O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), criticou a decisão que impôs uma tornozeleira eletrônica ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Para ele, trata-se de mais um episódio marcado por abusos judiciais e motivação política.
Zema classificou as medidas determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), como “absurdas” e disse que a ação viola direitos fundamentais.
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Entre as restrições estão o uso da tornozeleira, censura nas redes sociais e proibição de contato com o filho, o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP).
“Mais um ato absurdo de perseguição política a Jair Bolsonaro”, disse o governador. “Censuraram suas redes, proibiram de falar com o filho e obrigaram a usar tornozeleira eletrônica. Tudo isso num processo cheio de abusos e ilegalidades. Não existe democracia quando a Justiça é politizada.”
Mais um ato absurdo de perseguição política a Jair Bolsonaro.
— Romeu Zema (@RomeuZema) July 18, 2025
Censuraram suas redes, proibiram de falar com o filho e obrigaram a usar tornozeleira eletrônica. Tudo isso num processo cheio de abusos e ilegalidades.
Não existe democracia quando a Justiça é politizada.
Bolsonaro é alvo de restrições severas depois de operação da PF
A Polícia Federal executou na manhã desta sexta-feira, 18, mandados de busca e apreensão contra Bolsonaro. Os agentes visitaram a residência do ex-presidente em Brasília e o escritório do Partido Liberal.
+ Leia também: “Leia a íntegra da decisão que impôs uso de tornozeleira eletrônica e outras restrições a Bolsonaro”
Durante a operação, os agentes apreenderam US$ 14 mil e R$ 8 mil em espécie. Por volta das 9h30, Bolsonaro compareceu à Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal para instalação da tornozeleira.
As medidas cautelares incluem ainda o recolhimento domiciliar entre 19h e 7h, restrição de circulação aos finais de semana e proibição de se aproximar de autoridades estrangeiras ou embaixadas.
Minha solidariedade à família Bolsonaro. O Brasil precisa de liberdade, não de perseguição. pic.twitter.com/r7l8pSH3IA
— Romeu Zema (@RomeuZema) July 18, 2025
De acordo com a decisão judicial, supostos atos de coação no curso do processo, obstrução de Justiça e tentativa de afetar a soberania nacional motivaram as ações. Os investigadores afirmam que havia risco de fuga.





































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