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Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, e Ali Khamenei, líder supremo do Irã | Foto: Wikimedia Commons
Edição 275

O desmonte do Itamaraty

Num redesenho de apelo ideológico sem precedentes nas relações exteriores brasileiras, a gestão Lula sempre escolhe o lado errado da história

Há 78 anos, na tarde de 29 de novembro de 1947, o Brasil estava no centro da decisão geopolítica mais importante do pós-Segunda Guerra Mundial: a partilha do território da Palestina e a criação do Estado de Israel. No comando da sessão da recém-criada Organização das Nações Unidas, o brasileiro Oswaldo Aranha. A partir de então, a diplomacia brasileira passaria a ser reverenciada no mundo. Um corte histórico e chegamos a 2025. Dias atrás, o Itamaraty emitiu uma nota em que condenava o cirúrgico ataque dos Estados Unidos às instalações nucleares do Irã e classificava a ação como “uma violação da soberania e do direito internacional”, no que se revelou de fato apenas um bloqueio estratégico às pretensões dos aiatolás atômicos de destruir Israel e o modo de vida ocidental. Num redesenho de forte apelo ideológico sem precedentes nas relações exteriores brasileiras, a gestão Lula dá sinais claros de ter escolhido um lado dessa guerra: o lado errado da história. E, ao se contrapor a Israel e aos EUA, não consegue propor nada de relevante. Talvez porque já tenha perdido a relevância.

A proximidade do governo brasileiro de Lula com o Irã vem desde os primeiros mandatos do petista em Brasília. Quem não se lembra dos afagos entre o presidente brasileiro e Mahmoud Ahmadinejad e a defesa do desenvolvimento de energia nuclear pelo Irã para “fins pacíficos”? Nadando na alta popularidade do que viria a ser o Petrolão, poucos se preocuparam em levar em conta o que realmente pensa o regime iraniano sobre o mundo. Mas um momento recente provocou reação forte dos norte-americanos. Com Lula de volta ao poder, o Itamaraty autorizou a Marinha do Brasil a permitir que dois navios militares iranianos atracassem no Porto do Rio de Janeiro, em 2023. Eram embarcações sancionadas pela Casa Branca.

Esse acontecimento não pode ser analisado sem uma contextualização prévia dos fatos que o mundo inteiro conhece. O Irã, desde a Revolução Fundamentalista Islâmica, de 1979, é uma ditadura teocrática que, movida a ódio ao que lhe é diferente, ceifa os mínimos direitos humanos de sua própria população e, com a pretensão de deter alguma hegemonia, ameaça o modo de vida ocidental financiando tribunais da Sharia espalhados pela Europa. Em detrimento dos direitos locais de países ocidentais e democráticos, esses tribunais ignoram direitos civis e aplicam as leis islâmicas na sua versão mais radical. Ora o Irã é uma realidade de terror, ora de ameaça global real. Em nome da civilização, é preciso contê-lo.

Desde 1979, o Irã é uma ditadura teocrática que persegue sua população e exporta o radicalismo islâmico, ameaçando os valores das democracias ocidentais | Foto: Shutterstock

Depois da “Guerra dos 12 Dias”, como o presidente americano Donald Trump denominou o conflito ao anunciar o recente cessar-fogo, ainda é difícil saber como o regime dos Aiatolás vai se recuperar depois dos estratégicos ataques das Forças de Defesa de Israel, que eliminaram praticamente toda a cadeia de comando militar e do regime, além de instalações militares. Sobretudo porque o governo iraniano tem patrocinado — com dinheiro, treinamento e armas — o Hamas, na Faixa de Gaza, o Hezbollah, no Líbano, e os Houthis, no Iêmen.

Fundamentados em forte ideologia contra o Ocidente e formação de terroristas dispostos a tudo, esses grupos são uma ameaça ainda presente. Foram responsáveis por ataques terroristas contra Israel, como o sangrento 7 de outubro de 2023, quando 1,2 mil civis foram mortos, 251 sequestrados e 50 ainda permanecem no cativeiro do Hamas. A estimativa mais otimista diz que só 20 dessas pessoas ainda estariam vivas em algum esconderijo de Gaza. Esse foi o maior e mais abjeto atentado contra civis na região e a origem do recente conflito em que Israel tem atuado em várias frentes para proteger o que legitimamente classifica como o direito de defender suas fronteiras e sua existência como nação.

A decisão democrática da ONU que criou o Estado de Israel teve ampla maioria, com 33 votos a favor, 13 contrários e 10 abstenções. Ao ignorar a história que está sendo escrita em nosso tempo e a que escreveu um dos mais brilhantes diplomatas de seu próprio corpo, o atual Itamaraty de Lula não parece se contentar em ter perdido a notória capacidade diplomática do Brasil de mediar, mas também promove um desgaste sem paralelo da imagem do país na comunidade internacional. Hoje é visto com desconfiança pelo mundo civilizado. Não só. A terceira gestão de Lula nas relações internacionais vai contra as crenças, a tradição, a cultura e os valores dos próprios brasileiros que renegam sua política externa.

E essa desconexão é verbalizada pelo próprio presidente Lula, cujo governo de visão distorcida da realidade sequestrou o Itamaraty. Nos três recentes conflitos a que o mundo assiste apreensivo e sobre qualquer assunto de defesa dos valores democráticos e dos direitos humanos, Lula e o Itamaraty têm se colocado na contramão da lógica diplomática da autocontenção ou da mais devida sensatez.

Presidente Lula e Ebrahim Raisi, ex-presidente iraniano, em encontro diplomático entre o Brasil e o Irã | Foto: Wikimedia Commons

Diplomacia de botequim

Na guerra na Ucrânia, entre dizer que resolveria o conflito numa mesa de bar, embriagado pela sua diplomacia de botequim, ou traçar uma insistente falsa equivalência entre a Ucrânia invadida e a Rússia invasora, Lula envergonha o Brasil. Até o presidente francês, Emmanuel Macron, interessado na paralisia lulista em defender os interesses do agronegócio nacional ou a soberania brasileira na Amazônia, soltou a mão de Lula: “Sobre esse assunto eu penso que a melhor orientação são as ideias simples: há um agressor, que é a Rússia, e há um agredido, que é a Ucrânia. Todos queremos a paz, mas os dois não podem ser tratados em pé de igualdade”. Foi constrangedor.

Fato é que o presidente brasileiro sempre foi incapaz de admitir a gravidade da invasão russa e se solidarizar com Volodymyr Zelensky, o líder ucraniano, que no início deste ano já o dispensara: “Eu acho que o trem do Brasil, para ser sincero, passou. Falei com Lula, nos encontramos, e pedi que ele fosse um parceiro para acabar com a guerra. Agora ele não é mais um player. Ele também não será um player para Trump”. Zelensky parecia prever o futuro.

Lula foi o único chefe de Estado de uma democracia ocidental a ir a Moscou, no desfile militar dos 80 anos da vitória da antiga União Soviética sobre a Alemanha Nazista. Vladimir Putin, que não viaja para o exterior por causa de um mandado de prisão do Tribunal Penal Internacional, fez uma parada militar comparável às da época da guerra fria. Ao seu lado na demonstração do poderio russo, ditadores de várias regiões do planeta. E Lula, que classificou as críticas por ter viajado à Rússia como “exploração política”. Em que pese os russos também terem combatido os nazistas, o Brasil com seus heroicos pracinhas lutou ao lado dos Aliados ocidentais, sobretudo dos norte-americanos. O Dia da Vitória para nós é o 8 de maio, não o dia 9, como comemorou Putin.

Janja e Luiz Inácio Lula da Silva, durante cerimônia de celebração dos 80 anos do Dia da Vitória na Segunda Guerra Mundial, na Praça Vermelha, em Moscou, na Rússia (9/5/2025) | Foto: Ricardo Stuckert/PR

No recente conflito entre Israel e o Hamas, a incapacidade do governo brasileiro de reconhecer a extensão e a crueldade do ataque do Hamas é acintosa. A crueldade de centenas de civis atacados por terroristas armados que invadiram o solo israelense deveria provocar, no governo brasileiro, repúdio inegociável ao terror. Diante das concessões acerca de questões geopolíticas na região, a imagem do país é ainda mais prejudicada. Sob o argumento da defesa do Estado Palestino no que apenas tinha sido uma selvageria de sanguinários cruéis, Lula chegou a reclamar da morte de “12 milhões e 300 mil crianças palestinas”. Mais um dos exageros verborrágicos e inconsequentes do presidente. A população total da Faixa de Gaza não supera os 2 milhões de pessoas.

Nota do Itamaraty corrigindo a declaração estapafúrdia? Não, nenhuma. O que não se corrige costuma piorar. Lula voltou à tona em ataques ao governo israelense e comparou ao Holocausto a reação de Israel ao caçar os terroristas do Hamas. De novo, um país atacado — com centenas de mortos, e crianças, mulheres e idosos ainda mantidos em cativeiro pelos terroristas — foi vítima de uma precária e desumana comparação com um agressor violento e cruel que usa sua população como escudo, como demonstraram investigações divulgadas pela imprensa. Lula recebeu elogios do Hamas. E foi comunicado de que se tornara persona non grata em Israel — o primeiro presidente brasileiro a ser declarado como não bem-vindo por uma nação estrangeira.

‘Meu irmão e líder’

É provavelmente o pior momento da diplomacia e da imagem do Brasil no exterior. Da pretensão soberba de ser agraciado com o Prêmio Nobel da Paz, antes de ser condenado por corrupção em três instâncias da Justiça brasileira, Lula se tornou o líder a ser evitado por quem tem algum apreço pelos fatos que afligem o mundo e a humanidade. Na fraude das eleições venezuelanas, Lula, que já havia classificado o país como uma democracia, fez o Brasil ser o último a reconhecer problemas com as urnas. Mesmo assim, nunca condenou ou repudiou com a veemência necessária a fraude bancada pelo amigo Nicolás Maduro, recebido em Brasília com honras de chefe de Estado logo no início de 2023. Um absurdo, mas que não surpreende.

A simpatia de Lula por ditadores é histórica, como demonstrou em 2009, ao chamar o ditador líbio Muammar Kadafi de “meu amigo, meu irmão e líder”. À época, os 27 anos de opressão de uma ditadura que destruiu a Líbia não incomodaram o presidente brasileiro, o liderado. Sempre que pode, Lula atualiza essa estranha admiração por autocratas que escravizam seus povos. Em seu primeiro ano do terceiro mandato, ele fez, em uma única semana, elogios a Fidel Castro, a Hugo Chávez e até a Daniel Ortega, cuja perseguição a opositores com repressão violenta à Igreja Católica atingiu até a imagem do Papado de Francisco, o bispo argentino ligado aos movimentos da esquerda latino-americana que, como papa, foi acusado de demorar a agir em defesa dos próprios padres e bispos católicos nicaraguenses.

Lula já exaltou Hugo Chávez como um grande líder, ignorando a repressão, o autoritarismo e o colapso institucional que marcaram seu governo na Venezuela | Foto: Shutterstock

Em diplomacia, há o que se fala publicamente e o que é falado a portas fechadas. Normalmente, o efetivo é o que é tratado de forma sigilosa. Mas sinalizar seus valores publicamente é vital para mostrar ao mundo de que lado está e por onde pretende buscar consensos e soluções. Coube ao Ministério da Justiça um raro aceno de sobriedade deste governo de Lula 3. Ao tratar do mandado de segurança sobre a repatriação do palestino Muslim Abuumar, em julho do ano passado, por suspeita de integrar o alto escalão do Hamas, técnicos do ministério classificaram o grupo como terrorista. Houve desconforto na cúpula do governo e no Itamaraty. A compensação viria do próprio Lula. Desde lá, Lula classificou a ação das Forças de Defesa de Israel em Gaza como genocídio pelo menos outras três vezes, aqui e no exterior. Israel seria “vitimista”.

Um misto de Boris Yeltsin com Joe Biden

Mas, além de Lula — que fala —, quem desenha nos bastidores as declarações do presidente e a posição do governo brasileiro nas relações internacionais? Não me refiro ao vexame na última reunião do G20, no Canadá, em que Lula, na mesa com os outros chefes de Estado, gritava descontroladamente reclamando do defeito no equipamento de tradução, o que lembrou comportamentos de Boris Yeltsin. Ou durante a foto oficial, em que, ao sair do lugar, demonstrou completo desapreço pelo cerimonial. Joe Biden ainda tinha a desculpa de problemas de saúde. O ponto aqui é a autoria intelectual da atual diplomacia. Quem estaria à frente?

Mauro Vieira, o ministro de Relações Exteriores? Chamado ao Congresso para explicar a concessão de asilo diplomático a Nadine Heredia, ex-primeira-dama do Peru condenada a 15 anos de prisão por corrupção, e a inexplicável decisão do governo de buscá-la com um jato da FAB, Vieira confessou que, mesmo depois de mais de quatro meses da posse de Donald Trump, não havia recebido resposta à carta que enviara ao secretário de Estado Marco Rubio. Se vítima ou não do antiamericanismo de Lula, que havia dito que a vitória de Trump seria a volta do “nazismo com outra cara”, ao atual chanceler parece restar a burocracia do cargo.

Celso Amorim, assessor internacional e atual ideólogo de Lula nas relações externas, é o nome mais provável no comando e que merece uma análise à parte. Influente nas decisões do Palácio do Planalto para além das fronteiras, tornou-se uma eminência parda no governo. É curiosa a sua ascensão. Diplomata de carreira, ele próprio fora ministro de Relações Exteriores nos primeiros mandatos de Lula. Um ministro escanteado, à época, pelo protagonismo e poder de Marco Aurélio Garcia, o poderoso assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência da República. Oriundo do PT, onde fora secretário de Relações Internacionais do partido, faleceu em 2017, não sem antes tornar-se quem de fato decidia o que Lula — e, posteriormente, Dilma — determinava ao Itamaraty. Celso Amorim seria hoje uma espécie de Marco Aurélio Garcia do atual ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira.

No governo Lula, o partido e os homens do presidente parecem ficar acima dos interesses do Estado. E a mulher também. Na China, diante de um Xi Jinping incrédulo com o que deve ter entendido como uma descortesia e quebra de códigos de relação diplomática, Janja da Silva pediu a palavra para solicitar ajuda do governo chinês para censurar no Brasil o TikTok. Lula depois assumiu que fora ele o autor do pedido de ajuda à ditadura para promover censura num país democrático. Se os chineses gostaram ou não da saliência fora do protocolo de Janja é o menor dos problemas. Imagine os brasileiros que viram sua soberania e sua Constituição serem afrontadas pelo casal presidencial?

Mas, voltando a Celso Amorim, a série de precedências que exibe na área externa parece prova insofismável da quebra, pela segunda vez, do respeito institucional aos órgãos de Estado pelo lulopetismo. Amorim, e não Mauro Vieira, foi o enviado especial de Lula para negociar com Nicolás Maduro a questão mais delicada do continente que poderia ser influenciada pelo Brasil, e que resultou em anuência ou omissão diante do descalabro da fraude. Num rápido comparativo, qual teria sido a postura da diplomacia técnica no caso, não fosse a intromissão ideologizada de Amorim? Pela história do Itamaraty que já não se vê mais, certamente outra e oposta.

Na carreira solo de defesa do pensamento do chefe Lula e do PT mundo afora, Celso Amorim não recua, avança. Em uma palestra em Washington, em 2024, durante evento em que o Brasil faria parte da reunião do G20, Amorim chegou a comparar a pena de morte nos EUA ao tratamento desumano que o regime iraniano impõe às mulheres no país: “Eu não concordo com a forma como as mulheres são tratadas no Irã, mas não concordo com a pena de morte, que ainda existe nos Estados Unidos”, disse. Mesmo com a tentativa de ponderação, a falsa equivalência não passou despercebida por Dan Baer, ex-embaixador dos EUA na Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), durante a administração Obama. “Traçar uma equivalência entre os EUA e aplicação de pena de morte e o regime iraniano não é moralmente respeitável”, devolveu o diplomata americano.

Até um estudante de primeiro ano de Direito no Brasil sabe que uma decisão de pena capital nos EUA passa antes por todo um aparato de devido processo legal, com ampla defesa do acusado, júri popular, recursos e até a possibilidade de clemência do presidente americano. A quem recorrem as mulheres iranianas depois de açoitadas, apedrejadas e até mortas na ditadura teocrática que imagina fazer aquilo por ordem divina, sem que possam recorrer a um mínimo de julgamento justo baseado em direitos civis? Ou mesmo os homens homossexuais?

Como a manutenção de relações amistosas com o grupo terrorista Hamas parece ser um mandamento de Lula, em detrimento das relações de Estado com a nação democrática de Israel, Amorim escreveu o prefácio do livro Engajando o Mundo: A Construção da Política Externa do Hamas, uma pretensão de plataforma diplomática do grupo que defende, em seu estatuto, a extinção de Israel. E que as três religiões poderiam coexistir, desde que sob o comando do Islã.

Diante do que é público, notório e inquestionável do desmonte da diplomacia brasileira sob o radicalismo do lulopetismo e da esquerda, onde estão as demais vozes do país a defender os valores democráticos, as instituições de Estado brasileiras e as nossas profissionais relações externas da perniciosa influência partidária e do atraso ideológico? O Brasil potência alimentar em ascensão, que detém hoje o maior soft power de um mundo cuja demanda por alimento só aumenta, precisa de defesa de seus enviados ao exterior. Mesmo que internamente Lula diga que o agronegócio do país é “fascista”, ignorando, como sempre, o significado histórico e dolorido do fascismo e também o mérito da competitiva indústria agropecuária nacional.

Afinal, o que o Itamaraty se tornou sob a decisão de Lula e a omissão de assessores meramente dedicados a defender ideologias particulares é o oposto do que o Brasil foi até recentemente, quando ainda vivia — e era reconhecido no planeta — sob o legado de Oswaldo Aranha, o genial negociador que, naquele novembro de 1947, presidiu a sessão da ONU que premiou o multilateralismo, o respeito às diferenças e a paz justamente depois do fracasso da Liga das Nações. Com frequência imensa, o Brasil é um país cujos problemas encontram soluções dentro de si mesmo. Com a diplomacia não parece ser diferente. Basta resgatar o Itamaraty e devolvê-lo aos diplomatas de carreira. E o país, aos brasileiros.

Leia também “INSS sob Lula: da crueldade à ofensa da dignidade”

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34 comentários
  1. Renato Rodrigues Dos Santos
    Renato Rodrigues Dos Santos

    Parabéns pelo texto Piotto. O Brasil do LUla/STF nos envergonha a cada minuto. Espero que Deus nos livre dessa maldição o mais rápido possível, de 2026 não passará.

  2. João Antônio Dohms
    João Antônio Dohms

    Como diz o Augusto Nunes o molusco sempre escolhe o lado errado !
    Está em Buenos Aires e foi visitar a Cristina Kirschner!
    Estão certos :
    Corrupto aliado à corrupto .
    Na gestão de El Pinguim 🐧 marido da Cristina no IR sua fortuna aumentou enquanto presidente 760%!
    Isso na declaração do IR.
    Corrupto aliado a corrupto !
    Por sinal o molusco ficou na embaixada brasileira em Buenos Aires,pois dizem que o apedeuta está gastando DEMAIS!
    TUDO HIPOCRISIA!
    A EX guerrilheira quando foi na posse do papa em Roma ficou num hotel onde a diária era
    seis mil euros ,quando poderia ter ficado na embaixada brasileira que fica no metrô quadrado mais caro de Roma ,Piazza Navona !
    Não sabia que guerrilheiros são católicos ,mas enfim !
    O desrespeito pelo dinheiro do contribuinte é algo surreal !
    Corja de pé de chinelo se lambuzando as custas do sofrido contribuinte!
    Cínicos o tempo todo .
    Mentem o tempo todo!

  3. João Bosco Almeida Brito
    João Bosco Almeida Brito

    O LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA, NÃO TEM ÉTICA E UM MAL CARÁTER, PASSA-SE DE UM PSICOPATA, ANALFABETO, O MAIOR PROBLEMA DESSE INDIVÍDUO E COMETER CRIME LESA PÁTRIA.
    O MAIOR PROBLEMA DO BRASIL É O PETISMO, UM POVO MEDÍOCRE, SEM MEMÓRIA, SEM CARÁTER, PASSADO DEZESSEIS ANOS NA IDEOLÓGIAS COMUNISTAS E SOCIALISTA VOLTARAM É ADOTARAM AS MESMAS TÁTICAS DE UMA DITADURA DO LULAPETISMO QUE ACABARAM COM O BRASIL.
    NOTÍCIA MARAVILHOSA! EMBAIXADA AMERICANA ENFIM AGE E REVELA ESCÂNDALO BILIONÁRIO DE MINISTROS
    🔥HISTÓRICO! MORAES TENTA PRENDER EDUARDO BOLSONARO MAS LEVA INVERTIDA HISTÓRICA COM TRUMP
    🔥SENSACIONAL! TRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL ACIONADO PARA TRATAR DO STF COM AJUDA DE TRUMP
    MARAVILHA DE NOTÍCIA! EDUARDO BOLSONARO DIRETO DOS EUA TRÁS A DERROTA DE MORAES PARA TRUMP
    🔥IMPLACÁVEL! TRUMP AGE COM GENIALIDADE E ANUNCIA OFENSIVA A MINISTROS DO STF.

  4. Antonio Carlos Neves
    Antonio Carlos Neves

    Piotto, pensar que eu votei nesse cara em 1989 contra o Collor. Coisas de tucano velho e atualmente arrependido de ter sido enganado até 2018 ano que seus lideres FHC & CIA. se revelaram sem caráter. Entretanto creio que se Lula tivesse ganho em 1989, teria o mesmo destino de Collor (impeachment) e hoje não mais existiria.

  5. Daniel BG
    Daniel BG

    Um texto e tanto, Piotto. Grato pelos tantos exemplos históricos do lado doentio que escolheu Lula da Silva para se inspirar e fazer sua autobiografia.

  6. DONIZETE LOURENCO
    DONIZETE LOURENCO

    Piotto, sua análise demonstra com todas as letras o caminho do atraso que o país atravessa no momento.
    De protagonista de feitos históricos mergulhamos em um poço sem fundo com as atitudes insanas do atual ocupante do executivo, com a devida conivência e aprovação do judiciário.
    Felizmente o Congresso parece que descobriram que para se manterem no legislativo dependem dos votos de um eleitor cada vez mais insatisfeito com os rumos que o país está trilhando.

  7. James Cesar M A Souto
    James Cesar M A Souto

    Excelente e lúcido em cada ponto de sua rica análise, Piotto.

  8. Cíntia Maria Rosa de Morais
    Cíntia Maria Rosa de Morais

    Parabéns, Piotto! Excelente artigo. Espero que em 2026 possamos virar
    o jogo e resgatar o Itamaraty!

    jogo e

  9. Maria Luiza Ferraz
    Maria Luiza Ferraz

    Prezado Adalberto Piotto,
    Parabéns pelo excelente artigo.
    Uma verdadeira aula de história e um cronograma perfeito dos descalabros que estão ocorrendo em nosso País, que submetem todos nós, brasileiros, a um sentimento de imensa vergonha pelo que o Brasil se tornou.
    Aproveito para também lhe parabenizar pela excelência dos seus comentários e opiniões no programa Oeste Sem Filtro, que assisto diariamente.
    Boas férias e até a volta.
    Maria Luiza Ferraz, advogada que atualmente vive um estado de negação com o que também se tornou a justiça (com minúscula mesmo), em especial o STF, tudo sob o silêncio sepulcral e conivente da OAB, de há muito aparelhada ideologicamente.

  10. Candido Andre Sampaio Toledo Cabral
    Candido Andre Sampaio Toledo Cabral

    Parabéns Piotto.
    Vejam quantos constrangimentos, para nós brasileiros, uma criatura dessa no poder. Bem relatado por você neste artigo.

  11. Darilda Guimaraes Miranda
    Darilda Guimaraes Miranda

    Parabéns Piotto. Muito bem escrito, muito esclarecedor.

  12. Daniel BG
    Daniel BG

    Precisas informações sobre o bandido, Piotto.
    Posso até imaginar a infância daquele que tinha um sonho, até então inocente, de ir para São Paulo procurar trabalho e melhorar de vida. Afinal é sonho de todos os que querem melhorar na vida encontrar um emprego digno e que lhes dê segurança e garantia para a idade avançada. Mas no caso dele a coisa desandou. Se foi vítima ou agiu mesmo de má fé, entrou para a militância sindicalista e lá tirou seu “bacharelado” em trambicagem, mentiras, roubo e fascínio por regimes totalitaristas e ditatoriais. Desde então tem formado (e disso ele se orgulha) uma gangue de poderosos que espolia o pagador de impostos no Brasil como nunca antes na história desse país. Hipocritamente se auto denomina o pai dos pobres, mas é exatamente aos pobres que ele mais espolia, com mentiras e tetirando-lhes o sonho por uma vida melhor.
    Não acredita em Deus, pois se assim o fosse há muito já teria se redimido.
    Chegou a quarta idade e é um exemplo mundial de desenvolvimento ruim que um ser humano por alcançar.

  13. Therezinha
    Therezinha

    Parabéns Piotto!
    Só uma correção, Lula foi na reunião do G7 no Canadá e não do G20

  14. Jaime ary Molchansky
    Jaime ary Molchansky

    Excelente retrospectiva da decadência da diplomacia brasileira.
    Texto claro e elegante.
    Grande Piotto!

    1. Teresa Guzzo
      Teresa Guzzo

      Na minha opinião Lula nunca foi inocente, quer vencer na vida sem mérito e contando só com facilidades é o pior caminho para coisas ruins . Como sindicalista já jogava nos dois times:fazia acordos com os dois lados. Ganhava do empregador e do sindicato. Esse é o caráter dele,sempre foi.

  15. Luiz fernando Chalet ferreira
    Luiz fernando Chalet ferreira

    Parabéns,Piotto. Ótimo resumo da nossa convivência atual na diplomacia

  16. Dalva da Silva Prado
    Dalva da Silva Prado

    Obrigado senhor Piotto. Certamente, com contagem pública dos votos na próxima eleição, nos livraremos dessa vergonhosa situação. Osvaldo Aranha, vive e ajudará.

  17. Sergio Mendes Casro
    Sergio Mendes Casro

    Caro Piotto , discordo de seu último parágrafo , pois acho que a diplomacia brasileira tem que ser reconstruída dos pilares básicos de democracia , conhecimento e que hoje os diplomatas de careira foram todos construídos dentro de uma retórica esquerdista em que o respeito às diferenças inexiste .

  18. Antonio C. Lameira
    Antonio C. Lameira

    Lula tem na cartola 60 milhões de votos, oriundos dos programas sociais, tudo que ele faz, fala, pensa, estão devidamente carimbado como liberado por esses eleitores, só teremos um final feliz quando o dinheiro acabar, até lá o PT é a orquestra sendo Lula o maestro, empunhando a batuta.

  19. Lourival Nascimento
    Lourival Nascimento

    Lula escolheu o que há de pior para dirigir a Diplomacia da Terra Tupiniquense. O senhor Mauro Vieira é marionete do anão diplomático Celso Amorim, o Chanceler de fato. Não é mero acaso que Lula tenha se recusado a declarar CV e PCC como organizações terroristas, como se não existissem guerras nas favelas das grandes cidades do Brasil. Caminha em boa marcha a Delação e acordo da Justiça Americana com o Ex-aliado do chavismo, que admite conspiração com as FARC e tráfico de cocaína. HUGO ” ELPOLLO ” CARVAJAL ex-chefe de inteligência da Venezuela, se declarou culpado em tribunal dos Estados Unidos e os arquivos vão revelar nomes aqui do Brasil, do Kirchnerismo e aleivosias na Tríplice Fronteira. Quando vemos a ultra extrema esquerda do Lula defendendo o Irã, mesmo mulheres e ativistas LGBTKY+ e ditos ativistas do direitos dos manos defendendo que rouba um celular para tomar cervejinha, convém lembrar que no Irã homossexuais são enforcados, mulheres são apedrejadas até à morte. Quando a quem ROUBA, viu Praça dos Três Poderes, o Sheik Jirad revela em postagem nas redes sociais, que quando a pessoa comete o primeiro ROUBO, lhe é CORTADA a MÃO DIREITA. Se ROUBAR a segunda vez, lhe será CORTADO o PÉ ESQUERDO. O Sheik diz ainda que não é a Sharia quem corta a MÃO ou o pé do ladrão, mas ele mesmo o faz ao desobedecer a LEI!. Pra quem já perdeu um dedo…

  20. Marcio Cruz
    Marcio Cruz

    O Celso Amorim assinou o prefacio de um livro favoravel ao Hamas. Como acreditar neste “diplomata”?

  21. Yara
    Yara

    Excelente, Piotto. Um resumo triste do que Lula e a esquerda transformaram a diplomacia do nosso pobre país.

    1. Herbert Gomes Barca
      Herbert Gomes Barca

      excelente artigo Adalberto Pioto, esclarecedor e verdadeiro!!
      o Brasil hoje é uma vergonha mundial !

  22. Lauro Patzer
    Lauro Patzer

    A diplomacia brasileira é igual a sua economia, uma decadência.

  23. Elias José de Souza
    Elias José de Souza

    O Lula é um presidente ilegítimo, não poderia esperar algo diferente disso diante de um cargo
    não merecido.

  24. MNJM
    MNJM

    Brilhante texto Piotto, retratou muito bem o lixo da nossa diplonacia

  25. Marisa Milen
    Marisa Milen

    Triste, muito triste assistir a tanta irresponsabilidade, falta de amor ao país, falta de patriotismo. Estamos deixando o Brasil em mãos de verdadeiros psicopatas.

  26. Josenildo Nascimento Melo
    Josenildo Nascimento Melo

    Adalberto Piotto fez por merecer a capa. Brilhante texto que retrata realmente como se encontra a diplomacia brasileira. Excellent!

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