Cena do filme <i>Dunkirk</i> | Foto: Divulgação
Cena do filme Dunkirk | Foto: Divulgação

E agora?

Há inspiradoras páginas na história que precisam ser reabertas hoje para que possamos seguir de cabeça erguida diante dessa eleição presidencial, talvez a mais suja da história do país

E agora seguimos.

Sim, a ressaca moral hoje não está fácil. Mas nós precisamos seguir. Há inspiradoras páginas na história que precisam ser reabertas hoje, 31 de outubro de 2022, para que possamos seguir de cabeça erguida diante dessa eleição presidencial, talvez a mais suja da história do país.

Para mim, em um dia terrivelmente triste que pode nos deixar sem esperanças e sem boas perspectivas para o futuro, acessar nossa assembleia de vozes pode nos ajudar a sair desse transe de não querer acreditar que o país elegeu um ex-presidiário para presidente do Brasil com a ajuda de nossa Suprema Corte.

No final da primavera na Europa de 1940, as potências europeias ainda estavam engajadas no que havia sido apelidado de “Phoney War”, um período de oito meses no início da Segunda Guerra Mundial, durante o qual houve apenas uma operação militar terrestre limitada na Frente Ocidental, quando as tropas francesas invadiram o distrito de Saar, na Alemanha. Apesar da invasão da Polônia pela Alemanha em setembro de 1939, a França e a Grã-Bretanha fizeram pouco mais do que reunir tropas do seu lado das linhas defensivas e olhar com raiva para as de Adolf Hitler. Mas em 10 de maio, os alemães lançaram um ataque blitzkrieg à Holanda e à Bélgica; em 15 de maio, eles romperam as defesas francesas e viraram para o Canal da Mancha. Dentro de uma semana, cerca de 400 mil soldados aliados — compreendendo a maior parte das Forças Expedicionárias Britânicas, três exércitos franceses e os remanescentes das tropas belgas — foram cercados na costa norte da França, concentrados perto da cidade costeira de Dunquerque. (Vale a pena assistir a cada segundo do extraordinário Durnkirk, filme de 2017, dirigido pelo inglês Christopher Nolan.)

Em 4 de junho de 1940, conhecido hoje como o dia da sobrevivência para milhares de soldados britânicos, a tripulação do navio Medway Queen estava levando uma carga extraordinariamente grande de suprimentos para sua próxima missão. Walter Lord, autor do inspirador livro O Milagre de Dunquerque, conta que o assistente do cozinheiro chegou a comentar que havia comida suficiente a bordo para alimentar um exército. Mal sabia a tripulação, mas o Medway Queen estava prestes a ser enviado através do Canal da Mancha em uma das missões de resgate mais ousadas da Segunda Guerra Mundial: a Operação Dynamo, mais conhecida como a evacuação de Dunquerque.

Quando a Operação Dynamo começou, no final de 26 de maio, os oficiais britânicos encarregados de organizar a fuga frenética estimaram que apenas 45 mil homens poderiam ser salvos. Mas, nos oito dias seguintes, quando mais de mil navios britânicos — militares e civis — cruzaram o Canal repetidamente para resgatar mais de 330 mil pessoas, enquanto a Royal Air Force lutava contra a Luftwaffe nos céus. Outros 220 mil soldados aliados foram resgatados dos portos franceses de Saint-Malo, Brest, Cherbourg e Saint-Nazaire pelos britânicos.

Soldados da Força Expedicionária Britânica disparam contra aeronaves alemãs voando baixo durante a evacuação de Dunquerque, em 1940 | Foto: Australian War Memorial/Wikimedia Commons

Os eventos do fim de maio de 1940 tornaram-se lendas — os pequenos navios e barcos civis pilotados por cidadãos eram ignorados pelas forças alemãs. Muitos dos navios civis eram tripulados por oficiais da Marinha que se revezavam incansavelmente na rota para resgatar os soldados. Nas praias de Dunquerque reinava o caos. Os soldados formavam filas no mar ou no cais leste e ficavam em seus lugares por até três dias, sem dormir, comer ou beber. Durante todo o tempo, aviões alemães lançaram bombas na praia e nos navios que tentavam resgatar os homens. Um soldado chamado Brian Bishop, que embarcou no Medway Queen em 1º de junho, descreveu a terrível experiência de esperar para ser resgatado:

“O cais foi bombardeado em vários lugares e através das lacunas foram colocadas pranchas de madeira. Era difícil carregar macas ao longo do caminho e depois ter de levantá-las na altura dos ombros pelas pranchas de embarque. Assim que conseguimos chegar perto do navio, um oficial examinou nossa maca e disse: ‘Ele está morto, tire-o da maca e traga outro'”.

Agora lutaremos nos mares e oceanos. Lutamos com confiança e força. Lutaremos nas praias, lutaremos nos terrenos de desembarque, lutamos nos campos e nas ruas

Bombardeio de Dunquerque, em 1940 | Foto: Wikimedia Commons

Mesmo depois que Bishop chegou ao navio, os soldados não conseguiram evitar entrar em pânico quando os aviões alemães sobrevoaram, bombardeando e metralhando o barco durante sua viagem pelo Canal. “Quando fomos atacados nas primeiras vezes, todos correram para um lado ou para o outro quando os aviões se aproximavam.”

Embora a viagem levasse algumas horas em cada sentido, o processo de carregamento podia ser demorado e às vezes exigia a retirada de homens de outras embarcações de resgate que foram atingidas por aviões alemães. Barcos de todos os tamanhos iam e vinham pelo Canal da Mancha a qualquer hora do dia, indo o mais rápido possível para resgatar o maior número possível de soldados.

Tropas francesas resgatadas em Dunquerque desembarcando na Inglaterra (1940) | Foto: Wikimedia Commons

A evacuação de Dunquerque inspirou um dos discursos mais dramáticos da história da humanidade. Quando `entrou na Câmara dos Comuns em 4 de junho de 1940, ele tinha muito o que discutir. Os Aliados tinham acabado de realizar o “milagre de Dunquerque”, resgatando cerca de 338 mil soldados de uma situação terrível na França. Depois de operações que encurralaram os soldados aliados na costa francesa, os nazistas estavam a poucos dias de entrar em Paris. Churchill sabia que precisava preparar seu povo para a possível queda da França. Ele também sabia que tinha de enviar uma mensagem impactante de resiliência diante da aflição da clara derrota, mesmo que momentânea, para todos.

O que se seguiu foi seu agora famoso discurso “Vamos lutar nas praias”, considerado um dos discursos mais inspiradores da Segunda Guerra Mundial. Embora grande parte do discurso se refira às recentes perdas militares aliadas e a uma reflexão sobre o caminho desafiador à frente, ele é mais lembrado pela promessa apaixonada de Churchill de lutar em mares, oceanos, colinas, ruas e praias — além de “nunca se render”. O discurso foi emendado em inúmeros documentários e recriado em vários filmes, incluindo o próximo filme biográfico de Churchill, Darkest Hour. Mas a história coloriu as lembranças dessa oração da maioria das pessoas. As palavras não foram o impulso moral imediato que imaginamos e, na verdade, deprimiu alguns britânicos. Mas tocou, sem dúvida, os norte-americanos que ainda estavam assistindo à guerra do lado de fora.

Depois que a evacuação de Dunquerque foi concluída, Churchill teve um tom muito específico para abordar seu discurso em 4 de junho. Ele também teve de se dirigir a um aliado relutante nos Estados Unidos: Franklin Roosevelt. Grande parte do público norte-americano ainda hesitava em se envolver na guerra, e Roosevelt tentava não irritar os isolacionistas enquanto montava uma campanha de reeleição. Mas Churchill, no entanto, viu uma oportunidade para fazer um apelo.

Churchill baseou-se em sugestões de seus secretários particulares e assessores de gabinete na formulação de seu discurso. No livro The Roar of the Lion: The Untold Story of Churchill’s World War II Speeches, Richard Toye cita uma nota de William Philip Simms, editor de jornal nos EUA, que parece ter sido particularmente influente. Simms escreveu que Churchill deveria transmitir “aconteça o que acontecer, a Grã-Bretanha não hesitará” e enfatizou: “Desistir – JAMAIS!”.

The Roar of The Lion —
The Untold Story of Churchill’s World War II Speeches
m de Richard Toye | Foto: Reprodução

No discurso final de Churchill, ele fez uma recapitulação detalhada da batalha de Dunquerque, elogiando todos os membros das forças aliadas. Mas ele não se deteve nas vidas salvas. Ele alertou que o resgate “não deve nos cegar para o fato de que o que aconteceu na França e na Bélgica é um desastre militar colossal”. A invasão, ele insistiu, pode ser iminente. Mas ele estava pronto para lutar. “Vamos até o fim”, disse Churchill. “Lutaremos na França, lutaremos nos mares e oceanos, lutaremos com confiança crescente e força no ar, defenderemos nossa Ilha, custe o que custar, lutaremos nas praias, lutaremos nos lugares de desembarque, lutaremos nos campos e nas ruas, lutaremos nas colinas; nunca nos renderemos!”

Sir Winston Churchill, em 1941 | Foto: National Portrait Gallery (London)/Wikimedia Commons

Sim, hoje é um dia difícil para todos os brasileiros que alertaram e lutaram contra um projeto de poder nefasto que pode engolir o Brasil com a volta de um ladrão, corrupto, descondenado, ex-presidiário e chefe de organização criminosa ao poder. Mas é nas páginas da história que podemos dar o correto senso de proporção de uma ressaca moral que pode receber uma injeção de perspectiva de reação, e o que bravos homens passaram para que pudéssemos estar aqui gozando de plena liberdade, mesmo em tempos perigosos de tirania judiciária no Brasil.

No final da batalha de Dunquerque, 235 navios foram perdidos, com pelo menos 5 mil soldados. Os alemães conseguiram capturar 40 mil soldados. Mas, embora a operação tenha sido uma retirada com pesadas baixas, o resgate de quase meio milhão de soldados de Dunquerque passou a ser uma das vitórias mais importantes e inspiradoras da guerra — e pode muito bem ter mudado seu resultado. Dunquerque — uma derrota histórica — foi o começo do fim do Terceiro Reich.

Pelo legado de cidadãos comuns que atravessaram o Canal da Mancha para salvar outros bravos homens, nossa defesa do Brasil começa HOJE – 31 DE OUTUBRO DE 2022.

Pela herança que recebemos de hombridade, coragem e resiliência — e que devemos proteger e passar aos nossos filhos para que façam o mesmo – nós não devemos enfraquecer ou fracassar. Iremos até ao fim.

E agora?

Agora lutaremos nos mares e oceanos. Lutamos com confiança e força. Lutaremos nas praias, lutaremos nos terrenos de desembarque, lutamos nos campos e nas ruas, lutaremos nas colinas, lutaremos nas escolas, nos jornais, nas redes sociais. Lutaremos no Senado e na Câmara. E nunca, jamais nos renderemos.

Leia também “Uma facada na democracia”

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41 comentários Ver comentários

  1. Uau. Baita artigo, lembrando que a vida é a História do Ocidente nunca foram fáceis. Churchill foi espírito de Luz, pessoa absolutamente diferenciada e que não se repete. Aqui, temos Bolsonaro, que está bem longe de Churchill, mas foi a figura que despertou o país para os males da visão de mundo esquerdista. Portanto, agradeçamos a ambos, cada um a seu modo, e façamos a nossa parte.

  2. Ana Paula, seu amplo conhecimento nos traz ESPERANÇA. Por favor, batalhe por uma reforma política. É impossível aceitar que, a parte vermelha do mapa do Brasil que impediu a reeleição do Presidente, e representa apenas 14% do PIB brasileiro, continue prejudicando o país. Que Deus ilumine mentes como a sua, Augusto Nunes, Fiuza, Copolla, R.Guzzo e todos dessa revista MARAVILHOSA.

  3. Só leio coisas políticas para ouvir pontos de vista. O Brasil é muito complicado para a gente como eu que gosta de coisas mais simples. Torço por vocês que falam com conhecimento das coisas. Enfim, terminou um ciclo de debate de muitos assuntos na imprensa.

  4. Ana Paula, parabéns pela matéria. Somos mineiras e sabemos que nossos pais mineiros têm em sua formação a sabedoria da sutileza. Não perdemos o Brasil pra ninguém.Perdemos uma batalha. Este episódio só nos fortalece.
    Agora te acompanharei por aqui.
    Sucesso!

  5. Hoje é dia de refletir, hoje ouvi a música chamada “A Dream Goes on Forever” / Todd Rundgren.
    A nação brasileira está mais viva do que nunca, graças a Deus.
    Agradecemos por tudo o Presidente fez e tentou realizar. O restante Deus proverá.
    .

  6. Boa noite Ana Paula Hankel.
    Que texto.
    Sou residente em Rondônia. 70% dos nossos eleitores votaram no nosso Presidente.
    Seu texto. Sua lisura e correção que trata seus comentários serão por certo um combustível para que o Presidentebe e o povo brasileiro que nele confia: Prossiga!
    Menina. Não desanime. Tmj!

  7. Sim, lutaremos para que a Constituição do Brasil seja respeitada. Lutaremos pela liberdade de expressão de todos os brasileiros. Lutaremos pelos jornalistas dispensados da Jovem Pan por não se renderem às arbitrariedades e decisões inconstitucionais. Envie o meu abraço fraternal e o meu agradecimento aos jornalistas Augusto Nunes, Guilherme Fiúza, Caio Coppola e Cristina Graeml.

  8. Não sei porque desde o primeiro momento em que ouvi o nome e uma história do Churchill eu passei a admirá-lo. Excelente texto, como sempre, e obrigado pelo conhecimento passado. Vamos à luta!!!

  9. Obrigado Ana Paula pela injeção de ânimo que você me deu através das suas sábias palavras, que Deus te abençoe e continue usando a sua vida para nos motivar e jamais desistirmos.

  10. A primeira providência que temos que tomar é apurar a lisura dessas eleições sujas e contaminadas pelo ativismo do STF/TSE. Apurar o radiolão e os flagrantes de compras de votos no nordeste e norte do país. Não podemos nunca aceitar isso tudo como normal, não é, nunca será! Não podemos entregar esse país que começava a se arrumar de bandeja para os canalhas o destruírem de novo.

  11. Extraordinário Ana Paula. O que nos resta é mesmo lutar contra os ladrões que voltaram para atacar os cofres públicos, desmoralizar a justiça e conspurcar a decência. Não nos renderemos! Obrigado Ana.

  12. A diferença entre a épica história britânica e a nossa tragédia brasileira é que não estamos sendo atacados por um inimigo externo, mas por nossos compatriotas, vizinhos, amigos e parentes que foram capturados pelo discurso insinuante da esquerda e passaram a lutar ao lado daqueles que busca jogar o país no lodaçal socialista do qual muitos jamais sairão.
    Esta é a minha maior dor e revolta.
    Uma vez que a hipertrofia do Estado avança, albergando em suas entranhas parasitas que pagam seu abrigo com militância, a força de reação míngua, anêmica, e o monstro do socialismo sufoca toda a nação e seu futuro para sempre.

  13. Ana Paula obrigada por esse apoio. Ouvi você no youtube logo que acordei pela manhã e após saber da saída do Augusto Nunes e do Fiuza dos Pingos nos Is, minha primeira resolução foi assinar a Revista Oeste. A partir de agora vou ler o que vocês têm a dizer, mesmo porque não tenho condições de suportar as imagens da quadrilha fazendo parte do quadro da política brasileira. É um dia muito triste para os brasileiros de bem e só não está pior porque temos jornalistas como vocês que nos servem de apoio e ainda nos lembram de ter esperança. Por outro lado, como no Mito da Caverna não há mais como retroceder e ficar sem informação. Então, meu sincero agradecimento. Estou certa de que fiz a melhor escolha em tornar-se assinante.

    1. Diva, conseguiste relatar exatamente o que penso e passei. O futuro é sombrio. Nosso refúgio, doravante chamado Revista Oeste, será necessário para mantermos nossas forças rumo a vários “resgates” que virão.

  14. Ana Paula,
    PARABÉNS pela sua matéria!!!
    Assim como tantos brasileiros de bem, que, mesmo depois de ter “lutado” todos esses meses para ajudar o Presidente Jair Bolsonaro a se reeleger, estou desanimado e triste, sentindo exatamente essa “ressaca moral”, tentando imaginar que tipo de vida os meus filhos e netos iriam ter que enfrentar daqui a 5, 10 anos, no nosso Brasil.
    Mas, depois de ler a sua excelente matéria, você conseguiu reanimar a minha vontade de continuar lutando por um futuro melhor para todos os brasileiros de bem, e junto com tantos outros brasileiros que têm a mesma vontade de levar o Brasil a se tornar uma das 3 maiores potências do mundo, investindo, de verdade, em uma boa educação, e não politização, das crianças, desde os primeiros anos, em saúde, em infraestrutura, em segurança, na criação de empregos, privatizando todas as Empresas que não têm nada a haver com Estado, reduzindo drasticamente, a quantidade de empregos públicos e seus milhares de cabides de empregos, de benesses abusivas para os mesmos, e, principalmente contra o narcotráfico, contra a corrupção e a impunidade

  15. Belo artigo. Porém, nossa luta só terá sentido se nossos ilustres deputados e senadores estiverem nesse mesmo barco. Do contrário, morreremos na praia.

  16. A diferença é que no Reino Unido daquela época havia estadistas e militares de verdade. Aqui temos um Capitão Banana e Forças Armadas que só tem coragem e ousadia para descer o porrete em seu próprio povo.

  17. Que comentário mais infeliz, Iury. Caramba! A colunista posta um artigo sobre o inspirador DISCURSO de Churchill para seguirmos adiante para defender os princípios da liberdade e o que está em jogo a partir de agora e vc aparece com uma metralhadora de nonsense para o texto. Nenhuma conexão com o que a Ana escreveu. Infeliz foi o seu comentário que descartou a alma do artigo para repetir o que a a Oeste, a Ana, Constantino, Augusto e outros defendem diariamente. Muito raso. O artigo vai além dos tópicos que vc narrou.

  18. Desculpe, Ana Paula, mas as referências do seu artigo são infelizes.
    Nós estamos vendo a escalada autoritária da esquerda em todo o mundo. Na América Latina a história mostra que uma vez tomado o poder, o parasitismo sufoca a sociedade até condená-la a morte por inanição, como está acontecendo na Venezuela. Como na fábula do sapo e do escorpião, todos afundaremos, pois é da natureza só escorpião. Mesmo se Dilma Rousseff fosse honesta, o Brasil teria afundado mesmo assim.
    Pra mim, o problema maior é a guerra cultural, que foi vencida pela estratégia gramscista. E o tsunami ainda não chegou de verdade. Vai piorar muito nos próximos anos.
    O único espasmo de esperança seria um movimento separatista, para amputar a parte gangrenada do país pelos coronéis socialistas que vêem perpetuando a pobreza, analfabetismo e criminalidade como um curral eleitoral.
    O país que gera riqueza, que trabalha e sustenta esse Estado aparelhado precisa tomar uma medida drástica, antes que seja tarde demais, e lutar a guerra cultural com a faca nos dentes para não ser completamente dominado por esse câncer podre que são as ideias parasitas de esquerda.

    1. Adorei seu comentário, caro amigo, faço de suas minhas palavras. Um movimento separatista urge em nosso país, uma vez que já se percebe essa nefasta condenação por parte de alguns dos nossos Estados. Outrora, gostaria de enfatizar que só de palavras não vive o homem. Onde estão as ações?!

      1. Enquanto 1 voto de um Amapaense canhoto valer ~ 60 votos de sulistas trabalhadores (cota Senado), talvez esta seria a saída, para o bem estar e alegria de todos do Oiapoque ao Chuí. Diante da insatisfação, cada um no seu quadrado e suas responsabilidades. obs. nada contra lado do Amapá trabalhador e contrário a corrupção.

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