A revelação de documentos e mensagens mudou a condição de Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal. Conforme matéria de capa da Edição 289 da Revista Oeste, as denúncias conhecidas como Vaza Toga mostraram que o magistrado agiu fora da legalidade.
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“Moraes avançou sem resistências sólidas até o surgimento da Vaza Toga”, afirmam, no texto de Oeste, os jornalistas Augusto Nunes e Eliziário Goulart Rocha. “Há algumas semanas, o antigo subordinado Eduardo Tagliaferro vem divulgando provas dos métodos criminosos usados pelo ministro e um juiz auxiliar para forjar provas que incriminem inocentes. O feroz inquisidor evita comentar o caso e continua à caça de motivos para punir a testemunha que vem resgatando a verdade. É ele quem precisa de álibi.”
Tagliaferro foi o assessor-chefe da Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele permaneceu na função de agosto de 2022 a julho de 2023. O tempo coincide com o período em que Moraes presidiu o TSE.

Vaza Toga, Moraes e a atual situação do STF
As revelações da Vaza Toga não são os únicos problemas para Moraes e demais ministros do STF. Em “A crise veste toga”, Nunes e Goulart Rocha apresentam elementos que mostram como o Supremo transformou o Brasil de hoje no pior sistema de governo.
\"O Brasil só voltará à normalidade quando o Supremo voltar a respeitar a lei.\" Leia o artigo de @augustosnunes e Eliziário Rocha na Edição 289 da Revista Oeste https://t.co/bmGuBhqvW5
\— Revista Oeste (@revistaoeste) September 27, 2025
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