Together we stand, divided we fall (“Juntos resistimos, divididos caímos”)
(Hey You, Pink Floyd)
A situação de Lula não está das melhores. O Carnaval, com direito a samba enredo em sua homenagem (propaganda eleitoral antecipada, abuso de poder político e econômico), foi um tiro no pé. O rebaixamento da Acadêmicos de Niterói pode ter sido um prenúncio do que aguarda Lula em outubro, supondo-se que o processo eleitoral será menos manipulado este ano. Já temos pesquisa com Flávio Bolsonaro à frente do presidente, cuja desaprovação segue acima da metade dos entrevistados.
Não é para menos! A economia vai mal e os escândalos de corrupção voltaram com força, cada vez mais próximos do petista. A arrecadação federal em janeiro foi a maior da série histórica, mostrando que não faltam recursos. Mesmo assim, o rombo fiscal só cresce, pois se trata de um governo gastador, perdulário, irresponsável. O governo resolveu aumentar em até 25% o imposto sobre celulares e videogames, enquanto o liberal Milei anunciou o fim do imposto de importação sobre celulares na Argentina. O povo brasileiro sente o peso crescente dos impostos no bolso.
Do lado da corrupção, ex-dirigentes do INSS fecharam delação, entregando políticos e Lulinha. A denúncia é de que o filho do presidente recebia uma mesada de R$ 300 mil do Careca do INSS. Não seria algo sem precedentes. Lulinha saiu de monitor de zoológico para empresário multimilionário, quase da noite para o dia, quando vendeu a Gamecorp para a Oi. Pouco depois, o presidente Lula alterou a Lei Geral de Telecomunicações para permitir que a Oi comprasse a Brasil Telecom. Deve ter sido só coincidência…

Em resumo, se Lula achou que seria moleza enfrentar Flávio, fica cada vez mais claro que o filho de Jair é sim bastante competitivo e vai pegar pela frente um presidente fragilizado. Nunca é sábio subestimar o poder do PT, ainda mais com a máquina estatal na mão e o STF como aliado. Mas desta vez o TSE está sob o comando dos ministros indicados por Bolsonaro, e os Estados Unidos têm Trump como presidente, em vez de Biden, que resolveu mandar recados — e recursos — a favor de Lula.
Já Flávio tem um obstáculo além do próprio Lula e sua agenda populista: a divisão da direita. Muitos achavam que o governador Tarcísio era um nome melhor para disputar a eleição e ainda não se conformaram que o candidato será mesmo o Flávio. Além disso, atritos familiares colocaram Flávio e Michelle em rotas distintas, o que o senador promete resolver cara a cara numa conversa. Espera-se que sim, pois os ataques que uma ala “bolsonarista” tem feito à ex-primeira-dama são absurdos e servem apenas para afastá-los ainda mais, ignorando que Michelle atrai muito voto evangélico.

Outro nome que é muito “cobrado” por essa turma que adora intrigas é o do deputado Nikolas Ferreira. Chegaram a chamá-lo de “traidor”, de “bezerro de ouro”, isso tudo por gente que goza da confiança do próprio Eduardo Bolsonaro. Flávio fez o certo: convocou uma reunião do PL, colocou Nikolas bem ao seu lado, em destaque, e o deputado reforçou que cada um possui um papel diferente a exercer, tal como os membros do nosso corpo. Sua principal missão é desgastar o Lula, o que tem feito com maestria (vide a quantidade de visualizações de seus vídeos, como aquele sobre o Pix, que fez o governo recuar).
O vídeo recente do deputado Nikolas sobre esse aumento de impostos em eletrônicos bateu mais de 25 milhões de visualizações em menos de 24 horas de sua publicação! Nikolas é um fenômeno da comunicação, um gigante, e tem sido alvo de muitos ataques indevidos por conta da patota das intrigas. Às vezes, ficamos com a nítida impressão de que a agenda desses que se dizem “bolsonaristas raiz” e ficam buscando “traidores” por toda parte é justamente prejudicar a campanha do Flávio.
É hora de serenidade, de estratégia, de deixar disputas de ego de lado e focar no resultado: a derrota de Lula. É hora, em suma, de união, e Flávio Bolsonaro vem batendo nessa tecla faz algum tempo. Ele vai precisar dos votos do centro, da direita não-bolsonarista, de quem tem até implicância com seu pai. Ele deve se colocar como o Bolsonaro moderado, como ele mesmo já disse. E, para tanto, precisa se afastar de uma minoria raivosa e barulhenta que só atrapalha. Afinal, não se vence eleição majoritária só com os votos da bolha nas redes sociais.
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Vejo as críticas como normais, mesmo dentro da própria direita. A grande verdade é que parte da direita, inclusive jornalistas, esperavam a indicação do Tarcisio, não aceitaram de primeira a indicação de Flávio pelo Bolsonaro, pelo seu pai. o Bolsonaro teve que escrever uma carta de próprio punho ratificando a sua escolha. A aceitação do nome de Flávio Bolsonaro para substituir o seu pai só está sendo aceita por que ele já ultrapassou o Lula, nome a ser batido, nas recentes pesquisas.
Verdade! Queremos tirar o Lula de qualquer forma! Fora Lula! Fora PT
Não concordo com as críticas a Michelle e ao Nikolas, o que vejo são pessoas invejosas pelo alcance que os dois tem, entendo o desespero do Eduardo, afinal, ele foi “obrigado” a abdicar de td, teve sua vida revirada, mas os demais são aqueles que repetem tal qual papagaio, igualzinho aos esquerdistas, que adoram destruir reputação. São pessoas que arrotam virtudes, mas são incapazes de se colocar no lugar do outro. Não viram que a Michelle se afastou da presidência do PL mulher, por estar abalada de ter seu marido preso injustamente e ainda por cima com a saúde debilitada, não veem que ela tem uma filha adolescente que nesta fase da vida precisam mais do que nunca dos seus pais juntos, então, o que vejo são pessoas vazias e más fazendo linchamentos pra demonstrarem que são “pessoas politizadas e engajadas”, no entanto, não diferem tanto daquilo que dizem combater.
Certíssimo, Constantino. Chega de cisão, o que só ajudaria o PT que orbita em torno de, bem todos sabem. De resto, da minha parte, acharia prudente a chapa Flavio-Zema , diante da ótima avaliação do governo deste último e também com vistas a um dos maiores e decisivos colégios eleitorais do País. E, por favor, fugir de polêmicas e bolas divididas. Deixem isso para o governo atual que faz besteiras em série (v. carnaval e viagens com a Esbanjadora).
Lula não consegue mostrar ao Brasil em quase quatro anos de mandato, nada ao povo brasileiro além de roubo e corrupção. A economia vai de mal a pior,inflação real nas alturas,se está difícil para a classe média honrar seus compromissos financeiros, imaginem os pobres.Comer carne está difícil em um dos paises que mais produzem carne no mundo .Política externa só apoia ditadura, antissemitismo e grupos terroristas. Quando vai para o exterior com Janja ,não sabe nem o que fala e sua mulher só dá vexame,é sem educação, erra muito no próprio idioma e gasta além do limite razoável. Como será reeleito?sem condições o Brasil já falou e falará novamente no dia primeiro de março:FORA LULA. NÃO AGUENTAMOS MAIS!