Weintraub depõe hoje à PF em inquérito sobre racismo

Investigação aberta por Celso de Mello apura se o ministro da Educação cometeu crime ao supostamente insinuar que a China sairá fortalecida da pandemia
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O ministro da Educação, Abraham Weintraub | Foto: MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL
O ministro da Educação, Abraham Weintraub | Foto: MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL | O ministro da Educação, Abraham Weintraub | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Investigação aberta por Celso de Mello apura se o ministro da Educação cometeu crime ao supostamente insinuar que a China sairá fortalecida da pandemia

O ministro da Educação, Abraham Weintraub | Foto: MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL
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O depoimento do ministro da Educação, Abraham Weintraub, à Polícia Federal (PF) está marcado para as 15h00 desta quinta-feira, 4. Ontem, ele tentou remarcar, mas não conseguiu.

Na semana passada, o decano do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello, determinou a abertura de um inquérito contra Weintraub, para apurar suposta prática de racismo.

A solicitação foi feita pelo vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques de Medeiros. Em síntese, o titular do MEC teria insinuado que a China sairá fortalecida da pandemia de coronavírus.

Leia mais: Secretário de Trump garante que o coronavírus surgiu em laboratório chinês

“Quem são os aliados no Brasil do plano infalível do Cebolinha (personagem criado por Maurício de Sousa) para dominar o mundo?”, escreveu Weintraub na postagem que apagou na sequência.

Ao STF, Medeiros garante que as “peças de informação revelam que o Ministro de Estado da Educação teria veiculado manifestação depreciativa, com a utilização de elementos alusivos à procedência do povo chinês”.

Sendo assim, cabe, agora, aguardar os desdobramentos do caso.

Monitoramento de redes

Por ora, a hashtag “FechadosComWeintraub” está nos trending topics do Twitter, ao somar 5,7 mil engajamentos. Contudo, agora, a campanha pelo ministro se restringe à rede social.

Nos últimos sete dias, as pesquisas no Google abrangeram todos os Estados brasileiros. Os mais curiosos foram (na sequência): Distrito Federal, Rio de Janeiro e São Paulo.

O ministro se manifestou no Twitter:

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