Edição de arte Oeste | Foto: Shutterstock

Isso não pode acabar bem

Uma ala expressiva da esquerda tem justificado cada vez mais a intransigência, até com violência, contra a direita, toda ela considerada 'fascista'

Qual o desfecho possível para uma democracia quando uma parte considera que cerca de um terço da população é genocida, fascista, negacionista, assassina? A pergunta é retórica. Qualquer pessoa sensata vai concluir que é inviável uma democracia com tais características. Se há tanta gente assim dentro de tal sistema, ele vai inevitavelmente ruir, terminar até em guerra civil. Não há democracia possível com tantos inimigos!

Mas é exatamente essa a narrativa que uma elite vem impondo. E o fenômeno é mundial, com claro agravamento na era das redes sociais. O tribalismo tem sido a tônica nos “debates” — e, em vez de aceitar a ideia de que seu adversário político pensa diferente ou está equivocado, a premissa cada vez mais usual é a de que se trata de um ser perverso, cruel, maligno. Não há diálogo possível com fascistas assassinos, há?

É crucial entender a origem do fenômeno moderno. A tentativa de demonizar o adversário, visto como inimigo mortal, não é novidade. O processo de desumanização do “outro lado” é uma tática comum em ideologias totalitárias. O exemplo mais evidente é o que os nazistas fizeram com os judeus. Se do lado de lá não há humanos que discordam das nossas bandeiras, mas sim vermes que querem nos destruir, então o extermínio desses “vermes” passa a ser pregado como algo aceitável.

O sociólogo e filósofo alemão Herbert Marcuse (1898-1979), com seu conceito de “tolerância repressiva”, deu a senha para que a esquerda pós-moderna encarasse qualquer um que não fosse socialista como um reacionário fascista, um perigo iminente, uma ameaça terrível. E, com base nessa ideia, toda reação a essa ameaça era legítima, justificada, um ato libertador. Palavras agridem, ideias são bombas, e agredir fisicamente quem as profere passa a ser legítima defesa.

Eis o resultado prático: grupos se vestem de preto, usam máscara, pegam armas brancas e incendeiam universidades para impedir a palestra de um conservador moderado como o advogado e escritor norte-americano Ben Shapiro. E eles se chamam de Antifa, ou seja, os antifascistas! Aquele que adota postura truculenta, intolerante e autoritária passa a ser o democrata tolerante em sua própria visão distorcida, tudo porque tem certeza de que está reagindo ao enorme risco fascista, que enxerga em cada esquina, em cada um que não defende sua mesma ideologia.

É por isso que Hillary Clinton se referiu a metade dos eleitores de Trump como “deploráveis”, e a esquerda “progressista” passou a considerar “discurso de ódio” a simples defesa de tradições, do casamento entre homem e mulher ou as críticas à ideologia de gênero. A mentalidade esquerdista hoje, de forma geral, é totalitária, pois não aceita que seja possível discordar dela com legitimidade, com boa intenção.

No Brasil, toda a direita tem sido demonizada faz tempo, e com a chegada de Bolsonaro ao poder a coisa piorou muito. O presidente passou a ser confundido com o próprio vírus chinês, acusado de cada óbito na pandemia, responsabilizado diretamente por tudo de ruim que acontece. Esta semana, com a morte do humorista Paulo Gustavo, vimos o ápice dessa postura. Paulo Coelho, Felipe Neto, Maitê Proença, a turma do MBL e muitos outros acusaram Bolsonaro pela morte do ator, com rótulos de “genocida”, “assassino” ou “verme”.

Qualquer um que ouse enxergar virtudes no presidente ou em seu governo é logo tachado de cúmplice de genocídio por essa gente. Não há diálogo viável, não há argumentos racionais que prestem para os “canceladores”. Só há um “pequeno” problema: segundo as pesquisas, Bolsonaro tem o apoio de cerca de um terço do povo brasileiro. Nas ruas no sábado passado, vimos um 1º de Maio atípico, com centenas de milhares de pessoas ocupando várias avenidas importantes pelo país em apoio ao presidente. Foi um recado bem alto.

Essa gente considera que há um golpismo no ar, que o establishment atua para impedir o governo, para boicotar ou derrubar o presidente. Não confia nas urnas eletrônicas e pede voto auditável. Joga tomates em imagens dos ministros supremos pois os considera traidores da Constituição e a serviço do corrupto que os indicou para o STF. Alguns clamam por uma ação militar, tamanhos o desespero e a sensação de impotência diante de um sistema corrompido.

Você não está errado, segundo a narrativa “progressista”. Você é “do mal”

Discordar de suas bandeiras ou de seus métodos é do jogo. Chamá-los de genocidas ou fascistas, porém, é retirar a legitimidade de um grito atravessado na garganta de milhões de brasileiros. Voltamos ao ponto inicial: como viabilizar uma democracia que rejeita quase metade dos eleitores? Como dirimir conflitos, aparar arestas e buscar consensos ou contemporizações se, em vez de oponentes políticos, enxergamos monstros assassinos do outro lado? Tentam a todo custo e com muito esforço, além da cumplicidade de boa parte da imprensa, transformar em pária social aquele que defende o grosso da atual gestão, que claramente possui inúmeros méritos mesmo. Você não está errado, segundo essa narrativa; você é “do mal”, e isso justifica todo o ódio “do bem” que vemos por aí, com gente desejando abertamente a morte de Bolsonaro e de seus apoiadores.

Isso não tem a menor chance de terminar bem. Até porque essa enorme parcela da população descobriu que pode ter um representante no poder, que existem outros milhões que pensam como ela, que o jogo é sujo para impedir seu direito de existência política. Não é possível voltar ao estado anterior, com uma mídia dominada de forma quase hegemônica pela esquerda e um teatro de tesouras entre petistas e tucanos como se fosse uma disputa entre esquerda e direita. A direita acordou, e um gigante desperto precisa ser levado em conta. Não dá para colocar um elefante embaixo do tapete e fingir que ele nem sequer existe.

Comentando os atos violentos do Black Lives Matter nos Estados Unidos, o sociólogo húngaro-canadense Frank Furedi escreveu em coluna desta revista: “O surgimento de uma nova filosofia que justifica esse tipo de protesto e os saques é resultado direto da poderosa influência exercida pela política identitária no mundo anglo-americano. Nos Estados Unidos, até pouco tempo atrás, o uso de violência e de ameaças politicamente motivadas tendia ao confinamento dos campi universitários. O exercício da cultura de cancelamento sempre continha a implicação de que a força poderia ser usada contra o alvo cancelado. O que mudou é que, em meses recentes, formas de comportamento que estavam confinadas às universidades migraram para o resto da sociedade. No ambiente menos refinado da urbanidade norte-americana, a cultura do cancelamento adquiriu uma dinâmica muito mais sombria”.

Ele concluiu em tom pessimista: “Quando uma mídia supostamente livre se recusa a pensar livremente e noticiar o que é evidente aos olhos de seus espectadores, você sabe que a liberdade está muito encrencada. Quando protestos violentos são ignorados e, em alguns casos, celebrados, o respeito pelo Estado de Direito está fatalmente comprometido. Agora entendo de verdade quando a garçonete me alertou sobre a possibilidade de uma guerra civil. Pessoas como ela sabem que seu modo de vida está sob ameaça quando o comércio para o qual trabalham pode se tornar um alvo legítimo para um ‘protesto intenso, mas basicamente pacífico’.”

Uma ala expressiva da esquerda tem justificado cada vez mais a intransigência, até com violência, contra a direita, toda ela considerada “fascista”. Essa estratégia pode surtir algum efeito em círculos da elite cosmopolita, que fica com “nojo” de tudo o que remeta ao conservadorismo, tido como “tacanho”, “obscurantista” ou “assassino”. Mas vai esgarçando o tecido social até o ponto de ruptura. Toda ação leva a uma reação. É por isso que não podemos descartar nem mesmo um conflito eventual. A esquerda não pode achar que vai provocar tanto assim sem nenhuma consequência. Talvez alguns mais radicais e revolucionários desejem mesmo isso. Cabe aos outros compreender quanto antes o perigo, e resgatar o respeito por quem pensa diferente, por quem é de direita, e sim, por quem apoia o governo Bolsonaro.

Leia também “Uma guerra civil nos EUA?”

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45 comentários Ver comentários

  1. É desespero mesmo, Rodrigo. Recentemente, a trabalho, conversei com um oficial do Exército, e ele me garantiu que o Exército de hoje não é mais o mesmo dos anos 60, e que nunca mais interferirá na política, no governo. Me peguei com pena de nós. Estamos sem ninguém para nos defender.

  2. Fora as doutrinações marxistas, fora o stableshiment, fora os políticos ladrões, o que eu não entendo é gente do bem que eu conheço não enxergar o que tá acontecendo

  3. Perfeito, Constantino. O perigo de guerra civil está aí mesmo, na nossa frente, e precisa ser encarado. Alguém tinha que tocar no ponto, e você o fez muito bem.

  4. Constantino, voce escreveu: “A mentalidade esquerdista hoje, de forma geral, é totalitária, pois não aceita que seja possível discordar dela com legitimidade, com boa intenção.” Eu acho que ela está novamente totalitária, são ciclos, que se repetem. Veja o que aconteceu com os 100 milhões de mortos do comunismo, dentre tantos outros atos atrozes da esquerda, esta sim doente…

  5. Enquanto a esquerda esteve no poder no Brasil, os conservadores até torceram para bons resultados para o povo brasileiro. Agora os conservadores assumiram o poder através dos votos da maioria dos eleitores e os da esquerda não se conformam de perder o poder central e, a todo o custo, buscam a derrubada do presidente Bolsonaro para retormar o poder. Afinal, o que interessa não é o bem estar de sua população com todo o respeito às leis? Temos que pensar nesse objetivo e aplaudir todas as medidas que favoreçam todo o povo brasileiro e criticar as que desfavoreçam. O respeito ao nosso voto é a melhor maneira de nos relacionarmos em paz. Vamos dar um tempo e ajudar o progresso de todos nós.

  6. Quando vejo esse pessoas criticar genocida, assassino, fascista e nazista deveriam saber a história que significa isso Rodrigo. Vi um video na Gazeta do Povo sobre o assunto. Artistas estão distantes da realidade. Essa imprensa tradicional, até o Estadão entrou nessa também. Estão encalhando, e a culpa não é do Governo.

  7. Nada mais facista que um antifascista, nada mais intolerante que um defensor das minorias, nada mais catastrófico para os pobre que um defensor da igualdade social, nada mais esquizofrênico e nada pior para a liberdade que alguém que diz seja você mesmo ao mesmo tempo que diz que o coletivo se impõe ao indivíduo.

  8. Mais um artigo excelente. Se todos se conscientizassem de que nessa guerra ninguém será vencedor, principalmente a esquerda, poderiamos sair mais fortes dessa crise e construir um país melhor para as futuras gerações. Bolsonaro tem razão.

  9. Podemos nos surpreender. Os políticos brasileiros (não só, mas também), via de regra, não têm patriotismo nem honra, apenas cuidam do próprio umbigo. Bastam novas manifestações em apoio ao atual governo que muitos abandonarão suas teses. Para manterem a “boquinha”, rompem com tudo o que hoje defendem e surfam na melhor onda. Os exemplos estão todos aí, esqueceram?

  10. Parabéns, Constantino: Dentre os inúmeros exemplos mais significativos desse estado de coisas que vc tão bem definiu, aponto uma manchete veiculada por um representante dessa tal mídia “progressista”, que fez questão de destacar que o massacre da escola de Sta. Catarina ocorreu numa cidade onde Bolsonaro teve 60,3% dos votos. O que tem uma coisa a ver com a outra?

  11. só discordo de um ponto, a esquerda desde sempre prega o extermínio, quer virtual, quer físico, de quem não compartilha de suas ideias, mas esquecem que como um todo o povo é conservador sim e esse discurso extremista está mais radicado nas grandes cidades, no interior tal discurso não é aceito.

  12. Mais uma vez, seu artigo, como todos os outros, é primoroso. Mas, a verdade é que o Gen Geisel previu essa lamentável situação que vive o POVO brasileiro, uma meia dúzia de esquerdopatas, não aceitaram e não aceitam o resultado das urnas. Entretanto, o POVO brasileiro está cada dia mais bem informado, e esses lacaios da imprensa não cansam, mas na bolha que vivem, não estão entendendo que o POVO já fez sua escolha. Vamos reeleger Bolsonaro no primeiro turno. Que viver verá.

  13. Sou considerado fascista e cúmplice de genocida. Não posso ter arma pra defender a mim e aos meus. O sistema está corrompido pelo lixo esquerdista e a Constituição Federal é usada como papel higiênico pra limpar o rabo gordo desses canalhas do stf. Como não apelar para as Forças Armadas para impor civilidade?

  14. Tu tá indo bem, aumentando o número de inimigos… Pois, aqui no sertão profundo os bugios andam me dizendo que é bom não ir com tanta sede ao pote. Existe uma onda de que a pandemia vai passar e tudo será diferente, mas não é verdade e não factível tal projeção. Quando a pandemia conceder uma trégua teremos tempos mais difíceis. O pior está por acontecer. Será impossível pensar em paz e amor bicho na sociedade pós-pandêmica. Pelo contrário. Teremos que ter uma armadura de ferro e aço para o corpo e outra para a mente e espírito. E uma espada para se defender dos inimigos traiçoeiros. Também existe na plataforma do word-natureza uma expectativa que em breve o tom do combate será entre hackers da direita contra os hackers da esquerda. Uma batalha que queimará arquivos do judiciário em geral e escutas de áudios entre pessoas ilibadas começarão a aparecer. Desculpe, é mais uma teoria conspiratória.

    1. Luiz, pois é, eu sempre me questiono. Em que planeta estão os hackers conservadores ? Precisamos enfrentar esses canalhas com as mesmas armas. Esses lixos togados são tão arrogantes que se descuidam. Precisamos gravar esses vagabundos e tornar públicas essas conversas.

  15. O articulista usa de palavras para nos convencer que o Presidente é de direita, só que nesses quase 3 anos de governo, vejo apenas um homem que não está cumprindo o que falou nas eleições. É legítimo pensar diferente, nesse ponto concordo com o articulista.

  16. Ótima reportagem.
    Então!!!!
    Continuemos o jogo, DENTRO DAS 4 LINHAS.
    Até as FFAA já entenderam.
    Braga Neto joga no meu time!!!
    Se no adversário tem “goleiro”
    A retaguarda, os beques, já provaram que se deve ir ao ataque final.

  17. Não há pensamento mais nocivo aos humanos do que o pensamento de esquerda. Eu entendo que, como todas as nossas características, estão escritas no seu DNA. É um puta azar um humano nascer com essa distorção no cérebro…. e passar a vida dizendo que 2+2= 7,9….. ou 1,7, de acordo com sua conveniência. Por ser uma anomalia cerebral grave, na medida que consideram normal afrontar a matemática, a física e todo senso de lógica e de racionalidade, devemos ter cuidado considerando o perigo que representam. Por outro lado, como são em sua esmagadora maioria, uns urbanoides almofadinhas, não há muito a temer. A exemplo do Chile, onde se revelaram com força e brutalidade, depois de o EXÉRCITO dar umas porradas, provocar umas baixas e prender 2 ou 3 mil…. tudo se acalma. É nisso que acredito.
    CONCLUSÃO :
    Como o defeito é de nascença……. Eles devem ser perdoados.
    Devemos responsabilizar pelo intenso acirramento social exclusivamente a GRANDE MÍDIA.

  18. Constantino, vc como sempre “arrebenta” na sua análise. Orgulho de ser assinante Revista Oeste! Paga com satisfação e com sucesso!

  19. Pois é Constantino, e ainda assim o iluminado ministro Barroso diz que o voto impresso vai tumultuar as eleições em 2022. Dá para entender por que tanto temor do voto impresso? É muito importante que a boa imprensa divulgue o que é o VOTO IMPRESSO, porque alta autoridade como o ex presidente do STF dr. Carlos Velloso, publicou artigo em 23/04 no Estadão pg.A2, revoltado com o VOTO IMPRESSO, INVENTANDO que se presta para o eleitor comprovar que votaram em fulano ou ciclano aos seus caciques políticos.
    Preocupa-nos que notável jurista divulgue tamanha FAKE, porque o VOTO IMPRESSO é BLINDADO e portanto não é levado para casa para comprovar coisa alguma.
    Será que o nobre dr. Carlos não sabe que o VOTO IMPRESSO tem que ficar retido em urna lacrada para posterior AUDITORIA e se necessário RECONTAGEM geral das urnas com os bilhetes impressos? Se sabe e publicou, penso que é grave.

    1. Excelente artigo.Importante comentário sobre a mídia independente em nosso País,essa sim faz a grande diferença ao elucidar os leitores sobre o que de fato ocorre.Parabens a Revista Oeste e outras que fazem com excelência esse difícil trabalho.

  20. Da esquerda não espero nada. Mesmo que caiam na real não são tipos que ajudam em nada, muito preguiçosos, viciados no bem bom das narrativas que os transformou em rematados covardes.
    Mas Andreazza, Mainardi, e outros que me fogem o nome, mas que respeita a e lia, com neurônios tão saudáveis paralisados pela seita que quer dominar, subjugar para projeto que nunca foi debatido, me assusta. Nem o fato de Olavo e outros terem sido barbaramente assediados, difamados, tornados alvo por defeitos que nunca tiveram, só pelo motivo de não se eximirem do debate sobre o projeto que o Príncipe Charles (Deus que me livre, outro) agora orgulhosamente apresenta, com as bençãos do governo Cubano. Rodrigo, larga mão de brigar com a esquerda, brigue com esses que estão com os neurônios travados, tico e teco, esses fofos neurônios estão loucos por conexão. Mostre a eles a do que da de ver eles não falando lê com cré. Duvido que tenham dado a alma para a Escola de Frankfurt. Ah! Tenho uma e outra história “interessante” das artes do Augusto Boal por aqui. Uma ele mesmo contou no Jô Soares. Veja com um balde ao lado, vai vomitar.

  21. O fato de haver divergência e opiniões radicalmente opostas é normal e até saudável numa democracia. A percepção de risco de uma guerra civil se dá pela total falta de confiança no judiciário, totalmente canhoto, vendido e viciado. Diga-se de passagem também, que a legislação brasileira não ajuda muito. No dia em que pudermos confiar num judiciário fiel defensor das leis , aí as divergências certamente ficarão na esfera democrática, pois os radicais, que costumam incendiar pneus em suas manifestações, correm o risco de apodrecerem na cadeia.

    1. Concordo plenamente Paulo. Temos judiciário que permite que pessoas de direita sejam presas temporariamente, por tempo indeterminado e que corruptos, após condenados em três instâncias,, sejam libertados por um detalhe de local de julgamento. Isso e um judiciário politizado e não estamos vendo força capaz de parar essa dupla: esquerda e judiciário radicais.

  22. COMPARTILHO DESSE SENTIMENTO DE QUE AS COISAS NÃO VÃO ACABAR BEM….O CONFLITO PARECE SER INEVITAVEL,POIS HÁ MACIÇO DESRESPEITO Á VONTADE EXPRESSA NAS URNAS NA ULTIMA ELEIÇÃO….COMO TAMBEM ACUMULAM DESRESPEITO À VONTADE DO POVO NO PLEBISCITO DO USO E PORTE DAS ARMAS E PRINCIPALMENTE À CONSTITUIÇÃO…..NÃO PODE NEM VAI ACABAR BEM..

  23. Texto elucidativo: A esquerda joga na covardia. Eles atacam com narrativa. Se você defende dos ataques deles, você é fascista e o perigo dessa narrativa é o que eles desejam, como é fascista, logo se a reação vier, será dito por eles aquilo que eles inventaram. Constantino eles são cruéis. OBS. Compro sempre seus livros.

    1. Essa esquerda atual é a pior que já existiu na face da terra. Tudo que não presta declara-se de esquerda. Traficante, ladrões, políticos corruptos, pedofilos. Essa corja tomou conta da esquerda. Antigamente a esquerda exigiu a divisão dos poderes do rei com o povo. Esse povo era em sua maioria pessoas honestas, e trabalhadoras. Infelizmente tudo que não presta hoje em dia diz-se ser da esquerda.

  24. Parabéns Rodrigo pelo artigo . Excelente reflexão. Estamos em uma linha tênue e perigosa de um conflito social . E parece ter uma agenda de esquerda buscando um conflito social físico. Que as mentes adormecidas acordem

      1. A esquerda sempre criará métodos de conquista do poder. Nada mudou no campo ideológico comunista, socialista ou progressista. Enquanto isso, a maioria, que não se enxerga como de esquerda, permanecerá aturdida, confusa e desunida. O jeito é torcer para que um dia a liderança civil e militar patriota, honesta e decente tenha a coragem de mudar esse estado de coisas.

    1. Acredito q todo aquele cenário de fim de amizades ou relações familiares por divergências ideológicas, será potencializado em 2022. Triste.

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