Duas coisas chamam atenção nas manifestações do povo iraniano: a brutalidade da reação do regime e o silêncio ensurdecedor de ativistas “democratas” no Ocidente. A Guarda Revolucionária Iraniana, ligada aos aiatolás xiitas que controlam o país desde 1979, já matou milhares de manifestantes, apesar das ameaças feitas pelo presidente Trump. Enquanto isso, não vemos uma só manifestação em Harvard ou demais ícones “progressistas” a favor do bravo povo persa.
O que pode explicar isso? Em primeiro lugar, a ofensiva contra o regime iraniano tem partido do presidente Trump, que recentemente autorizou um ataque cirúrgico ao projeto nuclear dos aiatolás. Como a esquerda odeia Trump, se ele estiver a favor do consumo de água, seus detratores ficarão do lado da seca no deserto.
Além de Trump, temos Israel, tradicional inimigo do Irã. O governo israelense realizou ataques recentemente ao país, mostrando que o regime é um tigre de papel. Qualquer democrata deveria tomar o lado de Israel contra a teocracia opressora iraniana, mas como o antissemitismo é alimentado de forma insana pelo Ocidente hoje, basta ter Netanyahu de um lado para essa turma tomar o partido do outro lado.

É basicamente por isso que vemos tanta incoerência: ativistas de minorias passando pano para um regime que mata homossexuais, trata mulheres com total desrespeito e atira em manifestantes desarmados. Tudo para continuar atacando Trump e Israel, a nação “genocida”. É uma política identitária que destrói a capacidade de raciocínio lógico em suas vítimas.
Por isso, vemos o silêncio de quem até ontem gritava “Palestina livre”. Eles não iniciaram nenhum movimento amplo pedindo por uma “Pérsia livre”, até porque temem também mexer com o Islã. Criticar os aiatolás xiitas malucos seria “islamofobia”, então eles preferem criticar Trump e Netanyahu, que tentam ajudar o povo iraniano a se livrar de uma tirania assassina e opressora.
Não há garantias e não sabemos como serão os destinos da Venezuela e do Irã.
Felizmente, para os iranianos, seu futuro não depende dessa gente alienada ou hipócrita, tampouco da ONU, que representa bem essa mesma turma. O sucesso da reação iraniana depende de uma divisão interna do regime e do ambiente externo. Nesse sentido, o tom de Trump mostra que o povo iraniano tem um aliado de verdade na maior potência bélica do planeta.

Trump já deixou claro que vai agir contra a matança dos aiatolás, que é para o povo não desistir dos protestos, tentar tomar as instituições, pois a ajuda está a caminho. Quando o presidente diz isso depois de ter atacado o próprio Irã e capturado o narcoditador Maduro em solo venezuelano, a ameaça se torna bem mais crível: ele não está de brincadeira.
E aqui temos a enorme diferença entre Trump e seus antecessores democratas. Obama era mestre em desenhar linhas que não podiam ser cruzadas, apenas para nada fazer em seguida, quando seus alertas eram ignorados. Aconteceu com Putin quando invadiu a Crimeia e com o próprio Irã, que também via manifestações relevantes em 2009. Obama preferiu “negociar” com o regime, mandar dinheiro para os aiatolás, e claro que o resultado foi terrível.
Não custa lembrar que a própria chegada dos aiatolás ao poder se deu durante o governo Jimmy Carter, outro democrata com a mesma mentalidade infantil. A postura bem mais dura de Trump muda o jogo e traz esperança para o povo que luta por liberdade. Não há garantias e não sabemos como serão os destinos da Venezuela e do Irã. Mas é inegável que a ação firme do governo americano tem servido de combustível para os verdadeiros democratas que desafiam essas ditaduras cruéis.
Em tempo: desnecessário dizer que a postura do governo Lula nisso tudo é para lá de vergonhosa. O Brasil petista toma o lado do Eixo do Mal e não é capaz de condenar seus companheiros ditadores. Em junho, quando os Estados Unidos atacaram instalações nucleares do Irã, o Itamaraty “condenou com veemência”. Em janeiro de 2026, o governo do Irã abriu fogo contra sua própria população e matou milhares de pessoas. O governo brasileiro disse que “acompanha com preocupação”. É o Brasil lulista do lado errado da história, uma vez mais.
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CONCORDO EM LETRA NUMERO E GRAU PARABENS
Só a diminuição de neurônios não explica o “democracismo” do esquerdismo. O que explicaria?