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Autoritarismo ou liberdade

É um erro subestimar esse combate, pois o que está em jogo é um conjunto de prerrogativas muito caras ao Ocidente

Está em curso uma verdadeira guerra, talvez a mais perigosa de todos os tempos, mas que parece ainda não ter sido devidamente identificada por muita gente, porque está sendo travada veladamente. Trata-se do duelo — ou, como está na moda dizer, da “polarização” — entre os globalistas, defensores de um governo mundial centralizado, em que os conceitos de nação, liberdade e propriedade são relativizados sob o pretexto, sempre sedutor, da promoção do bem da humanidade, e os soberanistas, contrários a essa visão, que sustentam a importância da preservação da autonomia de cada nação e dos direitos naturais.

É um erro subestimar essa refrega, pois o que está em jogo é um conjunto de prerrogativas muito caras ao Ocidente, especialmente à vida, à liberdade, à propriedade e à autonomia dos indivíduos perante o Estado. Desnudar esse grande conflito, portanto, é uma atitude de legítima defesa contra a monumental investida de uma turma que se acha dona do mundo, está convencida de que pode guiar as nossas vidas e já vem tentando fazer isso.

Globalização e globalismo são fenômenos distintos, mas que costumam ser confundidos. Enquanto a primeira é um processo salutar, cuja essência é a integração econômica entre os países, o segundo encerra um âmago essencialmente político e um autoritarismo inaceitável, que tem o objetivo de controlar as relações entre indivíduos e empresas, mediante manejos e comandos centralizados em pouquíssimas mãos.

A substância do globalismo é a centralização mundial das decisões em praticamente todas as questões: climáticas, culturais, comportamentais, religiosas, econômicas, sociais e políticas, tais como a pandemia e suas vacinas experimentais, a histeria do desmatamento e das mudanças climáticas, as distorções sobre certos direitos de minorias, a tentativa de caracterizar o aborto como questão de saúde pública, as hipocrisias progressistas do racismo estrutural, do feminismo, da misoginia, da homofobia e da transfobia e a grande fantasia da eliminação das “desigualdades”, inclusive as naturais.

Para os globalistas, a maneira correta de lidar com esses e outros problemas é entregar suas soluções a uma burocracia supranacional, bancada por bilionários supostamente humanistas, com poderes para impor legislações sobre costumes e políticas econômicas uniformes sobre os 8 bilhões de indivíduos que vivem no planeta. Em síntese, é a velha e carcomida utopia com uma pintura de segunda mão — a Nova Ordem Mundial (NOM).

Para compreender a quimera globalista, precisamos olhar para alguns pontos. Primeiro, para o Fórum Econômico Mundial, formado por um pequeno grupo com forte influência política e enorme capacidade financeira, que acredita poder mandar e desmandar no mundo mediante a implantação unilateral da Agenda 2030; segundo, para as organizações internacionais que manipulam, como ONU, OMS, OCDE, OIT, FMI, Otan, Unicef e tantas outras, que cada vez mais se parecem com enormes ONGs progressistas; terceiro, para milhares de organizações privadas, incluindo universidades, institutos e o meio artístico; quarto, para os partidos de esquerda espalhados pelos continentes; quinto, para vários governos de peso, como o dos Estados Unidos de Biden, o da União Europeia, o do Canadá e o da Austrália; por fim, para a imprensa de todo o planeta, comprada a peso de ouro, com poucas exceções. É um conjunto bastante amplo e organizado — embora seus líderes o neguem, impedindo sua transparência — que lhes permite brincar de donos do mundo e meter seus narizes em nossas vidas e na política interna de quase todas as nações.

Autoritarismo do bem

Pretendem esses “autoritários do bem”, com discursos politicamente corretos e exalando o perfume sedutor das boas intenções, provocar o Grande Reset e assim instituir a NOM, uma espécie de governo terrestre. Um troço híbrido, um cacareco disforme que combine o tipo falsificado de capitalismo que lhes convém com o controle político absoluto, mediante o domínio das grandes redes do ciberespaço, cuja tecnologia lhes facilita controlar os indivíduos mais acuradamente do que faziam os regimes totalitários do passado.

É uma grande ingenuidade acreditar que se trata de uma teoria conspiratória e que o comunismo acabou no início dos 90, porque ele apenas deu lugar ao neocomunismo ou neototalitarismo. O aviso importante é que essa joça ditatorial é um perigo para todos nós, pela concentração inédita de poder e dinheiro em mãos de uma elite silenciosa, que já controla indiretamente os rumos de quase todas as nações.

Você ficará feliz sabendo que vamos incutir a ideologia de gênero na cabeça dos seus filhos

O neocomunismo é apenas a repetição da mesma fraude, sempre propagando o ódio dialético entre categorias: o grande inimigo da humanidade deixou de ser o malvado patrão capitalista, agora é o eurodescendente, o homem e a mulher heterossexuais, os que comem carne, o conservador que vai à missa, o negro e o homossexual de direita, a classe média com duas televisões em casa, quem venceu por mérito e esforço, o insensível que reage a assaltos e outros fantasmas que superlotam a cabeça dos doutrinadores, aceitos bovinamente por milhões de doutrinados incapazes de pensar.

Você será feliz

As previsões para 2030 do Fórum Econômico Mundial são assustadoras: “Você não será dono de nada, e você será feliz; o que você quiser, alugará e será entregue por drone”. Que pretensão descomunal e que autoritarismo monstruoso é querer impor ao mundo inteiro o seu conceito particular de felicidade. Mas não ficam apenas nisso os que se julgam donos de todos: “Nós seremos os proprietários de tudo (até mesmo de seus corpos e dos corpos dos seus filhos)”. E mais: “Você comerá muito menos carne”.

A arrogância desses psicopatas é inacreditável. Você será feliz porque nós estamos dizendo isso — e ponto final, aceite e não discuta. Você e seus filhos, mesmo antes de nascerem, serão nossos; você não precisará mais adorar o Deus de Israel e dos cristãos, mas a “mãe terra”; você só vai poder se expressar no nosso dialeto politicamente correto; você ficará feliz sabendo que vamos incutir a ideologia de gênero na cabeça dos seus filhos; você odiará os brancos, heterossexuais — e também os negros e homossexuais que não concordarem com os nossos padrões; e você só vai se alimentar de capim, porque apenas nós vamos comer carne; mas, fique tranquilo, tudo isso é pelo bem do planeta.

A pandemia mostrou o poder dessa gente e o perigo que representa. Alguns analistas ingênuos afirmam que a peste veio a calhar, como um maná caído do alto; outros — mais desconfiados — a tratam diretamente como um meio fabricado em laboratórios, visando a fins totalitários. O que se viu ao longo da pandemia? Pode-se negar a transferência de dinheiro, de trabalhadores e pequenos e médios empresários para os novos donos do planeta? E também a cooptação e a instrumentalização da esquerda mundial por essa gente que detém as maiores fortunas do mundo? E a pantomima de políticos, aqui e alhures, soltando suas frangas totalitárias, prendendo pessoas em casa, na praça e até na praia, fechando lojas e fábricas, impondo focinheiras, picadas e passaportes com truculência, mas em nome da “ciência”, com a cumplicidade de Cortes supostamente constitucionais?

Valores ocidentais

A utopia globalista é um meio para alcançar os objetivos totalitários de dois grupos: o primeiro é o de bilionários interessados, por simples ganância de mais riqueza e poder, em determinar como devemos nos comportar, o que podemos e o que não podemos comer, falar e fazer; o segundo é o movimento neocomunista internacional, que se locupleta em dose dupla, ideologicamente e materialmente. O globalismo, portanto, é uma ideologia que faz uso de uma equipagem burocrática monumental, de âmbito global, centralizador e nada transparente, para controlar, impor, gerir e conduzir os destinos do planeta para atender a um projeto de poder.

E os que chamamos genericamente de soberanistas, quem são? Trata-se de um conjunto heterogêneo, formado por defensores da liberdade econômica, por conservadores, pelos que se preocupam com a deterioração dos valores, usos e costumes do Ocidente imposta pelos globalistas, por governos que se recusam a ceder às imposições e, também, embora com motivações diferentes, por Putin, que, por sinal, está mais preocupado em defender o seu território do que em lutar por liberdade e valores ocidentais. Quanto à China, pode-se dizer que faz jogo duplo e que está de olho em tudo, tendo em vista que seu objetivo é também implantar uma nova ordem, desde que seja chinesa — ou melhor, a do Partido Comunista.

De modo geral, os soberanistas enfatizam a importância das instituições nacionais e do Estado nação. Não se trata de apego extemporâneo ao velho nacionalismo ingênuo e xenófobo, aquele “sarampo da humanidade” ao qual se referiu Einstein há mais de cem anos, mas simplesmente de opor-se e resistir a um novo e perverso conceito de sociedade, formada por indivíduos quase que perfeitamente homogêneos, por bonequinhos manipulados para serem servos obedientes de um Estado planetário e para se afastarem dos princípios, dos valores e das instituições que se desenvolveram secularmente, como ordens espontâneas e de maneira natural.

Clube dos bilionários

Ser soberanista, nessas circunstâncias, é insistir na primazia da vontade própria e do direito de viver conforme cada indivíduo julgar mais apropriado, obviamente respeitando as leis que resguardam os direitos de terceiros, mas com liberdade para decidir o que é melhor para si e sua família e escolher o que deseja comprar, vender, emprestar, ler, assistir, pensar, comer, trajar e beber, mandando às favas o que os Gates, Zuckerbergs, Soros, Lehmanns, Scholz, Trudeaus e Macrons da vida, assim como as ONUS, OMS e Otans querem ditatorialmente lhe impor.

É preciso ter em mente que tanto a pandemia como a questão delicada da Ucrânia são manifestações desse avanço dos globalistas. Tendo o patético Biden e a União Europeia à frente e o clube dos bilionários na retaguarda e sentindo que o fim da pandemia iria impedir que o seu projeto totalitário se concretizasse, os modernos engenheiros sociais partiram para outra frente, ameaçando fazer a Otan cercar a caverna do urso.

Então a fera — Putin, um soberanista arraigado — respondeu com bombardeios, algo que era perfeitamente previsível e, portanto, provavelmente desejado pelos globalistas; estes, além de municiarem e armarem o também patético presidente ucraniano que lhes serve de capacho, passaram a impor sucessivas sanções contra a Rússia, que não produziram o efeito desejado. Às vidas ceifadas pela pandemia, atribuídas aos “negacionistas de extrema direita” (entre eles o presidente do Brasil), somam-se agora as de ucranianos inocentes, lançadas na conta de Putin, quando o maior inimigo da humanidade — a verdadeira causa — é o projeto totalitário dos globalistas.

O governo brasileiro, pelo seu empenho indiscutível em defender a liberdade, a economia de mercado, os princípios morais genuinamente ocidentais e a soberania do país, vem sendo uma enorme pedra no sapato dos globalistas. Não parece exagerado dizer que o nosso país, desde que a administração dos Estados Unidos passou às mãos de pessoas extremamente incompetentes e mal-intencionadas, atualmente, depois da Rússia e da China (embora por motivos diferentes), tem sido o maior obstáculo ao projeto da NOM. Isso explica a histeria mundial, tanto por parte dos gregos entrincheirados nas big techs, nos organismos internacionais e nos governos de esquerda, como da parte dos troianos tupiniquins alojados no cavalo “progressista” — com e sem mandatos legislativos ou togas —, em influir nas eleições brasileiras deste ano.

Não podemos aceitar que nos roubem a liberdade, e é isso que está em jogo, no Brasil e no mundo. A História nos ensina exaustivamente que, uma vez perdida, para recuperá-la depois é sempre muito difícil.


Ubiratan Jorge Iorio é economista, professor e escritor. Instagram: @ubiratanjorgeiorio

Leia também “A ‘Nova Ordem Mundial’ de Biden”

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40 comentários Ver comentários

  1. Muito esclarecedora essa matéria. Bom seria se as pessoas se atentassem para as advertências contidas nela e o sério risco que corremos.

  2. Um dos melhores textos que li nos últimos anos sobre esse projeto nefasto chamado NOM. Parabéns e se tivermos juízo, vamos compartilhar essas informações e essa matéria com o maior numero de pessoas possível. Pois como o autor muito bem coloca: “o grande inimigo da humanidade deixou de ser o malvado patrão capitalista, agora é o eurodescendente, o homem e a mulher heterossexuais, os que comem carne, o conservador que vai à missa, o negro e o homossexual de direita, a classe média com duas televisões em casa, quem venceu por mérito e esforço, o insensível que reage a assaltos e outros fantasmas que superlotam a cabeça dos doutrinadores, aceitos bovinamente por milhões de doutrinados incapazes de pensar.”

  3. Tá muito difícil enfrentar essa agenda 2030 da ONU, depois que os democratas americanos fraudaram as eleições e a justiça recuou do seu papel, mas tenho esperança porque existe potencias antiglobalista, e o Brasil tá no caminho certo em se tornar uma delas

  4. Muito bem desenhado.É exatamente isso que está sendo tramado no “breu das tocas,nas alcovas dos bilardários e nas ideias dos intelectuais mais delirantes.”
    É preciso acordar para que o pior não aconteça.
    “O que será que será
    Que todos os avisos não vão evitar
    Porque todos os risos vão desafiar
    Porque todos os sinos irão repicar
    Porque todos os hinos irão consagrar
    E todos os meninos vão desembestar
    E todos os destinos irão se encontrar
    E mesmo o Padre Eterno que nunca foi lá
    Olhando aquele inferno, vai abençoar
    O que não tem governo, nem nunca terá
    O que não tem vergonha nem nunca terá
    O que não tem juízo.” Chico Buarque

  5. Excelente matéria, isso precisa ser divulgado pra muita gente, tem que rodar…precisa ser compartilhado. As pessoas precisam entender e saber se defender desta guerra que já está um curso.

  6. Obrigado pela reflexão. Eu não concordo com esta visão maniqueísta de que ou se é globalista, ou se é soberanista. Ela empobrece o discurso. Prefiro ser mais pragmático e entender que não há uma orquestração para dominar-se nada. Os costumes mudam, os modismos vão e vêm e temos que refletir e ter posições definidas, mas sem cair no lugar comum do nós versus eles. Defendo a causa ambiental, sou defensor dos interesses nacionais, contra o aborto e contra a pena de morte (pelos mesmos motivos), acho que o movimento LGBTQ+ é modismo e vai passar, vivi nos EUA 8 anos e sou alinhado com os ideais do partido Republicano mas acho Trump um egoísta, etc.

    1. Bem que o autor desse excelente artigo avisa logo de inicio “ que a maioria da população “ não tem nem ideia ( por falta de conhecimento) do monstruoso plano não mais velado ( pois amplamente divulgado pelo Forum Econômico Mundial e pela ONU e agora pela OMS ) de suas metas para serem cumpridas ate 2030 com o grande reset . Para os desinformados que ainda duvidam com os planos ja expostos por essa elite leiam o livro : “ Global Tyranny step by step … The United Nations and the energing New World Order “ by William Jaspers

  7. Que texto brilhante. Parabéns. Não sou adepto de teorias conspiratórias, mas o texto do Prof. Ubiratan é um alerta e tanto para esses dias. Temo pelo futuro dos que estão por vir.

  8. Show!! Parabéns por “”desenhar””! Precisamos de mais pessoas divulgando a verdade dos fatos e derrubando as narrativas da esquerdalha.

  9. E o Lula é o defensor da NOM (Nova Ordem Mundial) que é o ápice desses globalistas. E o Brasil tem a oportunidade de nesta polarização, sair por cima desde que parem com essa polarização aqui dentro. Alás, o pior aqui dentro é a busca por uma terceira que claro, defende a queda do PR que é o que temos para conduzir um processo como o aqui nomeado.

  10. Parabéns ao Sr. Ubiratan Iorio pela Lucidez com que trata o tema e a revista Oeste (que faz por merecer a assinatura) por promover espaço a esta idéia de forma a levantar a luz para o debate.

  11. Aí a gente chega para um esquerdista e fala sobre tudo isso e a pessoa chama a gente de alienado e diz que Comunismo, Socialismo e Nova Ordem Mundial, diretivas de Sistema e Controle das populações mundiais por grupos centralizadores Totalitaristas não existem. Estamos vivendo na pele a tentativa de implantação e boa parte da.populacao está cega e mergulhada nas sombras desses planos, sofrendo ao que parece lavagem cerebral diretamente do além mundo remando contra o nosso processo de emancipação dos povos em nível planetário em busca da Liberdade Genuína direito de todo ser humano e melhores condições de vida.

  12. Este modelo apareceu no filme “Stars War” onde existia um Conselho Intergalático que resolvia todos os problemas do Universo bem como o controlava. Os poderosos de hoje estão brincando de Guerra nas Estrelas com pessoas reais. Mas falta o Mestre Yoda…

  13. Perfeito, esse e o problema as pessoas nao entendem, leia o livro 1984, a sua mente abre um pouco, o Presidente da Ucrania foi colocado no poder pra ser capacho, e só isso, precisamos reeleger o Presidente e a nossa unica chance

  14. Brilhante e oportuno artigo. Vou compartilhar com as pessoas que me são muito caroas, para que lhes traga a luz do que está em jogo ou para reforçar o que já pensam do mundo atual.

  15. Excelente o artigo, um dos melhores que já tive o prazer de ler. Parabéns pelo brilhantismo e coragem para tratar desse tema tão importante e preocupante.
    Organizações supranacionais são um câncer ao mundo.

  16. As eleições deste ano são as mais importantes da nossa história, não somente para o Brasil, mas, para o mundo, e com certeza os progressistas contam com as urnas eletrônicas.

  17. Apesar das aparentes contradições o artigo é um alerta sobre fatos bastante presente e sobre os quais convém que voltemos nossa observação e atenção crítica.

    1. Zelensky é capacho e pau mandado da OTAN e afins. É um covarde inapto que só sabe esbravejar e puxar o saco da união europeia. O Putin reagiu a uma agressão ao povo russo, assista menos Globo e CNN meu caro. Não há nada louvável ou corajoso sobre este cidadão.

    2. Bem que o autor desse excelente artigo avisa logo de inicio “ que a maioria da população “ não tem nem ideia ( por falta de conhecimento) do monstruoso plano não mais velado ( pois amplamente divulgado pelo Forum Econômico Mundial e pela ONU e agora pela OMS ) de suas metas para serem cumpridas ate 2030 com o grande reset . Para os desinformados que ainda duvidam com os planos ja expostos por essa elite leiam o livro : “ Global Tyranny step by step … The United Nations and the energing New World Order “ by William Jaspers

    3. “ Suposta referência negativa a Zelenski” kkk o cara é um simples comediante ( sem nenhuma qualificação para dirigir um pais situado em uma região que é um barril de polvora … totalmente marionete dos globalistas ( ja colocado no poder por eles para ser marionete) …. Os globalistas estao usando a Ucrania para desestabilizar e ameaçar a Russia instalando dezenas de laboratórios bioterroristas e armamentos balísticos que ameaçam a Rússia com o proposito de provocar a guerra … e agora, em vez de agirem para promover a paz e acabar a guerra jogam mais lenha na fogueira enviando um monte de armas para a Ucrania e impondo sanções aos russos para provocar mais reação russa como corte de gaz e petroleo para a Europa que ira passar fome e mortes ! Esse é o plano dos globalistas ! Eles são os cavaleiros do apocalipse! E Zelenski é o seu pau mandado ( o Macron ucraniano)

  18. Belo texto. Pesado em algumas críticas (e não sem motivos factuais), porém leve e bem centrado quanto à questão da evolução e dos direitos fundamentais.

    1. Fato, sempre falei sobre isso com amigos e família e poucos compreendem, a maioria acha que é fantasia… A Covid e tudo que se sucedeu em torno dela foram uma amostra forte desse sistema nefasto.

  19. Bom artigo até no momento em que coloca Putin como “soberanista”. Putin age como um verdadeiro globalista, ao impor sua “verdade”, eliminar qualquer dissidência, e criar uma plutocracia corrupta, ele sendo o cabeça. Não respeita a autodeterminação das pessoas e nações, querendo impor seu “sistema” nos países vizinhos, a ferro, fogo e destruição de cidades e populações. E o “patético” presidente da Ucrânia, até o momento, tem se mostrado muito maior que a maioria dos Biden, Trudeau e Macron. E que Putin, o pequeno Hitler do século 21.

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