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Política

Vereadora do PT é acusada de intimidar servidor da Câmara de Natal

Brisa Bracchi é alvo de processo de cassação de mandato

Brisa Bracchi (PT) é vereadora em Natal | Foto: Francisco de Assis/CMNat
Brisa Bracchi (PT) é vereadora em Natal | Foto: Francisco de Assis/CMNat

O vereador Matheus Faustino (União), coordenador do Movimento Brasil Livre, apresentou nova denúncia contra a vereadora Brisa Bracchi (PT), pela acusação de intimidar o chefe da Procuradoria Legislativa da Câmara Municipal de Natal.

O episódio ocorreu na manhã desta sexta-feira, 22, quando o servidor Leonardo Scherma Nepomuceno se dirigia ao gabinete da parlamentar para entregar a intimação oficial referente ao processo de cassação de seu mandato.

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Segundo a denúncia, o servidor foi alvo de um corredor polonês formado por apoiadores da vereadora, que entoavam gritos de “Brisa Fica”. O documento argumenta que a situação configurou “constrangimento moral e intimidação indevida no exercício de sua função pública em espaço institucional e com a anuência da vereadora”.

Ainda de acordo com a representação, a conduta é enquadrada como violação ao decoro parlamentar com base no Regimento Interno da Câmara Municipal. O pedido de Faustino solicita à Comissão de Ética a imediata instauração de processo ético-disciplinar, com direito ao contraditório e ampla defesa.

Entre as medidas requeridas estão a requisição de imagens do circuito interno de segurança, a oitiva do servidor envolvido e a apuração da responsabilidade da vereadora pela omissão no controle de seus apoiadores. O vereador pede ainda a aplicação de penalidade compatível com a gravidade da conduta, que pode variar de advertência até a cassação do mandato.

Leia mais:

Processo contra a vereadora do PT

Este é mais um capítulo no processo que já tramita contra Brisa na Comissão de Ética, relacionado ao envio de emendas impositivas para um evento político que comemorava a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Em resposta, a vereadora negou irregularidades e afirmou que a denúncia tem caráter persecutório. “O novo requerimento só comprova o processo de perseguição que parte do vereador contra o nosso mandato”, declarou.

“Afinal, qual quebra de decoro pode haver em um ato espontâneo, onde quando o servidor chegou, as pessoas estavam cantando?”, perguntou a vereadora. “E pra além disso, de nossa parte inclusive houve todo cuidado de não expor o servidor nas imagens e vídeos que circulamos.”

Agora, caberá à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara Municipal de Natal analisar a denúncia, coletar provas e ouvir testemunhas antes de deliberar sobre a eventual aplicação de sanções.

Leia também: “Partido representa?”, artigo de Alexandre Garcia publicado na Edição 223 da Revista Oeste

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1 comentário
  1. O BELFORROXENSE
    O BELFORROXENSE

    Caraca, todas as mulheres esqueradalhas são feiosas dos infernos… Por isso são mal-amadas e fazem coisas sem noção!

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