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Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e o ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli | Montagem: Revista Oeste/Shutterstock/Reprodução
Edição 299

Aos amigos, os favores; aos inimigos, a lei

Decisão de Dias Toffoli de blindar o Master fecha uma caixa-preta que poderia ser uma Lava Jato 2.0

Na quarta-feira, 3, o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), puxou da 1ª instância para o STF o caso de corrupção bilionária que envolve o Banco Master. Sorteado relator de um processo movido pela defesa de Daniel Vorcaro, dono da instituição financeira, o juiz do STF entendeu que o caso era de competência da Corte pelo suposto envolvimento de pessoas com foro privilegiado. Em razão disso, estabeleceu sigilo sobre todos os documentos e avisou que qualquer movimento no processo só será permitido com a anuência do STF. A canetada dele anulou ainda todos os atos dos tribunais inferiores nesse processo.

A blindagem ocorreu em meio à apreensão do celular de Vorcaro, que deixou Brasília em polvorosa, durante a operação da Polícia Federal (PF) que manteve o empresário e executivos do Master na cadeia por apenas 11 dias. O curto período, no entanto, foi suficiente para uma série de fatos emergirem na imprensa que, até então, só tinha conhecimento da tentativa malsucedida de venda da instituição financeira. O Banco Central (BC) liquidou o Master depois de ter identificado inúmeras irregularidades em várias transações financeiras, e acionou as autoridades.

Ligações com o Judiciário

O problemão levou Vorcaro a contratar quatro escritórios de primeira linha conhecidos pelo bom trânsito na capital federal: Bottini & Tamasauskas, Marcelo Leonardo Advogados Associados, Podval Advogados Associados e Warde Advogados. É neste último que surge um elemento de interesse: em 2021, a advogada Roberta Rangel, mulher do próprio Toffoli, integrou o quadro societário. Hoje, ela não faz mais parte do negócio. A lista de personagens não para por aí. Outro elo sensível surgiu quando veio à tona que o Master também contratou, há poucos anos, o escritório Barci de Moraes, no qual trabalham a mulher de Alexandre de Moraes, Viviane Barci, e dois filhos do magistrado, disse O Globo, que não teve acesso às datas ou quantias recebidas.

Os ministros do STF Alexandre Moraes e Dias Toffoli; impeachment
Escritórios de advocacia conectados a famílias de ministros do Supremo atuam na defesa de Vorcaro | Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

A teia de vínculos no Judiciário se amplia ainda mais quando se observa que, ao deixar o Supremo, em 2023, Ricardo Lewandowski fechou um contrato de R$ 100 mil mensais para trabalhar pelo Master. O acordo durou até o momento em que ele foi convidado para assumir a Segurança Pública do governo Lula, quando a parceria foi encerrada. A atuação definida como “consultoria” ocorreu antes de sua ida para o Poder Executivo, mas o episódio reforçou a presença de figuras de alto relevo institucional no entorno de Vorcaro, ampliando a dimensão política da crise.

A interrupção de algumas parcerias do Master, no entanto, não rompeu as ligações da instituição com autoridades do Judiciário. Paralelamente à contratação de bancas e ex-ministros, o banco passou a aparecer como patrocinador de uma série de eventos nacionais e internacionais que reuniram integrantes do STF no exercício do cargo, procuradores, governadores e parlamentares. Em alguns desses encontros, realizados em Nova York, Paris, Londres, Roma e no Rio de Janeiro, o próprio Vorcaro esteve presente e dividiu a mesa em jantares com ministros.

Ao menos cinco desses eventos, ocorridos entre 2022 e 2024, tiveram patrocínio direto do Master e contaram com a participação de membros do Tribunal: Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Toffoli, Luís Roberto Barroso e Lewandowski. A proximidade entre o banco e figuras centrais do Judiciário ampliou o alcance institucional das relações que agora orbitam o processo sob sigilo no STF.

Elos políticos

Fora do Judiciário, há também gente de Legislativo e Executivo envolvida, embora não se saiba exatamente quem. A PF citou, por exemplo, um parlamentar federal, cujo nome não foi comunicado. Isso porque a PF encontrou um contrato celebrado entre o Master e esse congressista. Há também executivos do Banco de Brasília (BRB), controlado pelo governo do Distrito Federal (DF), que teriam supostamente ajudado o Master em irregularidades. As investigações da PF mostram que o BRB negociava, desde o início do ano, a compra de parte das operações do Master — justamente o período em que Vorcaro articulava sua defesa com bancas de alto calibre. A ação da PF desencadeou um efeito dominó no BRB. A 10ª Vara Federal do DF determinou o afastamento do então presidente da instituição, Paulo Henrique Costa, e de outros dirigentes ligados a transações com o Master. Depois disso, o governador Ibaneis Rocha exonerou a diretoria e nomeou Nelson Souza, ex-presidente da Caixa Econômica, para comandar o BRB.

Investigação da PF liga executivos do BRB e parlamentar a supostas irregularidades no Banco Master | Foto: Reprodução

As relações políticas do Master também alcançaram a cúpula da República. O ex-presidente Michel Temer foi contratado pelo banco e participou de conversas em Brasília sobre a negociação justamente envolvendo o BRB. Temer afirmou ter sido chamado para atuar como “mediador” em reuniões que incluíram ele próprio, Vorcaro e Rocha, quando a transação entre o Master e o banco estatal ainda estava em discussão.

De acordo com a PF, o BRB não só negociava a compra de parte das operações do Master como também mantinha transações consideradas de alto risco, incluindo aquisições de carteiras de crédito e restituições bilionárias intermediadas por empresas sob suspeita. Um dos pontos mencionados nas apurações é que o banco teria aceitado a devolução de quase R$ 7 bilhões por meio de uma companhia classificada pelos policiais como “de fachada”. O avanço das investigações mostrou, porém, que as irregularidades atribuídas ao Master não se restringiam ao Distrito Federal.

O ministro Dias Toffoli, responsável por assumir o caso do Master e impor sigilo ao processo, tomou decisões de grande impacto em outros episódios recentes.

No Rio de Janeiro, o governador Cláudio Castro exonerou o gerente de investimentos do Rioprevidência, após vir à tona que o fundo de pensão dos servidores estaduais aplicou cerca de R$ 970 milhões em letras financeiras do banco — o maior aporte entre as 18 entidades que investiram em papéis do Master. Documentos analisados pelo Tribunal de Contas do Estado apontaram que as aplicações foram feitas sem autorização adequada do conselho de administração e com justificativas técnicas inconsistentes, além de falhas de transparência. Parte das operações aparece registrada inicialmente em nome de uma corretora intermediária, sem menção direta ao Master, o que levantou dúvidas adicionais sobre a regularidade das transações.

A conselheira relatora do caso, Marianne M. Willeman, destacou a “inequívoca gravidade das irregularidades” e recomendou que Castro adotasse medidas urgentes para evitar prejuízos aos 430 mil servidores civis e militares vinculados ao fundo. O Ministério Público do Rio fez recomendação semelhante no mês seguinte, solicitando que o governo do Estado adotasse medidas de proteção ao patrimônio previdenciário.

Dois pesos e duas medidas

A rapidez com que Vorcaro deixou a prisão reforça a sensação de que há, no sistema de Justiça, tratamentos distintos conforme o peso político ou econômico do investigado. Esse contraste fica evidente quando se observam outros casos conduzidos pela mesma Corte. Um deles é o de Filipe Martins, ex-assessor da Presidência para Assuntos Internacionais do governo Bolsonaro, que permaneceu seis meses preso — apesar de ter apresentado elementos que indicariam inocência — e segue em regime domiciliar sem perspectiva de progressão. Situação semelhante se repete com diversos investigados do 8 de janeiro, muitos dos quais enfrentam longa espera por decisões judiciais, submetidos a restrições severas, mesmo envolvidos em processos muito menos complexos que o escândalo financeiro protagonizado pelo Master.

A percepção de desequilíbrio se acentua quando se lembra que o ministro Dias Toffoli, responsável por assumir o caso do Master e impor sigilo ao processo, tomou decisões de grande impacto em outros episódios recentes. No âmbito da Lava Jato, anulou provas, derrubou sentenças e determinou que a União devolvesse valores bilionários pagos por empresas em acordos de leniência anulados — entre eles mais de R$ 1 bilhão da antiga Odebrecht. Enquanto multas expressivas da maior operação anticorrupção da história do país são desfeitas e empresários envolvidos em operações vultosas recuperam a liberdade em poucos dias, réus de menor poder econômico permanecem sob restrições prolongadas.

dias toffoli
Toffoli anula multas bilionárias da Lava Jato e impõe sigilo ao processo do Banco Master | Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF

O conjunto desses episódios evidencia um sistema que não aplica seus rigorosos instrumentos de forma uniforme. A sucessão de decisões contraditórias corrói a confiança pública no sistema de Justiça e alimenta a velha máxima do imaginário político brasileiro: “aos amigos, os favores; aos inimigos, a lei”— ou a interpretação dela conforme a conveniência.

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14 comentários
  1. Thais de MORAES Machado Suppo Bojlesen
    Thais de MORAES Machado Suppo Bojlesen

    O STF está podre, fétido! Nunca em meus 81 anos vi algo parecido! Falam tanto da Ditadura Militar mas nenhum dos Generais ficou bilionário em negociatas escusas! Havia segurança, educação de qualidade, saúde e mais decência!

  2. Daniel BG
    Daniel BG

    Está se tornando um motte “o juiz do supremo entendeu”. Quando se trata de um dos 8 não há entendimento! É a colocação do plano inicial de estatização e controle total do país. Prisão ao “amigo do amigo do meu pai” e seus comparsas.

  3. Lourival Nascimento
    Lourival Nascimento

    OS CONTRATOS DAS SENHORAS VIVIANE DE MORAES E ROBERTA RANGEL
    Quem conhece BRASÍLIA sabe que lá nada é por acaso ou coincidência. Devido à densa camada de proteção, cria-se mais dúvidas sobre a tal ida dos Ministros Barroso e Moraes a Roma se encontrarem com o notório banqueiro Daniel Dantas para aviar a transferência de ativos para Dubai. Como tudo que é feito escondido, o silêncio da IMPRENSA ESTATIZADA foi revelador. Ao que parece, Daniel Dantas não topou a empreitada, mas como em Brasília há gente especializada em tudo que se possa imaginar, coisa como de atracação de navio a armação de mundéu, pensemos. Barroso e Moraes são MILIONÁRIOS em Dólar aflitos para esconderem seus MILHÕES tanto dos brasileiros, quanto da Lei Magnitsky, pode ter surgido no radar o nome do Daniel Vorcaro, um banqueiro kamikaze que poderia muito bem topar a empreitada de esconder os MILHÕES. O meio de “ lavar “ os MILHÕES? Um CONTRATO RETROATIVO GENÉRICO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS sob demanda com prazo de 36 meses, em parcelas mensais de R$ 3.600.000,00 contando do início de 2024 ao início de 2027, uma maneira tosca em face do valor mensal, mas justificável segundo as réguas morais dos envolvidos. “ O escritório é comandado por Viviane Barci de Moraes, esposa de Alexandre de Moraes. Dois dos três filhos do ministro também trabalham na firma. Uma cópia digitalizada do contrato entre o banco e o escritório de advocacia foi apreendida no celular do dono do Master, Daniel Vorcaro. Ele foi alvo da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal em meados do mês passado.” “Segundo a apuração de Malu Gaspar, o contrato não tinha como objeto a atuação em uma causa específica do banco, mas sim a representação em vários temas, conforme a necessidade. ” Dada a diversidade dos rolos jurídicos tão característicos de Brasília, onde coincidências são tão raras como recato de Ministros das altas cortes, onde está o MINISTRO ALEXANDRE DE MORAES QUE NÃO DEU 48 HORAS PARA A MALU GASPAR RETIRAR A MATÉRIA ESCRITA EM O GLOBO, OU ATÉ MESMO MANDAR UNS JAGUNÇOS ENFIAREM A MALU EM UM CAMBURÃO DA PF? Mesmo o UOL, integrante da IMPRENSA ESTATIZADA e escudeira do REGIME para CENSURAR assinantes, teve um lampejo, unzinho só de honestidade. “ Pagamento total de R$ 129 milhões ocorreria apenas no caso de cumprimento integral do contrato. Segundo o jornal, o documento dizia que o escritório Barci de Moraes deveria representar o banco onde fosse necessário, com remuneração de R$ 3,6 milhões mensais por 36 meses, a partir do início de 2024.” Só faltou a Mirian Leitão cravar o bordão VEJA COMO ISSO É BOM. Nem precisa ser Tales de Mileto para destrinchar. Considerando que a OAB DF entendo como razoável a TABELA DE HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS DA OAB BRASÍLIA 20% a 30% o que dá uma média de 25%, seria como todos os meses Dona Viviane, esposa do Ministro Alexandre de Moraes vencesse uma batalha judicial no valor de R$ 500.000.000,00 a cada mês entre o início de 2024 e o início de 2027, recebendo honorários de 25,8% Ou seja, R$ 3.583.333,33 por mês, chegando aos R$ 128.999.999,99 do CONTRATO. Com a COMPLIANCE ZERO estourando o bunker do Banco Master, patrão da Dona Viviane, esposa do Ministro ALEXANDRE DE MORAES do STF em 18/11/2025, a sortuda advogada deve ter recebido “ apenas “ 22 salários, uma bolada, uma merreca, uns caraminguás que somaram R$ 78.833.333,26 Um fenômeno para uma advogada muito sortuda. Como em Brasília não há coincidências, mas conveniências, Dona Roberta Rangel, esposa do Ministro Dias Toffoli, outra advogada sortuda, atuou em caso da JBS dos notórios Joesley e Wesley Batista numa pinimba. “ Toffoli suspende multa de R$ 10,3 bilhões da J&F; esposa do ministro advoga para a empresa.” A matéria foi publicada em 20/12/2023 pertinho de 2024, outra “ coincidência como só Brasília sabe parir. “O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), cancelou temporariamente nesta quarta (20) a multa de R$ 10,3 bilhões que foi imposta à J&F dentro do acordo de leniência firmado com o Ministério Público Federal no âmbito da Operação Greenfield. A liminar foi autorizada pelo magistrado tendo como parte a advogada Roberta Rangel, esposa dele, em um litígio envolvendo uma das empresas do grupo.” CONSIDERANDO A TABELA DE HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS DA OAB BRASÍLIA QUE VAI DE 20% a 30% o que dá uma média de 25%, o casal Toffoli ficou mais rico algo como R$ 2.575.000.000,00 Claro que podemos dar às sortudas advogadas o benefício da dúvida, coisa que nem Toffoli nem Moraes dão aos pobres mortais que lhes contraditam, pode haver alguma negociação entre as partes, mas Brasília é aquela esfinge faminta de fazer inveja ao Pantagruel, que dificilmente transige nos seus interesses. Graúdo Jaó do Planalto Central, que conhece muito bem os esgotos de Brasília, a Praça dos Três Poderes e os escombros do Piantella, confessou dia desses que há um certo cheiro de Baile da Ilha Fiscal no Paranoá.

  4. Lourival Nascimento
    Lourival Nascimento

    LEMBREMOS. “Flávio Bolsonaro aparece empatado com Lula em pesquisa do Instituto Veritá.”
    O JORNALISMO QUE PERMITIU-SE SER ESTATIZADO PELO DESGOVERNO LULA 3 NÃO VALE O QUE RECEBE, E A PARTIR DE 2026, TERÁ QUE SUAR MUITO PARA CONSEGUIR ASSINANTES QUE FUGIRAM AOS MILHARES PELO ATIVISMO À REVELIA DOS FATOS E DE COSTAS PARA A VERDADE. O “ jornalismo “ a mando e soldo de hoje faz os JORNALISTAS Alberto Dines e Carlos Drummond de Andrade se revirarem em suas tumbas, horrorizados com o JORNALISMO VENAL escancarado de hoje. O “ JORNALISMO “ de hoje é servil a um deletério projeto TOTALITÁRIO DE PODER, como se o dinheiro dos pagadores de impostos que o Desgoverno Lula 3 lhes paga, e quando quer voltar à razão, a fatura lhes é cobrada com coação e outras, digamos assim, motivações$. Por exemplo, o “ JORNALISMO “ de hoje, diante da gravíssima crise institucional que o Brasil vive, não faz menção nenhuma a isso, por estarem no bolso do Desgoverno Lula 3 e a vigilância do STF.
    NAYIB BUKELE PRESIDENTE DE EL SALVADOR.
    “SE VOCÊ NÃO DESTITUIR OS JUÍZES CORRUPTOS, VOCÊ NÃO CONSEGUE CONSERTAR O PAÍS. ELES FORMARÃO UM CARTEL – UMA DITADURA JUDICIAL – E BARRARÃO TODAS AS REFORMAS, PROTEGENDO O SISTEMA CORRUPTO QUE OS COLOCOU NO PODER.” ESCREVEU O PRESIDENTE NAYIB BUKELE DE EL SALVADOR EM SUAS SOCIAIS
    O ESTADÃO, que viveu por anos sob CENSURA do Governo Sarney, é hoje escudeiro do Desgoverno Lula 3, é um Kangal, contra a DIREITA, mas um Chihuahua em qualquer assunto que envolva o Desgoverno Lula 3 e o STF, a quem obedece cegamente. Talvez premido pelo avanço das IRREGULARIDADES PROCESSUAIS, o Estadão ensaia uma tímida reação, quando escreve que o “STF brinca com a própria credibilidade com as decisões de Gilmar e Toffoli.” Brincar com a credibilidade, quando aprovação do STF (Supremo Tribunal Federal) no Brasil é majoritariamente negativa, com pesquisas recentes (meados de 2025) mostrando que a reprovação supera a aprovação, com índices de desaprovação variando entre 49 e 54% e a rala aprovação de 14%? O nome disso é DESCRÉDITO ESTADÃO, e a culpa é de vocês que jogaram o ESTADINHO, sim, ESTADINHO na lama. “Fachin quer código de ética para tribunais inspirado em regra alemã e vai usar CNJ para criá-lo.” ‘Por que o ministro aceitou carona num avião particular com advogado de caso que poderia ficar sob sua alçada e a imprudência de Toffoli é uma escancarada CERTEZA DA IMPUNIDADE. “STF está brincando com fogo e decisões de Gilmar e Toffoli respingam nos demais ministros.” O STF não brinca com fogo, mas o fogo que queimou a CONSTITUIÇÃO em plena luz dos dias escuros da DITADURA TOGADA. “ Pode parecer que Gilmar queira blindar o STF da possibilidade de a oposição conseguir no ano que vem o número de senadores que é preciso para um impeachment. Parece e é isso mesmo.” O CONSÓRCIO STF/TSE/PG/LULA/PT, nessa ordem, sabe até pelas pesquisas para uso privado deles, o cenário lhes é aterrorizante. Uma dica? Quando Flávio Bolsonaro anunciou sua candidatura à Presidência no dia 05 deste Dezembro, imediatamente, sem tempo para uma PESQUISA DIGANA DO TERMO, Estadão e Folha publicaram uma “ PESQUISA “ feita sob encomenda, produzida na velocidade da luz, coisa que os vampiros odeiam, onde o LULA venceria o FLÁVIO com folga de 15 pontos percentuais. Estadão e Folha silenciaram covarde e sabujamente, quando “ignoraram” que Flávio Bolsonaro aparece empatado com Lula em pesquisa do Instituto Veritá” A narrativa da vez será desacreditar o VERITÁ, sob a ameaça latente dos grilhões do CONSÓRCIO. “ O levantamento coloca Flávio com 39,2% das intenções de voto, enquanto o petista mantém 39,8%. Considerando apenas os votos válidos, o petista teria uma vantagem de 50,4% contra 49,6% para o senador, o resultado representa um empate dentro da margem e erro de 2 pontos percentuais.”

  5. Roberto Thompson Henriques
    Roberto Thompson Henriques

    Parece até enredo de filme da máfia mexicana!

  6. Lauro Patzer
    Lauro Patzer

    Como confiar na justiça brasileira, quando a instância mais alta está contaminada com irregularidades claras. Devolvendo dinheiro a réus confessos da Lava Jato? E contraditoriamente, abrindo um leque de proteção ao escândalo do Banco Master. Tudo sob o protagonismo do “amigo, do amigo do meu pai”, o cognome de um dos ministros delatados pela Lava Jato. Daí a necessidade compulsiva e apressada da destruição da maior faxina feita no Brasil. E, ao mesmo tempo, o protecionismo àqueles cuja extensões estão ligadas às togas e a grandes poderes dessa República. Volto a pergunta: Quem ainda confia na justiça?

  7. Heleraldo Luiz Costa
    Heleraldo Luiz Costa

    O STF inovou essa máxima. A versão deles é: “Aos amigos tudo, aos inimigos nem a Lei”

  8. Glauco Rodrigues Dos Santos
    Glauco Rodrigues Dos Santos

    Em um país sério esses funcionários públicos deveria ser presos,

  9. Domingos Henrique Fazan Caramano
    Domingos Henrique Fazan Caramano

    Porque grandes escritórios e empresas que tem “interesses diversos” em ações que tramitação pela justiça PATROCINAM (dão dinheiro) eventos do STF?
    Isso é ÉTICO?
    É moral?
    Juízes que julgam demandas de escritórios onde esposas trabalham, trabalharam ou são sócias?
    Isso é vergonhoso e tem cheiro de conflito de interesses!
    Que lamaçal nossa justiça entrou…

  10. Teresa Guzzo
    Teresa Guzzo

    Parabéns Cristyan Costa pelo artigo,roubo histórico pelos ladrões do poder.

  11. JOÃO RICARDO ASTOLPHI
    JOÃO RICARDO ASTOLPHI

    “A sua piscina está cheia de ratos, a realidade não corresponde aos fatos, o tempo não para!” A sujeira da escória política e judiciária, mostra o nível baixíssimo que chegamos nesse país! Aqui só dando um reboot pra começar do zero!

  12. ROBERTO MIGUEL
    ROBERTO MIGUEL

    só não concordo com a manchete deveria ser: aos amigos, os favores; aos inimigos, NEM A LEI

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