Após o colapso do Banco Master, com a liquidação decretada pelo Banco Central, o mercado financeiro está se perguntando quem será a próxima empresa do “universo Master” a apresentar problemas de balanço. Os grupos Oncoclínicas, Gafisa, Ambipar e Light estavam todos ligados, de alguma forma, ao Master. E poderiam sofrer graves consequências com o fim do banco. Oncoclínicas, por exemplo, está tentando assumir a participação de cerca de 14,95% do Banco Master na companhia para compensar as perdas da empresa com a liquidação extrajudicial da instituição financeira. Além disso, a rede de clínicas oncológicas tinha investido R$ 433 milhões em Certificados de Depósitos Bancários (CDBs) do Banco Master. No mesmo dia da liquidação do Master, o conselho de administração da Gafisa aprovou um aumento de capital de até R$ 58,4 milhões. No passado a construtora recebeu vultuosos empréstimos do Master. Teria devolvido R$ 88 milhões com uma operação questionada na Justiça. Com o fim do banco, se tornará mais difícil para a empresa obter crédito para levar adiante suas atividades. O Master aplicava recursos também na Light e na Ambipar, ambas em recuperação judicial e que não terão mais o oxigênio financeiro do banco.
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Governo Lula quer mais impostos sobre criptoativos
O Ministério da Fazenda estuda a aplicação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de criptoativos. Segundo o governo, eles estariam sendo utilizados para contornar transações cambiais tradicionais e, portanto, evitando o imposto. O Banco Central definiu neste mês que determinadas transferências e pagamentos transfronteiriços com ativos virtuais, incluindo stablecoins, serão classificados formalmente como operações cambiais. Atualmente, mesmo declarando operações com criptoativos não há imposição tributária para rendimentos inferiores a R$ 35 mil mensais e nem cobrança de IOF.

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Rombo nas estatais pode acabar com meta fiscal
O rombo no resultado primário das empresas estatais brasileiras poderá gerar um descumprimento formal da meta fiscal. O alerta foi lançado pelo Instituto Fiscal Independente (IFI), em seu 106º Relatório de Acompanhamento Fiscal (RAF), que considera como a permanência de resultados primários negativos das estatais poderá trazer riscos adicionais ao orçamento público. No último Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias (RARDP), referente ao quarto bimestre de 2025, o governo estimou um déficit de R$ 9,2 bilhões (0,07% do PIB) nas estatais — valor abaixo do limite previsto na LDO. No entanto, quando consideradas as deduções permitidas pelo Novo PAC, que somam R$ 3,7 bilhões, a margem para cumprimento da meta é considerada “muito estreita” pela IFI. Segundo o IFI, a incapacidade de geração de recursos próprios pode levar a um reenquadramento delas como estatais dependentes do Tesouro, o que levaria esse custeio para o orçamento do governo central.
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Acordo de gigantes
A Americanas e a Magazine Luiza assinaram uma parceria estratégica em comércio eletrônico. A primeira venderá produtos na plataforma digital da segunda, reforçando competição contra grupos como Mercado Livre e Shopee. A Magazine Luiza tinha iniciado no ano passado uma parceria com a chinesa AliExpress.
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Menos soja à vista
A produção de soja do Brasil em 2025 e 2026 vai ser menor do que o esperado. A consultoria Safras & Mercado estima que a colheita deverá chegar a 178,76 milhões de toneladas, com uma redução de mais de 2 milhões de toneladas na comparação com a previsão de setembro, devido à irregularidade de chuvas em algumas áreas, principalmente na região centro-norte do país, nos Estados do Maranhão, do Tocantins, do Piauí e da Bahia (Matopiba). Mesmo assim, a safra nacional continuaria sendo recorde, crescendo 4% sobre a temporada anterior.

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Menos aço, preço adiado
A produção brasileira de aço bruto em outubro caiu 2,7% em relação ao ano passado. Segundo a Aço Brasil, a produção chegou a 2,988 milhões de toneladas, queda de 2,7% sobre o resultado de um ano antes. As vendas de aço no mercado interno, enquanto isso, foram de 1,814 milhão de toneladas, recuo de 6,5% na comparação anual. Por sua vez, as siderúrgicas resolveram adiar para janeiro um reajuste de 5% a 8% em seus produtos planos que seria aplicado em dezembro. A expectativa de uma queda sazonal do mercado interno e a pressão de importadores para internalizar milhares de toneladas de aço antes da possível imposição de medidas de defesa comercial pelo Brasil motivaram a decisão. Segundo o Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), há ainda uma grande quantidade de aço a ser descarregada em portos brasileiros, o que deve pressionar o mercado nacional até abril ou maio.
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Vendendo aeroportos
A Motiva, ex-CCR, vendeu sua plataforma de 20 aeroportos para a Aeropuerto de Cancún, subsidiária do Grupo Aeroportuario del Sureste (Asur). A operação, a maior do setor aeroportuário do mundo, totalizou R$ 11,5 bilhões. Entre os aeroportos cedidos está o de Belo Horizonte. A venda faz parte do plano Ambição 2035 da Motiva, que tem como objetivo simplificar o portfólio e focar em segmentos como rodovias e trilhos.
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Volta à mesa de negociação
O Brasil e o Paraguai voltarão a negociar para rever as condições financeiras de comercialização de energia da usina hidrelétrica binacional de Itaipu. As conversas sobre o chamado “Anexo C” do Tratado de Itaipu voltaram a acontecer após os esclarecimentos prestados ao governo paraguaio sobre “ações da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) relativas ao Paraguai”, entre junho de 2022 e março de 2023.

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Adium triplica produção
A farmacêutica Adium inaugurou uma nova linha de produção em sua fábrica de Pindamonhangaba (SP), para o abastecimento do mercado brasileiro e latino-americano. A nova linha triplicará a produção da fábrica para terapias em sachê, alcançando 80 milhões de unidades por ano. O projeto de expansão da Adium prevê US$ 25 milhões em investimentos no Brasil entre 2024 e 2026.
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Esses funcionários públicos dos estados e municípios que investiram o dinheiro dos funcionários em papéis podres do Master deveriam está na cadeia, são ladrões com olho grande. Me lembra um funcionário do metrô que se aposentou pegou uma bolada e entregou na mão de um agiota amigo dele. Depois foi lá saber quanto tinha de juros pra ele. O agiota disse, você não me deu dinheiro nenhum, e ele se suicidou
Por quê não acaba com essa burocracia infinita, empresas montadas pelo governo federal sem nenhuma utilidade. Corta 90% dessas empresas que além de melhorar financeiramente diminui a burocracia