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Sua infelicidade não é culpa do capitalismo | Foto: Shutterstock
Edição 283

O capitalismo não é a razão da sua infelicidade

Alguns jovens adultos culpam o "capitalismo" por praticamente tudo — mas este não passa de um bode expiatório conveniente

Está se sentindo mal? Triste? Sozinho? Desanimado com a sua vida? Ansioso com a política? Irritado com a situação do mundo? Os gurus, influenciadores e “pensadores profundos” da internet identificaram o culpado, a razão, a explicação abrangente para tudo, em todo lugar, ser uma droga o tempo todo.

“Você se sente horrível? Isso é capitalismo, baby!” diz o popularíssimo influenciador de saúde mental TherapyJeff em um TikTok com quase 50 mil curtidas. “Seu valor próprio é baseado em quem você é ou no que você faz? Se for o que você faz e o valor que você cria, isso é capitalismo internalizado.”

Em outro vídeo na plataforma, duas mulheres atraentes, na casa dos 20 anos, discutem como o “capitalismo tardio” afetou suas vidas sociais e reclamam da falta de “espaços de convivência” públicos. O vídeo foi filmado no que parece ser um parque público.

Em outro vídeo, desta vez com mais de 14,5 mil curtidas, uma jovem declara que “o capitalismo é a raiz de todo o mal” antes de adicionar: “Também sou dona de um negócio. Mas que se dane o capitalismo, né?”

@therapyjeff Do you feel horrible? That’s capitalism, baby! #capitalism #america #mentalhealth #therapy #therapytok #therapist #burnout ♬ original sound – TherapyJeff

No ambiente virtual, “capitalismo” tornou-se a origem de praticamente toda e qualquer tendência cultural detestada, não importa quão universal ou eterno seja seu valor. Padrões de beleza irreais? Capitalismo. Monogamia? Capitalismo. Pessoas que não querem te dar carona até o aeroporto? Capitalismo.

O capitalismo é confundido com tudo, desde o consumismo e a corrupção governamental até o próprio conceito de trabalho. O anticapitalismo on-line não é tanto uma reação contra a realidade econômica, mas sim uma reação contra, bem… a realidade. É o vilão multifuncional que estraga tudo o que deveria ser bom na vida moderna.

@ameliamontooth if ur my friend and ur seeing this lets b radical anticapitalists together while you drive me home from LAX 😈 #wlw #friends #friendship #20s #femalefriends #friendgroup ♬ original sound – Amelia

O ódio ao capitalismo coincidiu com um boom na popularidade do socialismo e até do comunismo. Em pesquisa recente do instituto Pew, apenas 40% dos jovens de 18 a 29 anos tinham uma visão positiva do capitalismo, enquanto 44% viam o socialismo positivamente. Em outra pesquisa, 34% relataram uma visão positiva do comunismo, que na União Soviética de Josef Stalin matou milhões de pessoas, muitas delas de fome.

Esse tipo de pensamento já teve consequências políticas no mundo real. Em junho, o socialista autodeclarado Zohran Mamdani venceu confortavelmente as primárias democratas para a prefeitura de Nova York com uma plataforma de supermercados estatais e congelamento de aluguéis. Pesquisas indicam que ele é o favorito para o cargo.

É difícil não interpretar essa mudança como um reflexo de insatisfação real entre muitos americanos, especialmente os jovens adultos. Segundo pesquisas, os jovens se sentem perdidos e esquecidos, têm dificuldades para encontrar empregos de que gostem e amigos em quem possam confiar. Sentem que “o sistema” não funciona e o culpam por seus medos, frustrações e ansiedades.

Mas o capitalismo não é a razão da infelicidade. Culpá-lo é uma fantasia, uma fuga retórica que permite às pessoas transferir a responsabilidade por suas escolhas para uma força externa poderosa e fora de seu controle. O jogo de culpar o capitalismo é uma fachada conveniente, amigável para as redes sociais, para a falta de significado pessoal e conexão social, uma muleta para aqueles que não construíram suas próprias vidas.

Ao argumentar que o capitalismo é a causa de sua insatisfação, você nega sua própria capacidade de ação. Seus problemas se tornam tanto insolúveis quanto culpa de outra pessoa. E se seus problemas são intratáveis e intransponíveis, você não tem mais o dever de tentar superá-los. Essa sensação de impotência é reconfortante, mas só leva a mais infelicidade a longo prazo. A solução não é culpar o capitalismo — ou outra força obscura e conspiratória — por seus problemas, mas aceitar que você está no comando da própria vida.

Capitalismo versus diversão?

“Não tem como você me dizer que vou trabalhar a vida inteira”, diz uma influenciadora de viagens na casa dos 20 anos em um vídeo viral quase maníaco. “Vou ficar sentada atrás de uma droga de uma mesa e trabalhar das nove às cinco todos os dias da minha vida até a aposentadoria. Não tem como a vida ser só isso… Eu quero me divertir, tipo, eu realmente quero me divertir, e não entendo por que isso é a norma e estamos aguentando isso.”

Em outro vídeo popular, uma jovem se filma dublando em seu cubículo, com a legenda “Quando eu digo aos meus pais que estou cansada de trabalhar e eles dizem alguma idiotice tipo ‘bem-vindo à idade adulta’ ou ‘isso é só o começo’, tipo, cara, eu realmente tenho pesadelos sobre ter que trabalhar pelos próximos 60 anos.” Nos comentários, “é realmente muito chato, eu choro por isso o tempo todo” e “tipo assim, vocês sabiam o quanto isso era uma droga e vocês ainda assim me tiveram” receberam, respectivamente, 2 mil e 1 mil curtidas.

@ellaajaee capitalism is hitting hard today tbh #quit #travel #9to5 #zoocosis #life ♬ original sound – Ella Jae
@tsahailayne Ive had a job for 6 years like what do you mean “just getting started” 😭 #fypシ #fyp #help #xyzbca #whywasntibornrich😩 #capitalism ♬ HAVE SOME COMPASSION – erica┊͙ ˘͈ᵕ˘͈

No discurso anticapitalismo da internet, esse sentimento — de que a vida adulta de alguma forma deveria ser mais divertida — é expresso repetidamente. Muitas vezes, é combinado com uma aversão geral a ter um emprego convencional, mesmo que pague bem.

Portanto, não é de admirar que muitos jovens pareçam compartilhar uma sensação — com origem na ideologia política da esquerda — de que quase tudo é melhor do que o padrão de classe média americano, seja a Europa, a Cuba comunista ou até mesmo tribos pré-históricas de caçadores-coletores. Você pode até lembrar a um desses criadores que a taxa de desemprego juvenil na Espanha é superior a 25%, que 10% da população de Cuba fugiu do país em 2022-2023 e que a vida na Idade da Pedra não era um mar de rosas, mas você provavelmente não os convencerá a reconhecer as virtudes dos mercados livres e a drástica redução da pobreza proporcionada pelo capitalismo global. Porque esse tipo de anticapitalismo é fundamentalmente uma fantasia escapista, o pensamento utópico de que o capitalismo é o único fator que impede uma vida sem problemas reais.

Você também pode encontrar o anticapitalismo utópico na extrema-direita. Em vez de sonhar com um mundo sem trabalho ou consumismo, os “trad bros” (“parças tradicionalistas”) de direita fantasiam com um passado em que as mulheres eram financeiramente dependentes dos homens e os imigrantes não competiam com os americanos nativos por empregos.

Na esquerda, porém, um mundo sem capitalismo é frequentemente concebido como um mundo sem responsabilidades de qualquer tipo. Essa visão é flagrante em um TikTok viral de 18 segundos em que uma jovem simula um diálogo entre “Humanos” e “o Capitalismo”.

@sara.grace.young Can I please just get paid to make videos and do art? #fyp #capitalism #wlw #curlyhair #lgbt ♬ original sound – cr🌀zy sara

“O que você sonha em fazer?” pergunta o Capitalismo; os Humanos respondem que “gostam muito é de ficar à toa”. O Capitalismo exasperado bufa: “Assim não podemos te explorar; escolha outra coisa.” No entanto, um mundo em que todos podem “ficar à toa” em vez de trabalhar é um plano completamente inviável para a sociedade humana.

Acreditar que o capitalismo é a única coisa que nos impede de curtir a vida em tempo integral é sugerir que comida e roupas podem se materializar espontaneamente — e que você esqueceu de que a automação que temos nessas indústrias é, em si, um desdobramento da industrialização capitalista.

É o tipo de pensamento mágico que, como um grupo de comunistas on-line deixou claro em um infame thread do Twitter em 2020, pressupõe que, enquanto todos na comuna possam preparar suas xícaras de latte e escrever poesia, ninguém precisa limpar privadas ou cavar covas.

O problema óbvio com esse antitrabalhismo utópico é que o trabalho, especialmente o tipo árduo e miserável, sempre fez parte da vida humana. A exploração capitalista não é a única razão pela qual os seres humanos precisam trabalhar.

Na verdade, é só no mundo capitalista moderno que uma parcela significativa da população pode trabalhar com a mente e não com o corpo. Sob todas as configurações econômicas, em todos os períodos da história, os seres humanos tiveram que ganhar a vida, seja em um escritório, nos campos ou em casa. As únicas pessoas que poderiam ser convincentemente descritas como vivendo com conforto sem trabalhar são os absurdamente ricos — e presume-se que os esquerdistas acham que ninguém deveria ser tão rico.

A questão do propósito

É fácil chamar esses anticapitalistas utópicos de preguiçosos. Pode haver alguma preguiça ali, especialmente nas franjas mais extremas do movimento on-line “antitrabalho”, mas o que está acontecendo aqui é menos uma abundância de preguiça do que uma falta de algo que faça o trabalho parecer valer a pena. É uma ausência de significado, de propósito.

Parte disso se resume à suposição de que seu trabalho será uma grande fonte de significado e realização em sua vida — o que o escritor da Atlantic, Derek Thompson, chama de “trabalhismo”. Em uma pesquisa de 2023, 88% dos pais acreditavam ser muito importante que seus filhos tivessem uma carreira de que gostassem, mas apenas 21% disseram ser muito importante que seus filhos se casassem; uma proporção semelhante pensava ser muito importante que seus filhos tivessem filhos. Os adolescentes concordaram: 95% disseram que ter uma carreira de que gostassem na vida adulta era muito importante para eles, e apenas cerca de metade deu a mesma importância ao casamento.

Segundo o sociólogo da Universidade da Virgínia Brad Wilcox, estar “muito satisfeito” com seu emprego aumenta suas chances de estar “muito feliz” com sua vida em 145%. Estar “muito feliz” em seu casamento aumenta suas chances de felicidade geral em surpreendentes 545%.

Essa lacuna não é bem uma surpresa. A maioria dos empregos — incluindo os de elite, de nível universitário — não é particularmente interessante ou intrinsecamente satisfatória. É provável que, mesmo os melhores empregos, talvez incluindo o que me permite escrever este ensaio, não vão proporcionar a mesma sensação de contentamento e alegria de um bom casamento.

Mesmo o melhor dos empregos dificilmente supera a felicidade de um bom casamento | Foto: Shutterstock

A mensagem de que você pode confiar de olhos fechados que um emprego trará felicidade e significado prepara os jovens para a decepção e os incentiva a deixar em segundo plano as conexões interpessoais, que são muito mais propensas a levar à realização.

Não é segredo que os jovens americanos estão adiando o momento de formar uma família. Lyman Stone, pesquisador do Institute for Family Studies, argumentou que, sob as tendências atuais, 1 em cada 3 jovens de 19 ou 20 anos hoje ainda não terá se casado aos 45. Cerca da mesma porcentagem de nativos da geração Z e de millennials (geração Y) diz que não têm ou não querem filhos. E os jovens não estão substituindo as responsabilidades familiares por amizades saudáveis. Uma pesquisa de 2023 descobriu que 1 em cada 4 americanos com idade entre 18 e 29 anos relatou sentir solidão no dia anterior, sete pontos percentuais a mais do que a média adulta.

A socialização também está despencando. “A América está em déficit de festas”, disse a escritora da Atlantic Ellen Cushing em um artigo sabiamente intitulado “Americanos Precisam de Mais Festas”. “Apenas 4,1% dos americanos organizaram ou compareceram a um evento social em um fim de semana ou feriado em 2023, segundo o Bureau of Labor Statistics; isso é uma diminuição de 35% desde 2004″, ela escreveu. Comparado com apenas algumas décadas atrás, estamos em um mundo onde o jovem médio na casa dos 20 anos tem menos motivos para sair de casa, menos festas para ir, menos amigos e menos oportunidades de conhecer um parceiro romântico. Em tal mundo, não é de admirar que tantos jovens estejam buscando a felicidade em seus empregos e se sentindo enganados quando não a encontram.

Às vezes, os anticapitalistas da internet identificam o trabalhismo como um problema. Mas eles atribuem sua causa ao sistema econômico que torna seu trabalho possível, e não a uma atitude social deliberada em relação ao trabalho. A ascensão do trabalhismo não se deve ao capitalismo, mas a um declínio nas conexões sociais fora do trabalho. Quando seu trabalho parece tedioso ou fisicamente desgastante, saber que há alguém por quem você está fazendo tudo isso dará sentido à monotonia. Ajuda sentir que você está trabalhando por algo além de si mesmo, seja para sustentar uma família ou um cônjuge, ou mesmo para financiar saídas com amigos. A necessidade de trabalhar é um fato da vida, mas é improvável que você seja feliz se, além do trabalho, não houver mais nada.

Por outro lado, ter mais coisas acontecendo em sua vida além do emprego evita os piores tipos de workaholism. Se você encontra significado em amigos, família ou comunidade religiosa, se matar de trabalhar por aquela promoção ou seguir uma carreira de prestígio que você odeia parece menos crucial para a manutenção do valor próprio.

Eu realmente acho que os anticapitalistas da internet estão certos em uma coisa: comparadas ao que veio antes, as sociedades com mercados mais livres tendem a depender mais da distribuição de avanço social baseada no mérito. Até onde você acaba chegando na vida é, de certo modo, resultado de suas próprias escolhas e talentos.

Quero enfatizar: de certo modo. Claro, existem desigualdades que levam indivíduos a nascer com oportunidades radicalmente diferentes. A boa notícia é que nunca antes na história da humanidade uma pessoa nascida na pobreza teve mais oportunidade de se libertar dela. Essa é a essência do sonho americano — que, independentemente das circunstâncias de seu nascimento, qualquer um pode prosperar com determinação e talento. E nunca antes aqueles que nasceram na riqueza tiveram que lutar mais para manter seus privilégios.

Só porque as oportunidades existem não significa que um grande número de pessoas as estejam aproveitando, ou que a mobilidade econômica se encontre em marcha ascendente perpétua. Isso pode ser parte do problema. Tanta autonomia desestabiliza. É uma tremenda responsabilidade. É também a fonte de uma enorme vergonha, especialmente para os filhos da classe média alta que estão em declínio social, que parecem ser os mais propensos a adotar esse anticapitalismo confuso e movido a ressentimento. Se você falhou em alcançar seus sonhos, se sua vida adulta é chata e previsível — especialmente se você cresceu com privilégios econômicos — suas próprias escolhas são, pelo menos parcialmente, as responsáveis. Mas confrontar sua própria inadequação ou falta de ambição é extremamente difícil. Culpar um suposto mal social amorfo é muito mais fácil.

Muitos anticapitalistas se irritarão com essa abordagem. O capitalismo, argumentarão eles, é, sim, poderoso e assustador, um sistema inclinado para os ricos e poderosos, que obriga as pessoas a trabalhar em empregos horríveis e exploratórios, que impede as pessoas de conseguir pagar uma casa ou assistência médica.

A maioria das queixas se resume a confundir a situação da política americana com o capitalismo. Capitalismo de compadrio não significa mercados livres, nem a super-regulamentação que torna a habitação e a assistência médica muito mais caras do que seriam em um verdadeiro sistema de livre mercado. Mas os anticapitalistas da internet raramente apresentam argumentos econômicos coerentes. O que eles estão sofrendo não é o individualismo econômico competitivo do capitalismo, mas uma espécie de hiperindividualismo interpessoal. A complacência cínica que eles sentem não diz respeito a recursos monetários, mas a recursos emocionais.

A fantasia dos anticapitalistas da internet é muito mais triste do que parece à primeira vista. É essencialmente uma fantasia de ser feliz — de gostar do trabalho, de ter amigos para sair depois do expediente, de talvez até ter um parceiro esperando em casa à noite.

O capitalismo não é o que impede as pessoas de obter esses bens. Trabalhar por dinheiro em vez de viver em uma comuna utópica não o impede de encontrar uma comunidade. O capitalismo não impede ninguém de fazer trabalho voluntário fora do expediente, ou de frequentar um serviço religioso, ou de chamar aquela garota legal do bar para sair. Ele também não impede ninguém de dizer sim a um convite para festa ou à sugestão de se juntar à liga local de kickball adulto. O que impede as pessoas de encontrar comunidade e alegria? Azar, claro. Mas também a aversão ao risco e o medo da rejeição.

Construir uma vida realizada exige esforço e coragem de se arriscar. É difícil aparecer em uma festa onde você não conhece ninguém. Pode ser estranho puxar conversa com desconhecidos ou começar um novo hobby. Ligas esportivas adultas, clubes de corrida e grupos de igreja geralmente são bem “nerds“. É mais fácil jogar a culpa de seu isolamento, suas amizades frágeis, suas dificuldades românticas em uma força sombria além do seu controle.

Aceitar sua própria autonomia, com as escolhas que nosso grande e belo mundo moderno lhe oferece — essa é a parte difícil.

Foto: Shutterstock

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8 comentários
  1. Candido Andre Sampaio Toledo Cabral
    Candido Andre Sampaio Toledo Cabral

    A juventude bancada pelos pais, querendo terceirizar uma culpa que é sua.

  2. Antonia Marilda Ribeiro Alborgheti
    Antonia Marilda Ribeiro Alborgheti

    tenho pena desses jovens quando chegarem a minha idade (81) comecei a trabalhar aos 14 e só me aposentei aos 65, sempre gostei de trabalhar, enfrentar desafios, inovar no trabalho, produzir mais com menos, o fato de trabalhar nnca me impediu de me divertir, fui a muitas fsta, muitos bailes só me arrependo de não ter viajado mais, esses anticapitalistas não sabem o que estão perdendo. Acho que deveriam passar uma temporada em Cuba ou na Coreis do Norte, talvez na China para darem valor os que tam.

  3. João Antônio Dohms
    João Antônio Dohms

    Texto bobo !

    Sem suor nao existe resultado de espécie alguma !
    Estão polemizando encima do óbvio !
    A grande maioria de nós nao gostava de seu trabalho em boa parte do tempo !
    Mas o realizamos e sentimos prazer ,alegria em parte dele !
    Sem trabalho não existe riqueza .Como a maioria maciça de nós veio da classe mais humilde ou trabalhava ou morria de fome.
    Jovens que polemizam o trabalho é porque temporariamente tem alguém que os provém !
    Ridículo nesta altura do campeonato polemizar como seremos capaz de suprir nossas necessidades sem trabalhar .

  4. Ana Cláudia Chaves da Silva
    Ana Cláudia Chaves da Silva

    Artigo sensacional. Já ouvi esse papo de que “quero ter uma vida divertida e não ficar preso num trabalho monótono o dia todo”. Mas quando isso começou aqui em casa, cortamos o mal pela raiz….nunca demos mesada e só ganha se merecer. Resultado: já está terminando a faculdade, fazendo estágio e todo animado, cheio de propósito e conhecendo pessoas interessantes.
    Nessas horas a família faz toda a diferença.

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