (uma no período da manhã e outra à tarde), e uma na quinta-feira, 7. Na sessão de quarta-feira, está prevista a análise de uma ação que os partidos de esquerda apresentaram em 2000.

No processo, as siglas questionam uma emenda constitucional de 1998. O dispositivo extinguiu a obrigatoriedade do Regime Jurídico Único (RJU) e dos planos de carreira para servidores públicos. Em 2017, o STF decidiu, contudo, suspender uma parte do texto que trata do assunto.

Outra discussão prevista é sobre uma medida cautelar do ministro Luís Roberto Barroso, em 2022, que atende, sobretudo, a um pedido do partido Rede Sustentabilidade. No pedido, a sigla questiona uma lei da cidade de Uberlândia (MG).

A regra municipal se apoiou na tese do “respeito às liberdades fundamentais individuais das pessoas”. Assim, vedou a vacinação compulsória contra o covid-19 e proibiu sanções às pessoas que, do mesmo modo, optassem por não se vacinar.

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O partido argumenta que a lei vai contra a decisão do STF que permite impor restrições a pessoas que não podem comprovar sua imunização contra o vírus. O julgamento começou em plenário virtual sob a relatoria de Barroso.

O presidente da Corte votou pela inconstitucionalidade da legislação da cidade mineira. Os ministros Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia e Rosa Weber, hoje aposentada, seguiram o relator. Durante o julgamento virtual, o ministro Kassio Nunes Marques pediu destaque e levou a ação para o plenário em 2022.

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1 comentário
  1. JR
    JR

    Regras para vasectomia e laqueadura é o fim da picada. É legislar sobre a vontade das pessoas . É decidir pelos outros. Se existe uma regra para isso( e sei que existe) ela deve ser simplesmente extinta e a vontade de homens e mulheres , no que tange especificamente a cada um , ser respeitada.

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