Ministros do STF participam de uma conferência em NY | Foto: Divulgação/Lide
Ministros do STF participam de uma conferência em NY | Foto: Divulgação/Lide

Os manés estragaram a suprema boca-livre

Superministros descobrem em Nova York que caminhar pelas ruas ficou perigoso

Mesmo celebridades disputadas a cotoveladas e pilhas de dólares por organizadores de palestras achariam o convite bom demais para ser verdadeiro. Mas era: em troca de um falatório de dez minutos na sessão inaugural do Lide Brazil Conference, meia dúzia de brasileiros supostamente providos de notável saber jurídico e reputação ilibada desfrutaria em Nova York do feriadão que começou em 12 de novembro, um sábado, atravessou o domingo, engoliu a segunda-feira e só terminou na noite de terça-feira, dia da Proclamação da República. Os ministros Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Luís Roberto Barroso, Cármen Lúcia, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski, todos pertencentes à bancada que controla o Supremo Tribunal Federal, teriam direito a acompanhante, viagens aéreas em poltronas da classe executiva e hospedagem em suítes do Sofitel, além de almoços e jantares (bebida incluída) nos melhores restaurantes da capital do planeta — tudo sem desembolsar um único e escasso cent.

A gastança foi bancada pelo anfitrião João Doria, que a afoiteza de político amador devolveu à vida de empresário bem-sucedido. Se fosse menos superlativo, Doria teria promovido por aqui o seminário ocorrido no Harvard Club, na Rua 44. Além dos participantes dos dois painéis, expressavam-se em português os 250 empresários que pagaram uma bolada de bom tamanho para acompanhar a poucos metros de distância a sequência de discurseiras sobre o presente e o futuro do País do Carnaval. Mas discorrer sobre o Brasil nos EUA é bem mais chique. Se fosse menos autoconfiante, o dono do Lide teria levado em conta a taxa de risco embutida na exposição pública de seis destaques do mais impopular elenco de supremos ministros da história. Foi uma péssima ideia, confirmou já no domingo o início do cortejo de situações constrangedoras impostas aos viajantes por centenas de brasileiros, parte dos quais vive nos Estados Unidos.

Moraes
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, durante sua participação na primeira edição da Lide Brazil Conference | Foto: Reprodução/YouTube

Salvou-se apenas Cármen Lúcia, que não foi vista em lugar nenhum. Talvez se tenha trancado no hotel. Talvez tenha ficado trancada em Brasília. Os outros cinco foram fustigados todo o tempo por xingamentos, insultos, palavrões de variado calibre, ameaças, vaias ligeiras, demorados apupos e palavras de ordem que traduziam o descontentamento dos manifestantes com a parcialidade do Timão da Toga durante a campanha eleitoral. Se mesmo grandes atores costumam fracassar quando tentam esconder com camuflagens faciais o tumulto emocional decorrente de agressões verbais ao ar livre e com testemunhas, nada teve de surpreendente o fiasco dos canastrões do Pretório Excelso. Todos mergulharam no silêncio. Mas o rosto e os gestos falaram aos berros. Nunca foram tão reveladores o sorriso amarelo de Gilmar Mendes, os esgares impotentes de Alexandre de Moraes, os tchauzinhos assustadiços de Ricardo Lewandowski ou a sisudez falsificada de Dias Toffoli, que acentua o jeitão de pior aluno da classe.

Entorpecidos pelas salvas de palmas que jamais ficam fora das cerimônias na realidade paralela de Brasília, alguns alvos demoraram a entender que andam muito mal no retrato desenhado por gente comum. Se tivessem alguma intimidade com as ruas do Brasil, saberiam que milhões de cidadãos enxergam no STF um partido que apoia Lula, sempre foi hostil a Bolsonaro, mandou às favas a Constituição e os códigos legais, acha que manda no Brasil, ameaça a liberdade e anda fazendo o que quer. O decano Gilmar Mendes, por exemplo, nem suspeitou da tocaia iminente quando uma jovem abriu o diálogo aparentemente inofensivo. Com leve sotaque espanhol, declarou-se otimista com a vitória de Lula, e animada com o afastamento de Bolsonaro, antes de empalidecer Gilmar com a interrogação inesperada: “O crime compensa no Brasil?”. Depois de intermináveis cinco segundos, o ministro murmurou duas palavras — “Não sei…” — e caiu fora com cara de quem sabe direitinho a resposta: claro que compensa.

Tampouco Barroso pressentiu que estava a um passo da areia movediça quando foi reconhecido numa esquina pela anônima compatriota: “Olha só quem tá aqui!… Como vai o senhor, juiz?”. Barroso retribuiu o que lhe parecera um cumprimento: “Tudo bem, senhora. Feliz pelo Brasil”. A tréplica soou pouco gentil: “Mas nós vamos ganhar essa luta!”. Desconcertado com a mudança de tom, Barroso foi acossado pelo som da fúria até encerrar a conversa com a dupla reprimenda: “Não seja grosseira, não seja grosseira”. A voz de Barroso, por sinal, foi a única a ser ouvida na rua. Os companheiros de viagem guardaram a garganta para as palestras. Mesmo assim, o advogado e amigo do terrorista italiano Cesare Battisti dominou o noticiário da terça-feira valendo-se de apenas quatro palavras. Tanto bastou para deixar em frangalhos o código que deveria reger o comportamento de ministros do Supremo.

No último dia do seminário e do feriadão, Sua Excelência caminhava logo atrás de Moraes quando um brasileiro às suas costas quis saber alguma coisa do presidente do Tribunal Superior Eleitoral. Moraes cruzou a porta do hotel e desapareceu. Ao transferir a pergunta para Barroso, o persistente inquisidor fez transbordar o copo até aqui de cólera. No suave vocabulário dos jornais amigos, o ministro perdeu a paciência: “Perdeu, mané! Não amola!”. Caminhou três metros e, antes de desaparecer hotel adentro, mirou outro manifestante à sua direita e reincidiu: “Não amola!”.

Nunca foram tão reveladores o sorriso amarelo de Gilmar Mendes, os esgares impotentes de Alexandre de Moraes, os tchauzinhos assustadiços de Ricardo Lewandowski ou a sisudez falsificada de Dias Toffoli, que acentua o jeitão de pior aluno da classe

A primeira frase comunica que Barroso acompanha de perto as mutações na gíria da bandidagem. “Perdeu, mané” é o que diz à vítima o ladrão que acabou de consumar o roubo do carro, do celular ou do relógio.  A segunda atesta que o ministro foi filhinho de papai antes dos anos 1970. Foi nessa década que caiu em desuso a expressão “não amola”, declamada por meninos que fugiam de brigas alegando que seriam repreendidos pela mãe caso voltassem para casa com o branco das meias detonado pelo contato com a terra das ruas à espera do asfalto. Tão palavroso no plenário no Supremo, tão loquaz em palestras — sempre divididas em três temas, todos alicerçados em três argumentos, com uma gracinha no parágrafo final —, Barroso foi extraordinariamente sucinto na passagem por Nova York. Falou pouco. Mas o pouco que falou virou manchete.

 

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Foi assim com o falatório no painel de segunda-feira. Para desespero de João Doria, que em nome da pontualidade interrompe em seus eventos até o jogo de vôlei no último ponto do tie break, Barroso ultrapassou em quase 120 segundos o limite de dez minutos fixado para cada palestrante. Nesse espaço de tempo, conseguiu atacar o presidente Jair Bolsonaro, desejar bom governo a Lula, condenar ao fogo do inferno detratores do mais perfeito sistema eleitoral do universo, recomendar cadeia para quem maltrata retoricamente supremos doutores e, no clímax do desfile de vogais e consoantes, identificar a prioridade número 1 da República brasileira: o combate à pobreza e à fome. “Um país que tem gente passando fome precisa parar tudo e ir cuidar disso”, caprichou Barroso na expressão beatífica do coroinha que acabou de comungar. “Tem 33 milhões de pessoas em insegurança alimentar”, mentiu um dos generais da guerra concebida para varrer da face da terra a praga das fake news.

Certamente por não crer no que diz, essa angustiante imensidão de famintos não lhe reduz o apetite, nem o impele a alimentar-se no boteco da esquina. Durante o feriadão de ricaço, Barroso foi visto em restaurantes de fina linhagem, todos bem mais agradáveis que as companhias que escolhe. Num jantar nas imediações do Sofitel, por exemplo, manuseou garfos e facas ao lado de Cristiano Zanin — ele mesmo, o advogado que suou de tal forma a camisa no esforço para tirar Lula da cadeia que provocou em Gilmar Mendes a comoção que resulta no pranto convulsivo sem lágrimas. Gente como Zanin só diz o que o cliente quer ouvir. Por conviver com figuras assim, ministros do Supremo custam a entender que podem muito, mas não podem tudo. No momento não podem, por exemplo, caminhar em sossego por qualquer rua de qualquer lugar do país ou de qualquer cidade do mundo onde existam brasileiros. O autoritarismo que rasga a Constituição amputou o direito de ir e vir dos superjuízes. Não deixa de ser uma forma de prisão.

Leia também “A novilíngua da transição”

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48 comentários Ver comentários

  1. Meu maior sonho na atualidade é ver todos esses ministros com letra minúscula, esses bandidos institucionais na cadeia pagando por cada um de seus crimes contra o país!!!

  2. Corja de inúteis, ladrões do dinheiro público e comparsas desses ratos que querem voltar à cena do crime para terminarem o trabalho sujo. Bandidos de toga!!

  3. suprema ? aonde ? lixo de uma nação ! – se aproveitam do cargo para ter altos salários enquanto o salario minimo é uma miséria, aproveitam do cargo para se beneficiar com viagens e não tem a mínima consciência e respeito a um país que tem pessoas passando fome, usam da toga para impor respeito quando deveria ser ao contrário, sabe lá como se utilizam do poder para si próprio. “Infelizmente” não temos justiça se depender dessa gente.

  4. Quando era garoto de escola e aprendia nas aulas de história sobre os desmandos e a tirania dos vilões do passado. Pensa: “que bom que esse tempo passou, coisas como essa não acontecem mais em nosso tempo”. Humpf. Como estava enganado. A história se repete e turbinada com alta tecnologia; uma ditadura Hi Tech estilo chinês.

  5. É triste pensar que 33.000.000 estão passando forme, segundo o preclaro ministro (estaríamos trombando com miseráveis o tempo todo), enquanto meia dúzia se farta com lagostas, vinhos premiados, viagens, hospedagens em hotéis de luxo aceitando cortesias eticamente controvertidas etc. etc.

  6. A leitura da revista Oeste me faz gostar mais e mais de política, mas gostaria mesmo é de falar a alguns políticos como o nosso ministro “perdeu, mané”. Até o momento só a direita perdeu.

  7. Os abutres malandros apostaram na impunidade do país onde o crime compensa, mas esqueceram o povo pode até esquecer a traição, mas não perdoa e nem esquece o traidor.

  8. Reunião paga pelo Dória com todas as despesas pagas estranho isso ! varios ministros de pequena corte devem favor ao dória ? além de imoral fere os principios da moral apesar que moral ninguem tem nessa pequena e insignificante corte. agora eu pergunto quem é que vai botar ordem na zona chamada Brasil ? ninguem respeita a constituição e se é assim acho que nós Brasileiros tambem não devemos respeitar começando a não pagar os impostos que bancam os safados da nação.

  9. Não posso entender como o esse sujeito que supostamente se elegeu presidente do Brasil conseguiu se candidatar com FICHA LIMPA! Como a ficha dele pode ser limpa se o mesmo está indiciado em vários processos e devidamente condenado por corrupção? Não posso admitir que ele possa ser eleito presidente com a ficha totalmente suja! A Lei e a Ordem estão totalmente corrompidas no Brasil e as FFAA têm que entrar em ação aplicando a Garantia da Lei e da Ordem!

    1. Caro João Soares. Estava tentando escrever mais não conseguia expressar a minha indignação exatamente isso que o senhor escreveu.muito obrigado.

  10. Posso fazer uma crítica? Tenho lido os colunistas da revista. São excelentes. Mas me preocupa o silêncio em falar da equipe de transição indicada pelo Luiz Inácio. Os artigos sempre focam o TSE, STF e o Lula, Pouco se fala nos meliantes que integram (e provavelmente farão parte do novo governo) a transição. São curruptos condenados e alguns ainda cumprindo pena. Como é que vc se sentaria numa mesa onde te apresentariam o teu chefe com uma ficha corrida criminal? É normal ser comandando por bandido ou corrupto?

  11. Augusto, parabéns sempre muito analítico. Por isso peço que observe a variação do eleitorado entre 2022 e 2018 nos estados Lula (No/Ne) e Bolsonaro (Sul/Sudeste). Excluindo os estados do Amazonas e M. Gerais que os candidatos praticamente empataram, os estados Lula somados (Bahia, Ceará, Maranhão, Para, Paraíba, Pernambuco, Piauí, R.G. do Norte e Sergipe) possuíam 42.533.465 eleitores em 2018 e 46.147.632 em 2022 ou 8,5% maior. Os estados Bolsonaro somados (D. Federal, E. Santo, Goiás, Paraná, R. de Janeiro, R.G. do Sul, Sta. Catarina e São Paulo) possuíam 76.138.363 eleitores em 2018 e 80.048.753 em 2022 ou 5,1% maior.
    Vale dizer que Maranhão cresceu 11,1%, Para 10,6%, Bahia 8,6% enquanto São Paulo cresceu 4,9%, R. de Janeiro 3,4% e R.G. do Sul 2,9%. É no mínimo estranho. Penso que valeria questionar junto ao TSE, quais cidades tiveram maior crescimento de eleitores e suas razoabilidades. Mestre Augusto e a equipe de jornalismo da revista oeste, gazeta do povo e jovem pan e o próprio PL poderiam nos ajudar a interpretar e identificar possíveis fraudes.

  12. Parabéns, Augusto Nunes, tenho profunda admiração pela sua coragem, pelo jornalismo de caráter. Tinha tudo para pendurar a chuteira e descansar, mas prefere continuar dando essa grande contribuição ao país. Você é um gênio!

  13. É repugnante testemunhar o que esses advogados de porta de cadeia travestidos de juízes fizeram com o STF. Por certo haverão consequências graves no futuro próximo. O cidadão de bem não têm mais a quem recorrer. Até quando?

  14. Parabéns pela belíssima revista, e pelo grupo de profissionais de altíssimo gabarito que compõe o corpo de jornalistas.
    Obrigado por nos manter informado com fatos.
    Que Deus abençoe todos vocês, e que recebam em dobro o que fazem pelos Brasileiros de bem.

  15. Enquanto isso…. Tem idiotas querendo que os manifestantes vão para “outras portas institucionais” no país da CLEPTOCRACIA.
    “”PODE ISSO ARNALDO???!!””
    Ter “”seres humanos” nas Forças Armadas tão ingênuos assim??!!
    NÃO CPTARAM AINDA???
    Vamos na frente do Judiciário….stf, stj, cnj, cnmp, ou seja lá qual…
    “PERDEU MANÉ! NÃO AMOLA!”
    Ok! Agora vamos na frente do Congresso Nacional…
    “PERDEU MANÉ! NÃO AMOLA!”
    Agora vamos, já com a dignidade lá embaixo…faltando só cagarem nela….
    Na frente da Presidência da República…
    Sai um “cara” de muleta…e diz em alto e bom som….
    EU AVISEI!
    Agora seus destinos estão nas mãos de covardes instituições permanentes…
    TOTAL APOIO AOS CAMINHONEIROS …mesmo que tenham que passar necessidades por algum tempo.

  16. SE O STF ESTA VIOLANDO A CONSTITIUCAO E O CONGRESO NAO FAZ NADA PARA DETER ESSE COMPORTAMENTO QUER DIZER QUE ESTAMOS EM UMA DITADURA DAS DUAS INSTITUICOES QUE DEVEM NOS PROTEGER. QUANDO ISSO ACONTECE SAO AS FORCAS ARMADAS QUE CUIDAM DOS CIDADAOS E DA SEGURANCA PUBLICA.
    TEVE FRAUDE, ISSO JA ESTA DEMONSTRADO. SE O PL RECLAMA A ANULACAO DAS ELECOES O TSE VAI JOGAR NO LIXO ESSE RECLAMO.
    E AI?…TUDO BEM? …VOLTAMOS PARA CASA E A QUADRILHA TOMA O PODER POR ASSALTO?
    NAO E ASSIM. SEM INSPECAO DAS URNAS AS ELEICOES SAO NULAS E SE O TSE NAO QUER ACEITAR AS FORCAS ARMADAS AGEM PARA GARANTIZAR A INVIOLABILIDADE DA CONSTITUICAO.

  17. Coitados! Foram para Nova York para um final de semana idílico, e acabaram sendo obrigados a aturar a realidade indigesta de não poderem calar os críticos. Que lugar hostil essa Nova York!

  18. Essa preocupação com a miséria e a fome desse funcionário público que recebe supersalário e superbônus (como esse passeio nos E.U.A) é a síntese da cara de pau.
    Seguimos acompanhado o movimento dessa quadrilha que tanto se esforçou para retornar o “Nine” à cena do crime.

  19. O Supremo não quer nada, que nós queremos.
    Não é eleito, logo não representa ninguem.
    Seus membros são escolhidos pelo cacique de plantão. A aprovação do Senado é puro conchavo, é moeda de troca.
    Seus membros não são juristas consagrados, alguns nem juristas são.
    É uma colcha de retalhos e suas resoluções são fruto do momento, não da correta interpretação das leis, como deveria ser.
    É a mais alta corte de justiça onde existe muito mais de política do que de justiça.
    Supremo, só no nome.

  20. A Toga Negra nao é magica, e jamais ira transformar impostores em Juizes. O STF foi infiltrado por uma mafia socialista comunista, e todo o povo sabe qual sera a soluçao para resolver esse cancer que assola o Brasil.

  21. E a declaracao do Levandowisk? “Acho que o ministro da Defesa deve ser um civil”….

    Acho que ministro do STF deve ser juiz concursado . E que respeite a Constituição .

  22. Cadeia para estes Ministros que não a mínima condição moral e ética para sentar numa cadeira tão importante do STF. Se Ministros fossem decentes, o Brasil estaria em plena paz neste momento.

  23. Conseguiram fazer com que nós, os manés, abrissem ainda mais o olho para as atrocidades cometidas pelos “deuses do Olimpo” ou talvez os “anões ferreiros do anel de Nibelungo”

  24. Só tem bandido, canastrão e corrupto nesse STF: Gilmar, Lewandovsck, Carmen, Rosa, Barroso, Moraes e Fachin… os demais ainda não se mostraram corruptos como os outros

  25. Caro Augusto Nunes, sempre preciso nas suas análises, que além da Verdade, trazem bom humor. Porém, nem os seus comentários nem os de outros qualificados jornalistas nos trazem a Esperança. O jogo foi jogado, e não foi só o “mané” que perdeu: perdemos todos nós, os brasileiros honestos, trabalhadores e patriotas. Não adianta nem mesmo apelar a Deus, pois sabe-se da regra: ajuda-te que eu te ajudarei.

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