A guerra entre Israel e o Irã, passo inevitável da reação contra a ofensiva terrorista lançada cerca de dois anos atrás para varrer o Estado judeu da face da Terra, não é apenas sobre o direito de sobrevivência de um povo. É isso em primeiro lugar, sem dúvida. Israel se defende, antes de tudo, de uma associação de forças que não demanda novas fronteiras, ou porções do seu território, ou nem mesmo um tratado de capitulação — exige, simplesmente, que uma nação de 9 milhões de habitantes seja extinta “como um câncer”, na linguagem oficial do inimigo. Mas o que está em jogo, no fim das contas, é muito mais do que a sobrevivência física de Israel. É a permanência, ou extinção, do nosso modo de viver.
A guerra do Islã, já há muito tempo, tornou-se uma guerra mundial movida por um tipo de civilização contra outro — o sistema muçulmano de vida, que tem como valor supremo a tirania da religião única e dos seus clérigos sobre tudo e sobre todos, e as sociedades livres. O Irã e a sua ditadura dos aiatolás estão jogando mísseis contra Israel e construindo bombas atômicas para matar todos os judeus que vivem ali — hoje o maior obstáculo militar à ideia do califado mundial. É um projeto homicida. Mata-se agora o judeu e o “sionismo”, com umas Torres Gêmeas e um Charlie Hebdo de vez em quando, para avisar: “Nos aguardem”. Mas isso é hoje. Amanhã será a vez do cristianismo.

Não se trata de teoria geopolítica para discutir em mesa-redonda de televisão depois do horário nobre. Já está acontecendo agora, nos países da Europa, nos Estados Unidos e no Canadá, onde multidões mascaradas marcham de cima para baixo nas ruas, ocupam universidades e destroem o que encontram pela frente. Fazem isso com a cumplicidade ativa de uma mídia, uma elite intelectual e burocratas transnacionais que se entregam a um antissemitismo cada vez mais aberto. O pretexto atual é o combate pela “Palestina” e contra o Estado de Israel. Mas o inimigo verdadeiro é você — o cristão, mesmo que apenas cultural, o ateu, o hindu e, no fim, tudo o que não seja muçulmano.
É muito mais do que religião, na verdade. O Islã, tal como ele é hoje vivido e exercido por suas lideranças políticas extremistas, é sobretudo a intolerância à ideia geral de liberdade. Não aceitam que os homens nascem livres, são iguais entre si e têm direito a buscar a sua felicidade pessoal. Não aceitam que possa haver mais de uma religião numa sociedade. Não aceitam eleições limpas, nem parlamentos independentes, nem outra lei que não seja o Alcorão. Estão convencidos, como os aiatolás do Irã, o Talibã e os grupos que assassinam cristãos na África, de que as mulheres devem ser açoitadas até a morte se forem julgadas adúlteras ou não se vestirem com as roupas islâmicas.
Sabe-se bem do resto. Os governos muçulmanos condenam homossexuais à pena de morte. Não admitem a livre manifestação nas redes sociais e na imprensa. Usam a prisão, o homicídio e o linchamento contra os adversários políticos. As universidades proíbem o ensinamento e a discussão de temas vetados pela ideologia oficial. Não há igrejas católicas, nem cristãs, e nem templos budistas. A democracia e, sobretudo, a democracia americana são oficialmente condenadas como ideias satânicas. São, sem exceções, Estados policiais. Israel, a propósito, é a única democracia existente na região em toda a história — justamente por isso é tão detestada pelo Islã e, obviamente, por todas as ditaduras de esquerda que existem no mundo.
A existência de Israel, garantida duplamente por seu poderio militar e por sua superioridade moral, é uma bênção para a humanidade. Os judeus, na sua luta de quase 80 anos pelo direito de existir como nação, representam hoje a resistência da vida contra a morte — eis aí, goste-se ou não, o resumo objetivo do que é a guerra que sofrem por causa do Irã, do terrorismo e de ditaduras do mundo inteiro. Fornecem ao mundo, ao mesmo tempo, uma lição definitiva contra a opressão. O que Israel está dizendo ao Irã, às ditaduras muçulmanas e ao antissemitismo mundial, hoje liderado pela esquerda, é o seguinte: “Nós não damos mais a ninguém o direito de nos matar”. Os judeus de Israel, pela primeira vez nos últimos 2 mil anos, se recusam a ser assassinados — por regimes que vão da Alemanha Nazista de Hitler ao Irã do aiatolá Khamenei. Por isso, inclusive, são tão odiados.

O fato é que Israel é a luz contra a treva, e isso raramente é perdoado. Nada poderia demonstrar com tanta clareza essa realidade quanto o esforço desesperado da imprensa, das classes culturais e dos cadáveres que são hoje a ONU e coisas parecidas para subverter a informação — e socar em cima do público, mais uma vez, a mentira sistêmica de sempre. O que as pessoas ouvem é o contrário do que acontece. Israel não está fazendo “um ataque ao Irã”. Está apenas exercendo o direito de legítima defesa contra um país que anuncia publicamente, há anos, que vai lhe jogar uma bomba nuclear em cima. Desta vez, esperou durante dois meses inteiros que o Irã cedesse a algum tipo de negociação séria. Os aiatolás se recusaram: o único acordo que aceitam é a extinção de Israel. Qual é a alternativa, então? Ficar esperando a morte certa, para satisfazer o New York Times?
Da mesma forma como é acusado de “genocídio” por reagir militarmente a criminosos que assassinaram mais de 1,2 mil civis israelenses, inclusive bebês de colo, estupraram mulheres e sequestraram reféns, como fazem as piores quadrilhas de bandidos, Israel é agora apresentado como “agressor”. É falso. Tudo o que fez foi uma indispensável operação policial de prevenção contra as instalações nucleares de uma potência estrangeira governada por malfeitores. Eles, os malfeitores, anunciam todos os dias: “Vamos lançar uma chuva de bombas atômicas em vocês. Não tem acordo”. É uma obrigação elementar do governo de Israel, seja ele de direita, de esquerda ou do raio que for, defender o direito à vida dos seus cidadãos. Israel não quer um centímetro de território do Irã; aceitaria um tratado de paz eterna, amanhã mesmo, se os iranianos quisessem. Mas não pode aceitar um arsenal nuclear hostil à sua porta.
Israel não tem objeção nenhuma ao arsenal nuclear da Rússia, da China ou da Índia — mas nem a Rússia, a China ou a Índia ameaçam jogar bombas em Israel. O Estado judeu não é uma “potência colonial”, como dizem os muçulmanos e o PT; está no mesmíssimo território em que estava 2 mil anos antes do primeiro devoto de Maomé aparecer nos desertos na Arábia. Está rigorosamente dentro das fronteiras que lhe foram legalmente atribuídas pela ONU em 1948, e que os vizinhos nunca aceitaram. Fizeram o contrário: entraram imediatamente em guerra contra Israel, perderam, declararam outras, perderam todas, legaram o seu ódio ao terrorismo financiado pelo Irã e pela Síria. Israel continua lá. Guardou unicamente pequenas porções de terra nas fronteiras, para sua autodefesa. Só quer viver em paz. Mais nada.
Israel não deve aos muçulmanos nada do que tem hoje. Transformou um deserto imprestável num dos países mais desenvolvidos do mundo, valendo-se unicamente do próprio trabalho, talento e méritos para ser o que é. Enquanto isso, os inimigos continuam enterrados na miséria de sempre, vivendo há quase 80 anos em campos de “refugiados” mantidos por esmolas da ONU, governados por escroques como a tirania do Hamas e outros terroristas e vivendo das lamentações por um país que nunca existiu, a “Palestina” que sacode bandeiras na Avenida Paulista. Israel é hoje uma potência econômica. Seu PIB per capita passa dos US$ 50 mil anuais, mais de cinco vezes maior que o do Brasil. É uma potência tecnológica indiscutível. É uma democracia plena desde o primeiro dia da sua existência, com liberdades públicas e direitos individuais nunca sonhados na região. É, enfim, uma potência militar que venceu todas as agressões que lhe foram feitas, não cede ao terrorismo e está mostrando mais uma vez, no Irã, que continua muito superior ao inimigo no campo de combate.

Em sete dias de guerra, Israel devastou sem oposição efetiva as instalações nucleares de um Irã incapaz de se defender e incompetente para contra-atacar. (Leia reportagem a seguir, de Augusto Nunes e Eugenio Goussinsky.) A ameaça de um ataque nuclear no curto prazo por parte do Irã está eliminada; levará anos para o inimigo recompor o seu arsenal atômico, as suas centrais para a produção de bombas, seus estoques de mísseis e suas instalações e recursos científicos. Israel atacou o espaço aéreo e o território do Irã de norte a sul e de leste a oeste, com mais de 70 aviões, com liberdade total e a mais de 1,5 mil quilômetros de distância das suas bases. Destruiu centros militares, depósitos de mísseis e instalações de petróleo. Não perdeu um único avião; em compensação; nenhum avião do Irã sequer levantou voo. Matou pelo menos 15 altos generais e cientistas do programa nuclear iraniano, todos em casa; nenhum estava presente a seus postos de ação. O ditador Khamenei, há 40 anos no poder, sumiu do mapa.
Tudo o que o Irã conseguiu fazer, como retaliação, foi atacar edifícios residenciais em Tel-Aviv e outros alvos estritamente civis — homicídio a sangue-frio e intencional. (Não se ouviu, naturalmente, nem uma sílaba sobre “genocídio”, nem “ataques a mulheres e crianças” — esse tipo de coisa só acontece quando as vítimas são “palestinos” da Faixa de Gaza.) É uma tragédia, claro, mas também é estrategicamente inútil. Não se ganham guerras atacando prédios de apartamento, e sim destruindo a força militar do inimigo. No caso, o poder bélico de Israel não foi nem mesmo arranhado depois de uma semana de guerra. As defesas israelenses têm sido capazes de abater no ar, com a ajuda de países árabes vizinhos e dos Estados Unidos, a maior parte dos mísseis disparados pelo Irã contra a população civil; as defesas iranianas não conseguem proteger os seus pontos-chave sob ataque. Das instalações nucleares de Israel propriamente ditas — aí, então, nem pensar. Os iranianos estão aleijados para jogar bomba atômica nos judeus. Os judeus estão intactos para jogar bomba atômica nos iranianos.
O Irã, militarmente, só vai bem na imprensa. Continuam louvando, ali, o imenso potencial armado da “Guarda Revolucionária”, um dos “maiores do mundo”. Mas a Guarda não disparou um único e miserável busca-pé contra Israel desde o começo da guerra; sua única participação conhecida, tanto quanto se sabe, foi revistar carros dos próprios iranianos em sua fuga das cidades. O que esperavam encontrar? Espiões israelenses escondidos no porta-malas? Os espiões, a essa altura, já tinham feito o seu trabalho. Os milhares de tanques do Irã não saíram da garagem. Os inimigos militares de Israel, mais uma vez, estavam tendo belas vitórias no noticiário. Infelizmente, para o Irã, isso não ajuda em nada na frente de batalha.
O erro fundamental dos jornalistas, dos professores de “política externa” entrevistados por eles e da esquerda em geral é continuar sonhando que os israelenses, de tanto serem atacados, se cansem um dia e desistam de lutar — terão, aí, a sua Palestina “do rio ao mar”. Mas os judeus de Israel estão lutando sem parar há 77 anos; não lhes foi dada nenhuma outra escolha. Não lutam, basicamente, em defesa de ideias, posições políticas ou outras abstrações: lutam, aí, sim, por sua sobrevivência física, e isso faz uma diferença gigante. Não existe nenhum povo no mundo de hoje que tenha desenvolvido tanta experiência em ficar vivo quanto o de Israel. É difícil encontrar um sentimento mais potente do que esse. O terrorista islâmico quer morrer, com os aplausos dos estudantes de Harvard, e matar o infiel. O povo israelense quer ficar vivo. Enquanto não entender isso, a esquerda vai continuar frustrada.

Israel faz hoje pelo mundo o que a Inglaterra, primeiro, e os Estados Unidos, depois, fizeram ao enfrentar e derrotar a Alemanha Nazista e, com isso, garantir a sobrevivência da liberdade nas sociedades humanas. A “solução final” de Hitler para acabar com “o problema judeu” é a mesma dos muçulmanos radicais de hoje, com o apoio das ditaduras esquerdistas e a agravante de que, desta vez, querem eliminar não apenas os judeus, mas também o cristianismo e todas as estruturas da civilização ocidental. O Brasil de Lula, naturalmente, está do lado errado dessa luta entre o bem e o mal. Assim como os comunistas estavam fechados com os nazistas até serem atacados por eles, Lula fechou com o Irã, a tirania e o terror; dobrou a aposta no seu mergulho cada vez mais fundo no antissemitismo radical que rola pelo mundo e deixou evidente, mais uma vez, o seu único compromisso real: “Tem ditadura aqui? Então eu sou a favor”.
Israel e os israelenses vão continuar vivos. O Irã, com sorte, vai conseguir um cessar-fogo para não apanhar mais ainda. Será obrigado a aceitar exigências estratégicas a serem impostas por Israel e pelos Estados Unidos. Ficou isolado em suas relações internacionais; tem o apoio verbal, e mais nada, de potências que jamais moverão uma palha contra Israel do ponto de vista militar. (Conta também com o Itamaraty de Lula e a sua insignificância sem limites.) Em compensação, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu está mais forte do que nunca esteve. Descrito como o grã-fascista do planeta, demitido a cada 15 dias pela imprensa, “isolado”, “enfraquecido” e “desesperado” nas análises dos especialistas, periga se transformar num dos grandes heróis da história de Israel, conforme for a extensão da derrota do Irã. A humanidade agradece.

Leia também “Morre um golpe”




Mestre Guzzo, mais esclarecedor impossível. Interessantemente encontrei dois antissemitas entre teus leitores, gente do PT? Provavelmente. Estão fiscalizando, com certeza. eles adoram fiscalizar, controlar..
Na falta de melhores adjetivos, mestre Guzzo, direi apenas: artigo épico! Parabéns e muito obrigada!
Excelente texto, espero que o mais rápido possível, nos também possamos ter esperança de voltar a ter um país livre, de qualquer grupo doentio que tenta fazer de nós um povo escravizado, de poder expressar livremente seu pensamento, e instituições fortes livres de perseguições diárias .
Aplaudo mais uma vez a você,Guzzo.Como tem tanto imbecil descerebrado neste planeta.
Obrigado pelo texto. Oxalá outros jornalistas tivessem a mesma lucidez. A treva, aos poucos, está cedendo lugar para a Luz. Sim, com letra maiúscula, pois ela vem de cima. Tudo se modifica. Tudo se transforma. Esta transformação é, mais das vezes, dolorosa. Mas dará frutos importantes.
Perfeito! Obrigada pelo artigo. Viva Israel!
Texto brilhante do mestre Guzzo, mais uma vez iluminando com lucidez um cenário dominado pela confusão moral e pela militância desinformada. É espantoso ver tantos atravessando a Avenida Paulista em apoio a regimes que negam justamente as liberdades que aqui desfrutam com tanto fervor — inclusive aquelas ligadas à vida pessoal e aos afetos, que nesses países são punidas com brutalidade.
A outrora diplomacia brasileira sempre respeitada no cenário internacional como fica?
Até hoje ninguém sabe o porque os navios militares iranianos atracaram no Rio de Janeiro em 2023.
Do Porto do Caju até Angra dos Reis são 150 km… para meio entendedor um pingo é uma letra.
Viva Israel !
Excelente matéria! Por isso que assino a Oeste! Só aqui que encontramos comentários verdadeiros sobre a realidade atual! Parabéns!
Neonazismo
Guzzo como sempre vai ao ponto…….na mosca e devasta o preconceito, a desinformação, as quadrilhas, e os delinquentes de opinião .
Os EUA foram negligentes em 1979 quando deixaram Aiatolá Khomeini instalar o regime de xiita atual .Abandonaram o Irã a própria sorte.. Será que vão conseguir incentivar o povo a.
derrubar a atual ditadura. Vdm
Lúcido como sempre JRGuzzo.
Esse texto deveria percorrer todas as universidades!
Parabéns mais uma vez .
Sigamos em frente com Israel e os EUA contra todos os tipos de ditaduras
“Poucas vezes os homens perpetram tantas atrocidades do que quando o fazem com convicção religiosa”. Dawkins. Corrigindo: quando o fazem com suas certezas religiosas interpretadas. Uma coisa são as religiões e seus profetas, ligando as pessoas aos céus, bem outra são as igrejas, puxando os céus para a Terra. Tanto o Alcorão quanto o Tanakh apresentam textos belíssimos, primorosos, de exortação do espírito, de amor entre os homens. Mas contém, também, relatos e exortações que podem ser usadas para outros fins. Cada igreja faz a sua escolha. E o registro da história das denominações não está nada bem na foto.
Viva, Israel!
Primoroso
Guzzo teu artigo é excelente, e mesmo leigo no assunto, entendo que tua correta descrição de uma luta entre religiões radicais que nunca se modernizaram e criam graves conflitos e terror. Sou cristão católico, mas entendo que vários estados com predomínio muçulmano, convivem com outras religiões no seu próprio pais e com relacionamento tranquilo com países predominantemente cristãos.
Creio que religiosos muçulmanos em nosso pais, jamais pregam doutrinas radicais, e convivem com cristãos, judeus e outras religiões harmoniosamente.
Não entendo portanto quando você escreve que os inimigos de Israel vivem há quase 80 anos em campos de “refugiados” mantidos com esmolas da ONU, governados por escroques como a tirania do HAMAS e outros terroristas e vivendo as lamentações de um pais que nunca existiu, a “PALESTINA”. Não compreendo que não possa existir um estado PALESTINO, assim como foi criado o estado de ISRAEL em 1948. Afinal, de quais terras vieram os palestinos?. Não seria melhor que os estados de Israel e Palestino tentassem conviver com regras gerais das Nações Unidas?. Possivelmente radicais como HAMAS seriam facilmente derrotados em seu próprio pais.
Também não compreendi que o estado de Israel está rigorosamente dentro das fronteiras que lhe foram legalmente atribuídas pela ONU em 1948. Como leigo, fui buscar na INTERNET qual foi o território original e o atual e encontrei longo texto que narra, “a grande mudança nas fronteiras de Israel ocorreu com a guerra de 1967, quando o conflito conhecido como guerra dos 6 dias acabou com Israel ocupando a península de Sinai, a faixa de Gaza, a Cisjordânia, Jerusalém Oriental e a maior parte das Colinas de Golã, e isso triplicou o tamanho do território sobre controle israelense.
Aos 80 anos de idade, não compreendo qual a dificuldade em criar um estado Palestino que penso pacificaria o convívio dessas nações.
Ele não disse que não pode haver uma Palestina. Só disse que ainda não existe um país chamado Palestina. E os muçulmanos não querem um país para chamar de seu, mas apenas exterminar os judeus do planeta. Quanto à cavalgadura abaixo que assina paulo nem vale a pena comentar.
Perfeito como sempre em seu artigo. E o idiota chifrudo do Nove Dedos continua com sua insânia de estar sempre do lado do mal e perdedor. Vida eterna a Israel.
Obrigada Mestre Guzzo pelo seu artigo sensacional e sua análise perfeita do conflito entre Irã e Israel! Entre a civilização e a bárbarie, é obrigada ao povo israelense por defender os valores ocidentais, por defender à Liberdade!
Muitos brasileiros sabiam que está situação de desgoverno poderia acontecer e ficaram covardemente quietinhos
Numa sociedade livre, o Lula já estaria no banco dos réus por apoiar terroristas. Aliás, ele deveria também ser processado por desejar aniquilar os cristãos brasileiros, após a vitória do Islã. E temos que separar o joio do trigo. Muitos países do oriente médico adoram o Brasil.
Maravilha de comentário e análise geopolítica, não tenho como não agradecer e parabenizar por essa comunhão de ideias, não vejo nenhum contraponto honesto para alguma correção, pena ver a militância idiotizada remando contra liberdade
Matéria exemplar. Texto impecável. A realidade como ela é. Excelente!
Artigo nota 10. Uma explicação que deveria ir para todas as “universidades” que são manipulados por “professores” idiotas que veem o mundo de uma maneira insignificante. Não entendem o que é a valorização da liberdade e o valor máximo da humanidade. Tudo que é contra isto não vale nada e grandemente contra o ser humano . Parabéns Guzzo pela sua explanação a favor do ser humano. Não “seres humanos” com a mente possuída pelas ideologias idiotas que dominam parte o mundo. Penso, as vezes, como o ser humano pode ser tão idiota de não compreender que este pessoal não quer o bem…..
Compactuando com os demais comentaristas, esse texto deve ser compartilhado o máximo possível para acordar alguns idiotas úteis de plantão e mostrar como a mídia de extrema esquerda e seu presidente favorito apoiam o Irã. Guzzo desenhou e explicou o desenho. Parabéns!
Padrão Guzzo de qualidade! 👏🏻
Resumo brilhante do que está em jogo nesse conflito…
Resumo brilhante do que está em jogo nesse conflito…
O tecido social da Europa está apodrecido pela ideologia islâmica. A região da tríplice fronteira na América do Sul está em avançado estado de decomposição. A cegueira ideológica desse governo do PT vai levar o Brasil a uma situação perigosa. Espero que não seja tarde.
Parabéns, um texto que deveria ser lido e ensinado em todos as escolas deste nosso pais.
Excelente texto, grande Guzzo. Deus o abençoe grandemente.
Obrigado.
Espero que Israel varra o Irã do mapa. Não se negocia com terroristas. Devem ser eliminados.
texto perfeito, reflete o sentimento da grande maioria dos brasileiros que se envergonham desse nosso desgoverno eu, pessoalmente, sinto asco cada vez que o nove dedos aparece em público falando as asneiras que só ignorantes como ele falam
Quando o povo não conhece o passado, certamente irá cometer os mesmos erros no futuro. Muitos jovens de hoje conhecem de forma superficial o que foi o holocausto. E sem entender esse passado aplaudem de forma equivocada seus algozes.
Mestre Guzzo
A criatura que habitualmente discorda do seu (Guzzo) texto sempre me espanta. Ah! sou candidato ao prêmio de melhor censor desconhecido e anônimo? Não mesmo, acho que todos têm o direito de se expressar, até mesmo o leitor acima; que dá razão claramente ao Ayatollah, mas o que fazer? Ora, ele me espanta.
Poe exemplo, o Escritor Douglas Murray (vale a pena acompanhar) em longa permanência com a IDF em Gaza (ao contrário da gente que apoia o Irã) presenciou vídeos do 7 OUT, filmados pelo Hamas, recentemente apropriados pelos israelenses. Num deles, dois terroristas filmavam o cadáver de um menino que acabaram de matar e a seguir mostravam sua namorada adolescente (do jovem assassinado) que aos prantos gritava para não ser morta. Enquanto discutiam o que fazer com ela, um deles resolveu atirar em seu (dela) rosto, arrancando parte da face. Porém, ainda viva tentava continuar apelando desesperada, mas o sangue borbulhando na garganta a impedia. O terrorista então a mata com outro tiro na cabeça. Ao mesmo tempo, o outro terrorista ligava eufórico para sua família em Gaza, relatando que acabaram de matar corajosamente dois judeus (adolescentes desarmados). E veja, o Hamas é braço do Irã.
Tenho convicção plena de que o leitor acima sabe-se cúmplice do Hamas nos assassinatos causados por seus membros no 7OUT.. Confio nele. Se pudesse faria o mesmo..
Excelente análise, Guzzo! Assertiva, correta e abrangente. Só os alienados não conseguem entender. A torpeza mental da nossa “elite intelectual”, hoje, é consequência de décadas de lavagem cerebral nas escolas e universidades do Brasil afora. Mas, para aqueles que ainda restam pelo menos alguns neurônios intactos não é, afinal, tão difícil de entender, não é mesmo?!
Seu artigo é de arrepiar, amigo.
Parabéns a Israel por nos defender desses tiranos.
Inspiradísimo, Mestre! Um prazer!
Bravo Guzzo, escreveu tudo sobre sobre Irã e Israel e o que representa a vitória para o Ocidente que ainda preza pela liberdade e civilização. É apenas ficar entre a tenue fronteira de Israel e Gaza e observar onde gostaria de morar.Pergunte até para uma criança e ela te apontará Israel. Tenho certeza que a liberdade de viver e existir como um país livre e democrático vencerá .A turma da esquerda caviar da Europa e de Harvard podem gritar,parecem Boulos e sua turma gritando no centro da cidade de São Paulo:i”nvade,invade “,sim e vejam só no que deu.Russia e China, recuaram e baixaram o tom ..Cidadãos chineses que moram em Teerã estao desesperados fugindo do país. Assim é a luta pela sobrevivência. Quem pensa sabe muito bem discernir entre o bem e o mal, entre tirania e democracia real e entre civilização e obscurantismo.
Parabéns Guzzo. Vc é imprescindível!
Texto didático ,Lúcido e simples para qualquer esquerdista mentecapto entender …
Tomara que Lula sua Janja e seus asseclas com tanta bobagem que falam dia sim e dia sim , não acabe
com a reputação da maioria absoluta do povo
Brasileiro que pensa em favor de Israel
Trocando algumas palavras, eliminando parágrafos, e a história atual do Brasil; onde mortes acontecem devido a escroques na estrutura de poder do estado. Também vivemos com medo aqui: da violência e da perda da liberdade.
Mais uma vez o nó górdio foi cortado não pela espada de Alexandre, mas pela artilharia de Israel
Nós seres humanos, precisamos sofre muito ainda para aprendermos a viver em paz.
Nos como cidadãos precisamos apoiar Israel na sua luta pela existência. Não podemos repetir o erro das pessoas que viveram na época da segunda guerra e que não denunciaram a tempo a perseguição dos judeus.
Ótimo relato, Guzzo. Viva Israel, viva seu bravo povo.
O mais q perfeito artigo do Guzzo
Eu estava em Jerusalém em 07 de outubro no início do conflito
Minha amargura cresceu dia a dia qdo ao retornornar, ver todos a meu redor a favor dos “bebês da Palestina”
Nós ocidentais somos e tudo indica q seremos, eternos devedores aos judeus
Que nos deram seu código moral mosaico, a humanidade de Jesus, e agora tentam preservar nossa liberdade
De onde vem tanta ignorância do ocidente q não entende q p o Islã é e sempre foi a submissão ou a morte?
Onde estao as escolas que não ensinam isso a nossos filhos?
As universidades q defendem o progressismo e não encheram a tirania assassina?
Eu me pergunto tudo isso mas até hj não tive resposta a uma pergunta:
Porque o povo alemão fechou os olhos p as atrocidades do nazismo?
Só posso especular q deve ser uma doença mental das massas
O povo alemão tinha conhecimento e concordavam com o que acontecia, quem me disse isso foi um alemão já falecido, que viveu na carne a altíssima inflação alemão, atribuída aos judeus que dominavam o comercio, esse alemão me disse que a inflação era tão alta, que era preferível andar de taxi ao invés de ónibus, pois o taxi se pagava na saída e o ónibus na entrada.
Absolutamente perfeito, o que já não é novidade em se tratando do Guzzo. Artigo necessário para a esquerda brasileira, ainda que não os levará a trilharem o caminho do bem; Artigo necessário para os brasileiros de honra que ainda não tinham pensado a respeito. O esforço “civilizatório” de uns tantos idiotas alienados e vendidos que temos por aqui é inútil, as pessoas já começaram a entender que o processo “civilizatório” pretendido é a destruição do que temos, dos nossos valores, da nossa liberdade, das nossas famílias, do jeito civilizado de viver. Acredito que o Brasil dos brasileiros, não o brasil-de-lula prevalecerá. Que Deus nos guie nessa empreitada.
Cirúrgico como sempre, Guzzo. Parabéns. Análise perfeita.
Excelente artigo. Do mestre Guzzo.
Concordo com tudo que Guzzo escreveu.
Brilhante e afiado como sempre. Parabéns Guzzo.
Genial , como sempre ,mestre Guzzo