Weintraub deixa o Ministério da Educação

Em postagem no Twitter, Weintraub agradeceu pela oportunidade e parabenizou o presidente Jair Bolsonaro
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Ministro terá cinco dias para ser ouvido pela PF | Foto: Marcos Corrêa/PR
Ministro terá cinco dias para ser ouvido pela PF | Foto: Marcos Corrêa/PR

Em postagem no Twitter, Weintraub confirmou que deixa o Ministério da Educação e agradeceu pela oportunidade dada pelo presidente Jair Bolsonaro

Weintraub Bolsonaro
Weintraub postou vídeo ao lado de Bolsonaro | Foto: Marcos Corrêa/PR

O ministro Abraham Weintraub confirmou na tarde desta quinta-feira, 18, que deixou o Ministério da Educação. Em postagem no Twitter, Weintraub agradeceu pela oportunidade e parabenizou o presidente Jair Bolsonaro.

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Agradeço a todos de coração, em especial ao Presidente @jairbolsonaro. O melhor Presidente do Brasil!”, escreveu Weintraub.

Como Oeste antecipou, o governo já vinha estudando uma saída para o ministro há alguns dias. Apesar de deixar a pasta da Educação, Weintraub não deixará o governo. Ele será remanejado para o Banco Mundial.

“Não quero falar os motivos da minha saída. Eu recebi o convite para ser diretor de um banco, já fui diretor de banco, e agora vou pro Banco Mundial”, confirmou Weintraub.

Leia Mais: “Entenda as análises por trás da escolha do substituto de Weintraub”

Ministeriáveis

Para o lugar do ministro, o governo federal já está ventilando nomes como os de Carlos Nadalim, secretário de Alfabetização da pasta ou Ilona Becskeházy, secretária de Educação Básica. O Centrão, por sua vez, pressiona para realocar o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, para a pasta.

Os dois primeiros são nomes bem-quistos pela militância do presidente o que, na visão dos membros do Planalto, poderia minimizar os impactos negativos da saída de Weintraub. Isso porque, tanto Nadalim quanto Ilona defendem a agenda conservadora do governo federal. Além disso, eles são críticos ferrenhos do método Paulo Freire.

O motivo por trás da escolha de um técnico do próprio Ministério da Educação é a sinalização que Bolsonaro planeja passar, sobretudo, ao eleitorado. O presidente da República sabe que a indicação de um ministro político não geraria tumulto, mas causaria desconforto junto à militância.

 

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5 comentários Ver comentários

  1. Weintraub é dos nossos. Parabéns competente “servidor”, você fala por 100% dos brasileiros sem qq erro, dos brasileiros cognitivos.
    Ô PSOL continuará FERRADO. Paulo Freire ressuscitará nos porões fétidos das universidades federais ainda ñ visitadas pela “ordem.

  2. Os ditadores da toga, em mais uma demonstração de autoritarismo, desrespeito à constituição e às leis, mostram que são totalmente avessos à democracia. Na cabeça deles, só há democracia quando feitas suas PRÓPRIAS vontades. O Ministro Weintraub foi realmente um LEÃO. Fez um excelente trabalho à frente do MEC, combateu um bom combate. Espero vê-lo de volta no governo em um futuro próximo, quando legislativo e judiciário estiverem ocupados por homens e mulheres que honrem a vontade popular, que saibam respeitar a tripartição dos poderes e que tenham o Brasil acima de tudo. #AtéBreveWeintraub

  3. COMO SERGIO MORO É COVARDE!!
    Levou PITO DO EX-CHEFE na reunião com coleguinhas e ficou magoadinho. Mimado, não teve HUMILDADE pra reconhecer seus ERROS e preferiu ABANDONAR a todos no meio de uma pandemia. Mirou no ex-chefe e não acertou! Daí escolheu outros ALVOS INOCENTES pra voltar com sua VINGANCINHA CONTRA O ex-chefe.
    QUE NOJO, EX-MORO!! QUE VERGONHA DE SER HUMANO!

  4. DEUS NO COMANDO! Hora de trocar o soldado.
    Bolso visivelmente triste. Deus te abençoe, Abraham e obrigada pela coragem de dizer o pensamos!
    OS TOGADOS DO STF MERECEM IMPEACHMENT E CADEIA!

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